TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Nofa!




Este texto é serrista? Se Lula fizer como Serra, ganha um igual!

De Reinaldo Azevedo
O governo de São Paulo já pôs na Internet todos os gastos com cartão de débito feitos no ano passado — clicando aqui, você tem acesso, na verdade, a tudo o que se gastou nessa modalidade de 2000 a 2008.No caso do ano passado, são nada menos de 2.698 páginas. Os deputados do PT podem se divertir a valer — já podiam, né? E não viam motivos para a CPI. Com a ajuda da banda de música dos setores petistas e “isentistas” da imprensa, eles tentaram transformar os gastos de São Paulo na versão tucana da farra federal.E ocorre que não é. E não, obviamente, porque o governo é tucano. Mas porque:- são cartões de débito, não de crédito;- não são cartões corporativos nas mãos de “otoridades”.
Mas isso nem é o mais relevante.Há, ali também, os chamados saques na “boca do caixa”? Há, sim. Nesse caso, tem-se o órgão que consumiu o dinheiro. O deputado Simão Pedro deveria prestar um serviço a seus eleitores e tentar saber em que se gastou o dinheiro.À diferença do “Portal da Intransparência” do governo federal, não há nada de "secreto”. Dos R$ 177 milhões de gastos emergenciais do governo federal — soma de cartões corporativos mais a conta tipo B —, você consegue saber, leitor, se tiver interesse, em que foram consumidos R$ 19,47 milhões apenas. Permanecem no mais absoluto escuro R$ 157,53 milhões. No caso do governo de São Paulo, os chamados saques na boca do caixa somam R$ 48,3 milhões: 44,6% do total. Já que se gosta de comparação, vamos lá: são R$ 157,53 milhões de destinação incerta no governo federal contra R$ 48,3 milhões do governo de São Paulo.Incerta? O órgão em que o dinheiro foi consumido está designado, e boa parte não é saque coisa nenhuma, mas operação de pagamento caracterizada como tal. Essa diferença também tem de ser informada pelo governo, transformada em valores.Esse texto é “serrista”? É mesmo?Então vamos fazer o seguinte: o governo federal torna transparentes 100% dos seus gastos emergenciais, em vez de apenas 11%, e ganha um texto igual.

Saques em dólares? Jóias na Suiça? Isto é o PT !



Do Blog do Toinho
Jorge Serrão Blog Alerta Total (Exclusivo )
O chefão Lula da Silva não será acusado de entrar no Brasil com dinheiro não-declarado. Também não será questionado sobre os gastos estranhos ou saques em moeda estrangeira realizados com o cartão corporativo BB Visanet Internacional chapa-branca, durante suas inúmeras viagens ao exterior.
Afinal, por que interessa saber por que a turma do Lula detonou US$ 129 mil dólares no cartão corporativo em Cuba? O saque aconteceu em uma financeira espanhola que representa o sistema Visa em Havana, durante o recente encontro de Lula com o moribundo Fidel Castro. Aqui no Brasil, Lula e sua família poderão gastar o que quiserem ou precisarem (como os R$ 70 mil mensais em ternos), pois não serão mais alvo de investigações da CPI dos Cartões (que deveria se chamar CPI da Pizza).
Ninguém na comissão vai querer saber por que o Palácio do Planalto torrou R$ 53.449 reais na compra de produtos de embelezamento – incluindo o famoso Botox, no ano passado. Também serão ignorados os gastos elevados com a segurança em Florianópolis e São Bernardo do Campo (onde moram seus filhos).
A CPI dos Cartões deixará de investigar por que um assessor de Lula fez dois saques elevados, em dinheiro vivo, entre os dias 24 e 28 de janeiro de 2007, durante a participação do presidente no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. A primeira retirada foi no valor de US$ 30 mil dólares cash. Antes de retornar da viagem, ocorreu outro saque em espécie no valor de US$ 79 mil dólares.
O saque com o cartão BB Visanet ficou registrado no banco suíço com o número 39C985. Mas isto não interessa à CPI e nem por que e como o dinheiro foi gasto pela equipe presidencial. Acompanharam Lula nesta viagem a Davos os ministros Celso Amorim (Relações Exteriores), Guido Mantega (Fazenda), Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.
Outro gasto com cartão no exterior que a equipe de Lula teria dificuldades de justificar numa CPI se refere aos US$ 123 mil dólares sacados no Chemical Bank, em Nova York, em 25 de setembro de 2007, quando Lula discursou na abertura da 62ª Assembléia Geral das Nações Unidas. O saque é estranho porque nem a despesa de viagem é bancada pelo Brasil. Quem paga é a ONU. Pior ainda seria justificar a compra de uma jóia durante esta viagem aos EUA. Na seleta joalheria Cartier, na 5ª Avenida, em Nova York, foi comprado um relógio masculino Santos Dummont pela bagatela de US$ 16 mil dólares. (modelo foto) Claro, pago com o cartão de crédito da Presidência. A jóia é extra-fina, de ouro, com placas de platina e correia de cromo de crodilo. Curiosamente, a compra foi registrada 22h 30min (hora de NY). Neste horário, são comuns as compras feitas a portas fechadas a clientes VIPs, por motivos de segurança. No caso brasileiro, de Segurança Nacional capaz de justificar este e outros gastos estranhos nos cartões.
thepassiranews@yahoo.com.br
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Comentário: VOLTE PARA CASA, pt! e devolva no$$o dinheiro!

Tomando la plata dos velhinhos!


deu na folha de s.paulo e do Blog do Noblat
Dois ministros embolsaram ajuda indevida
De Lilian Suwwan:
Depois dos cartões corporativos, outra forma de pagamento de despesas de ministros e servidores revela irregularidades. Em 2007, o ministro dos Portos, Pedro Brito, e o secretário-executivo da Fazenda, Nelson Machado, então ministro da Previdência, embolsaram de forma indevida R$ 8.300 e R$ 18 mil, respectivamente.


COMENTÁRIO: Gente, o rapaz é da Previdência! Tomando grana dos velhinhos! PT volte para casa!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

D. João Lula da Silva

Fotocharge do Toinho de Passira
Lula e companhia alegam segurança nacional e direito à privacidade quando se fala no escândalo dos cartões. Nem segurança nem privacidade. Ninguém tem direito à privacidade quando comeu todas as lagostas e bebeu todos os vinhos do restaurante mais caro de Brasilia. Privacidade? Se o presidente gastar em preservativos isso não é privacidade. Isso é gasto em uma mercadoria que se DEVE comprar com o dinheiro de seu salário e não com o dinheiro meu, nosso, pois o uso é privado. DFaz parte da privacidade dele. Ninguém tem nada com isso. O presidente compra uma bíblia. Deve comprá-la com dinheiro dele. É algo privado. Não questionamos o que o presidente faz, MAS como ele e seus "açeçores" fazem.


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Ouvi hoje de manhã, na CBN nacional, o Cony. Deu um exemplo do D. João VI. Este rei tinha 200 médicos e 700 padres a seu serviço privado.

Ôh, santa tradição brasileira: embora estejamos na Res-publica nossos governantes pensam que são reis, monarcas modernos.

Pessoal do PT e aliados: voltem para casa!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Ser ou não ser idiota


Da Layla Fiusa No Blog da Juju Gehrke


"OUTRORA, OS MELHORES PENSAVAM PELOS IDIOTAS; HOJE, OS IDIOTAS PENSAM PELOS MELHORES. CRIOU-SE UMA SITUAÇÃO REALMENTE TRÁGICA: OU O SUJEITO SE SUBMETE AO IDIOTA OU O IDIOTA O EXTERMINA."


NELSON RODRIGUES, DRAMATURGO E... PROFETA!

Petistas: MIREM-SE nos exemplos!

Do Blog do Toinho, vc pode saber COMO O CARTÃO CORPORATIVO FUNCIONA EM OUTROS PAÍSES
Ao contrário do que ocorre no Brasil, a maioria dos governos que utilizam cartões corporativos proíbe o saque em dinheiro. O número de funcionários autorizados a usar o recurso também é mais limitado, assim como o leque de despesas permitidas ÓRGÃOS DO GOVERNO FEDERAL
AUSTRÁLIA
Quem está autorizado a usar cartões corporativos: funcionários responsáveis pelo setor de compras e serviços dos departamentos e funcionários que viajam freqüentemente.
Quem controla os gastos: Departamento de Tesouro e Finanças do Ministério da Fazenda
Saques: não são permitidos, a não ser mediante autorização por escrito
O que pode ser pago: serviços de comunicação (fax, telefone, correio), despesas de viagem, compras feitas por meio de leilão eletrônico promovido pelo governo e compras que não superem o equivalente a 4 400 dólares
NOVA ZELÂNDIA
Quem está autorizado a usar cartões corporativos: ministros, secretários de estado, diretores de departamento dos ministérios, diplomatas e funcionários cujo cargo exija viagens constantes e participação em compromissos oficiais
Quem controla os gastos: auditorias internas dos ministérios e auditoria externa por um tribunal de contas
Saques: não são permitidos
O que pode ser pago: despesas em viagens e compromissos oficiais
ESPANHA
Quem está autorizado a usar cartões corporativos: ministros e secretários de estado
Quem controla os gastos: auditorias internas e o Ministério da Fazenda
Saques: não são permitidos
O que pode ser pago: exclusivamente despesas em viagens
FRANÇA
Quem está autorizado a usar cartões corporativos: alguns funcionários do primeiro escalão do governo
quem controla: Tribunal de Contas
Saques: não são permitidos
O que pode ser pago: despesas com viagens (passagem, hospedagem, alimentação)

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

PT tem cartão... igual ao do PSDB...Todos amam comer, beber


A CPI do cartão corporativo pode terminar sem começar. É que o PT tem lá sua carta na manga suja da blusa tucana. Oposição no Brasiu? Só se for de lado. Um do lado oposto do outro.

Veja o que diz Josias de Souza em seu Blog:

[...]

As despesas com cartões (em São paulo) só estão disponíveis no sistema informatizado que serve aos deputados na Assembléia Legislativa de São Paulo. Em Brasília, a maior parte dos dados encontra-se ao alcance de qualquer brasileiro no chamado Portal da Transparência.

O governo de São Paulo tampouco está imune aos gastos de aparência exótica. Por exemplo:

Em 28 de julho de 2007, um dos cartões da administração paulista deixou R$ 597 na Spicy, uma conhecida loja de acessórios chiques para cozinha. O que foi comprado? Os computadores da Assembléia não trazem a informação. Limita-se a anotar a saída do numerário, num item batizado de "despesas miúdas e de pronto pagamento".

Em 4 de abril do ano passado, pagou-se com um cartão do governo de São Paulo R$ 977 na loja de presentes Mickey. De novo, "despesas miúdas e de pronto pagamento".

Em 11 de maio de 2007, foram à caixa registradora de uma churrascaria paulistana R$ 6.500. Despesa realizada com um cartão da Secretaria de Segurança.


Comentário:

Há 2 anos atrás o psicanalista Contardo Calligaris escreveu na Folha de São paulo, um artigo muito interessante sobre os mensalões e gastos dos políticos. Freudianamente mostrou como estes adultos políticos têm a alma de criancinhas gulosas, ávidas por brinquedos, por doces, tapiocas, free shops, sorvetes, carnes, guloseimas em geral. São adultos mal acabados, devoradores, sem ética, sem civilidade....

Crescem na medida em que devoram o país, crescem na medida em que devoram excessos de picanhas, cervejas, chocolates... engordam banhas de suas doenças mentais....

Crescem quando investem milhões em ciclovias de faz de conta, em "revitalização" de recantos escondidos, engordam, têm diabetes, colesterol .... pressão alta.... tudo porque comem demais.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

ser feliz é...

ser feliz é comprar O CAPITAL, de Karl Marx com cartão corporativo....

Estamos no Prostíbulo....


Do Blog de Roberto Romano

No Blog Panorama de Mario Araújo Filho, uma surprêsa...RR

O cinismo do Executivo por Alon Feuerwerker


Se houver ônus financeiro nos pagamentos em dinheiro vivo, estaremos diante do absurdo dentro do absurdo. O contribuinte estará a arcar com os altíssimos juros cobrados pelos bancos, só para financiar o conforto de autoridades federais O que vende é o espetáculo.

Talvez por isso, as listas de dispêndios estranhos, absurdos, sofisticados e bizarros estão no foco das revelações sobre os gastos com cartões corporativos no governo federal, a começar da entourage do presidente da República. O maior problema, porém, reside em outro lugar: na impressionante prevalência de saques em dinheiro sobre as compras com o cartão propriamente dito.

Tornou-se público que mais de três quartos das despesas de cartões no governo federal em 2007 foram feitas com dinheiro vivo, sacado com o cartão. São cerca de R$ 59 milhões, num universo de quase R$ 76 milhões.

O que teria levado as autoridades a essa estranha preferência pelos saques? Quem tem seu próprio cartão de crédito sabe que deve fugir da tentação de usá-lo na modalidade de débito, ou de sacar dinheiro com ele.

Os juros são proibitivos. Tão proibitivos que uma parte saborosa dos resultados dos bancos provém da turma que só faz o pagamento mínimo, financiando o resto da dívida.

Por isso é que você nunca deve vacilar, por exemplo, quando no restaurante o garçom, ao ver o cartão de crédito que você apresentou para pagar a conta, pergunta se "é débito ou crédito".

A segunda opção evita ter de arcar com os custos financeiros da primeira, de um dinheiro tomado emprestado do banco numa das piores (para o consumidor) modalidades disponíveis.


Eis uma dúvida adicional que fica desse imbróglio dos cartões corporativos federais. Quais são as despesas decorrentes da decisão de sacar dinheiro com eles, em vez de simplesmente pagar a conta com o cartão?


Para que não houvesse custo financeiro na retirada, seria necessário que o dinheiro estivesse disponível em uma conta-corrente do Tesouro, o que evitaria ter de tomá-lo emprestado do banco.


Com a palavra, as autoridades. Quem se digna a responder? Quem pode esclarecer? Se houver ônus financeiro nos pagamentos em dinheiro vivo, estaremos diante do absurdo dentro do absurdo. O contribuinte estará a arcar com os altíssimos juros cobrados pelos bancos, só para financiar o conforto de autoridades federais que, por coincidência, são exatamente as responsáveis pela leniência diante da escorcha praticada pelos bancos na relação comercial diária com o cidadão comum.


Note-se que, no pacote apresentado semana passada como resposta à crise dos cartões, a Presidência da República e o Ministério da Fazenda reservaram a si a prerrogativa de continuar fazendo saques sem limite com seus cartões corporativos. Será ou não um escárnio se ficar comprovado que estamos pagando juros extorsivos para que autoridades federais saquem dinheiro com cartões de crédito em despesas cuja necessidade não poderá ser comprovada, por supostas razões de Estado?


Mas há uma outra possibilidade, ainda mais perniciosa. Se não estiverem sendo cobrados juros no dinheiro que o pessoal do governo saca com o cartão de crédito federal. Se for assim, o Banco do Brasil estará emprestando dinheiro sem juros para as felizes autoridades ocupantes de cargos de primeiro escalão no governo Luiz Inácio Lula da Silva. Estariam criadas, nesse caso, duas categorias de cidadãos: 1) a corte, com seus privilégios, e 2) as pessoas comuns, com suas obrigações.


O governo federal tem muito a explicar nessa história dos cartões. Quais são as despesas eventuais e emergenciais que justificam um gasto anual de quase R$ 80 milhões? E como se explica que mais de 75% desse total tenham sido operações em dinheiro vivo? Quase R$ 60 milhões despendidos em pagamento de barcos transportadores de funcionários do censo ou de sanduíches para o pessoal do Ibama? Não faz sentido.


Os gastos com cartão, especialmente os saques, são uma modalidade de "verba indenizatória" que o Executivo arranjou para si próprio enquanto finge frugalidade ao receber salários inferiores aos da iniciativa privada. O resultado inevitável é o cinismo. Recorde-se que em 2006, quando os deputados e senadores discutiam para si o fim da verba indenizatória e a aplicação de um reajuste que equiparasse seus vencimentos aos dos ministros do Supremo Tribunal Federal, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, apressou-se em dizer que não havia dinheiro disponível. Talvez a bufunfa estivesse reservada para pagar os cartões dos felizardos colegas do ministro e do chefe deles todos. Haja estômago

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Êta, mais mutreta no país do cartão corporativo


Seguranças de Lula no ABC gastam R$ 149 mil com cartão corporativo
da Folha Online
Pelo menos dois seguranças da equipe que protege a família do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Bernardo do Campo (ABC paulista) gastaram nos últimos três anos R$ 149,2 mil com cartões de crédito corporativos do governo, informa reportagem publicada na Folha nesta terça-feira e assinada por Leila Suwwan e Silvio Navarro (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
De acordo com a reportagem, seguranças de Lula usaram cartão corporativo, por três anos, em churrascaria e montagem de academia, além de despesas com manutenção de veículos e materiais de construção.
A lista de compras inclui ainda supermercados, lojas de eletrônicos, foto, artesanato, roupas, informática e papelaria. Havia despesas de R$ 800 na 'Elite Malas e Bijuterias', que a reportagem constatou ser, na verdade, uma loja de artigos esportivos, e R$ 390 na 'Flama Instrumentos Musicais', que, a despeito do nome, comercializa produtos eletrônicos.
No ABC moram os filhos de Lula e suas respectivas famílias. A segurança é feita por uma equipe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Ontem, outra reportagem da Folha mostrou que um segurança pessoal de Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha de Lula que mora em Santa Catarina, gastou quase R$ 55 mil nos últimos nove meses usando um cartão de crédito corporativo do governo federal.
A Secretaria de Imprensa do Planalto informou que não irá se manifestar sobre "temas relacionados à segurança do presidente ou seus familiares" e diz que esses gastos são sigilosos.


*****

COMENTÁRIO:
CAI POR TERRA a idéia que pobre não é corrupto. Bastou um cartãozinho do "cumpanheiro" e até material de construção para terminar uma edícula um dos agentes/seguranças comprou. Os brasileiros são cordiais mesmo. São inofensivos, mas com um cartão corporativo, TODOS viram ladrões. Roubam dinheiro público imitando os "puderosos".

Nós, brasileiros, temos síndrome de "coitadinho". Somos sempre enganados, agora com um cartãozinho que tal enganar também? Salvo raríssimas exceções apelamos para o roubo. Vejo vereadores semi alfabetizados que cantam de galo nas câmaras, deputados que gostam de peixe rouba-lo; senATORES voto zero felizes a cantar em Brasília, agentes (laranjas e de outras cores); "açeçores" de prefeito que cometem imposturas fotográficas ...

"Deçe geito, o prato predileto dos brasileiros deicha de çer arroz com feijão e passa a ser o peixe rouba-lo".

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O PT faz a farra do boi/cartão. São 150 cartões para a presidência. Apenas os gastos de 68 cartões foram divulgados; restam 82 sem divulgação. Queremos saber quanto dim dim foi para o ralo corporativo.

*****


Lembro-me do representante da CUT do paraná (que agora é do Conselho da Copel, indicado) em "palestra" (sic) aqui em Maringá, na minha associação dos docentes. Disse-nos que, nós, professores universitários ganhamos muito. ÊTA, mutreta, hein, sr representante da CUT. Minha felicidade é que peguei o microfone e gritei todos os impropérios que pude! Sai de lá com a alma semi lavada! Quero receber de novo eçe pessol aqui. Preciso terminar a lavagem!!!!!!


Braziu!

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