TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

e dá-lhe cargos!

Angeli
Lula faz acerto com PMDB e deve dar 15 cargos em troca de apoio

da Folha Online
Como o PMDB é o principal parceiro do PT na coalizão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva negociará com a legenda cerca de 15 cargos que ainda não foram entregues ao partido aliado. Além da pasta de Minas e Energia, o PMDB reivindica a diretoria Internacional da Petrobrás para Jorge Luiz Zelada, informa nesta quinta-feira reportagem da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Lula marcou para hoje, às 19h, reunião com a cúpula do PMDB para negociar cargos públicos em troca de apoio ao pacote tributário e ao corte de gastos para compensar a perda da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).
Na ocasião, o PMDB oficializará a indicação do senador Edison Lobão (MA) para ministro de Minas e Energia. Segundo a Folha, o presidente deverá confirmar a indicação de Lobão, apesar de setores do Planalto bombardearem a escolha por dois motivos: a ameaça de crise no setor elétrico exigiria alguém com perfil mais técnico; e acusações à lisura do senador e seu suplente, Edison Lobão Filho. A reportagem informa ainda que os peemedebistas querem também nomear o ex-governador de Santa Catarina Paulo Afonso Vieira para a Eletrosul, mas o PT resiste.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Mensalão vem, mensalinho também....




Notas do mensalão
Fernando de Barros e Silva Folha de São Paulo
1. Tinha tudo para ser como num filme americano, mas o Brasil entrou pelos fundos, avacalhando a cena do STF: "Esse vai dar um salto social agora com esse julgamento", escreveu ao colega Lewandowski a ministra Cármen Lúcia, referindo-se ao relator do processo, Joaquim Barbosa. Não havia nenhuma intenção racista na observação. Somos assim -sutis.
2. A revelação da conversa entre os dois ministros sugere (mas apenas isso) uma relação espúria entre o Tribunal, ou parte dele, e o governo. Não se trata só de política, mas de algo que vai além do que é moralmente aceitável. Daí a demonizar o Supremo como metáfora ou síntese das injustiças brasileiras ainda vai uma boa distância.
3. As manobras (não apenas) retóricas e o jargão de bacharel do "PIB do honorário" (os advogados dos mensaleiros) são tão -ou mais- esclarecedores do que é a Justiça no país quanto as inconfidências dos ministros do Supremo.
4. Lula procura agir como se o julgamento do STF não existisse. Não precisa de esforço. O presidente se desconectou politicamente do escândalo. Ele e o mensalão parecem hoje dois planetas distantes.
5. Se Dirceu nem sequer virar réu (hipótese improvável, mas menos do que já foi), isso vai dar ocasião para a ladainha do governo "vitimado pelas elites" e trela a mais um capítulo da revanche do PT contra "os golpistas". Mas -por outro lado- que grande diferença fará para Lula se Dirceu perder agora no STF?
6. Observação do professor e filósofo Ruy Fausto, ontem na Folha: "Parte da opinião universitária "não acredita" no mensalão, como se se tratasse de um problema de crença ou de fé -se o mensalão era quinzenal ou semestral, isso interessa pouco, o essencial é que corrupção, e grande, existiu".
7. Judiciário e jornalismo estiveram bastante expostos nos últimos dias. Proveitoso para o leitor, bom para a democracia.

Comentário: os petistas e cutistas não acreditam no mensalão? e no mensalinho?

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Rapidinha

Do BLOG do Spyk

Esse negócio de ficarem exigindo o impeachment de Lula não adianta nada, além de ser um tremendo absurdo. Afinal essa iniciativa só pode acontecer depois que ele assumir o governo.

Aqui no grotão...


O pensamento dualista opera com oposições simples e dogmaticas. Se uma proposta reforça “o nosso lado”, ela é vista com plena complacência. Se ruma em sentido diferente, deve ser estimagtizada.
Nem sempre, no entanto, as coisas são límpidas. É possível criticar um governo por várias causas. Muitas criticas, caso tomadas abstratamente, podem trazer argumentos com aparente identidade teórica e prática. Mas a sua base e pressupostos não se identificam. É de urgente prudência negar o dito de Churchill : "Se Hitler invadisse o inferno, eu me aliaria ao diabo". Mais saudável é ir contra Hitler e contra as tropas de Lucifer. A aliança estratégica, estabelecida entre os que defendiam a democracia e as legiões de Stalin, serviu no plano imediato, mas gerou frutos amargos nos campos de concentração administrados pelo Partido totalitário. Não sou conviva de oligarquias brasileiras. Mas a paulista, conheço bem. É do seu interior que atitudes nobres (de alguns setores) foram geradas e muita coisa hedionda foi produzida. Não posso —não sei e não quero— andar pelas ruas em protesto, seja lá contra quem for, com setores que financiaram a Oban (quem ignora o significado da sigla, leia os livros de Elio Gaspari sobre a ditadura) e a repressão do período militar. Entre os cansados da rua Oscar Freire, surgem pimpolhos de muita gente que fez aquilo. Dinheiro generoso de bancos e de empresas (bem conhecidas) circulou nas veias do organismo repressivo. As oligarquias brasileiras repetiram (ainda repetem, à socapa) as teses de Nina Rodrigues e de outros, sobre o povo como caso de teratologia. Dado o “fato científico”, seguiu-se a tese da pretensa incapacidade popular para o exercício da soberania política. E surgiram, à direita e à esquerda, os tutores do povo. Estes se abarrotam de privilégios (econômicos e sociais) e açambarcam os bens públicos para os seus cofres privados. Em tal faina, para fazer o serviço sujo, os verdadeiros poderosos usam os politicos como estafetas. Eles, os privilegiados, vivem no mundo Daslu, Louis Vuitton, Tifanny, Ferrari, etc. Se o ministro Marco Aurélio Garcia foi pornográfico, não esqueçamos a pornografia do luxo ostentado pela pretensa elite paulista. Não considero golpista, como faz crer a máquina fascista de propaganda governamental, o happy few que vai hoje às ruas contra Lula. Que vivesse tranqüilo no seu universo onírico e custoso, próprio dos “Beautiful and Damned”, sem exigir melhorias na Casa Grande, seu habitáculo normal, à custa dos dinheiros estatais. Eles lucram muito com o governo, dele são os maiores sócios. E não cabe a gente séria, sobretudo a que amarga as dores da senzala, apagar lágrimas de dondocas e dondocos com lenço de seda. Basta ler as proclamações de a-politicidade emitidas pelos líderes dos cansados. Face a um governo que usa os piores truques em currais eleitoreiros e mobiliza uma chusma de amigos em cabides de emprego (a Folha de São Paulo trouxe o rol dos "companheiros" nas agências reguladoras), só a má fé pode proclamar a-políticidade. São inaceitáveis os gestos “indignados” das mesmas pessoas que aplaudem contingenciamentos na educação, na segurança, ciência e tecnologia, em todas as políticas públicas, pois tais cortes engrossam as suas burras (com a polissemia da palavra), mas depois se abraçam às vítimas dos seus lucros indecentes, lágrimas de crocodilos nos olhos. Se o referido movimento defender mudanças econômicas que assegurem o desenvolvimento do país, com o fim da atual ortodoxia financeira, se exigir aberta e políticamente o defenestramento dos companheiros incompetentes e arbitrários das agências de controle e demais orgãos do Estado, se defender a prestação de contas do governo, se exigir que a Justiça coloque na cadeia boa parte da "base aliada" de apoio, etc. conte comigo. Caso contrário, arrume uma boa poltrona.

E seus "apolíticos", que descansem em paz.

sábado, 4 de agosto de 2007

Inconformado disse...









Inconformado disse...
Pois é Marta. Você pelo jeito é mais uma viúva do FHC, telespectadora das meninas do Jô. Pegue sua pochete e vá pra rua no movimento Cansei. Vai se dar bem

Braziu!

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