TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Ai, Meu Deus!

Ontem na TV aparecia um Zé Serra preocupado, cansado, com seus olhos mais pretos do que o habitual. Uma enchente dessas em São Paulo, nas vésperas das eleições? No$$a!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Huummmm

Do Josias de Souza
Gilmar: Judiciário não deve buscar o ‘aplauso fácil’
Quatro dias depois de ter sido acusado por Joaquim Barbosa de estar “destruindo a Justiça brasileira”, Gilmar Mendes tratou do tema num discurso.

Falou no Piauí, neste domingo (26). Não mencionou o nome de Joaquim. Mas um pedaço do discurso foi claramente dirigido ao desafeto.

Gilmar disse que ao Judiciário não cabe buscar o “aplauso fácil”. Mencionou especificamente os casos que dizem respeito ao STF.

Processos que envolvem a interpretação do texto da Constituição. Disse:

“A questão constitucional, muitas vezes, é pensada contra a maioria, ou até contra a opinião pública...”

“...Se fossemos perguntar à opinião pública em um determinado momento o que ela quer que se faça com um preso...”

“...Pode ser que a opinião pública queira o seu linchamento. E essa não pode ser a resposta de uma sociedade civilizada”.

Na última sexta (24), menos de 48 horas depois de ter travado com Gilmar a mais ríspida discussão da história do STF, Joaquim Barbosa foi às ruas.

Almoçou num bar tradicional do Rio. Caminhou pelas ruas do centro. Recolheu cumprimentos e aplausos.

É em meio a esse contexto, em que se contrapõe a um colega popular, que chega o discurso de Gilmar.

O presidente do STF foi ao Piauí para encerrar a implantação de um programa do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), órgão também presidido por ele.

Chama-se Programa Integrar. Visa uniformizar os procedimentos do Judiciário. “A Justiça nacional tem que ter o mesmo padrão” no país inteiro, disse Gilmar.

O Piauí foi o primeiro Estado a receber a visita de uma equipe do “Integrar”. O trabalho durou 45 dias.

Nesse período, foram mandados ao arquivo 30.299 processos. O time do CNJ serviu-se do apoio do Tribunal de Justiça do Piauí.

Inquirido pelos repórteres piauienses sobre a discussão que travara com Joaquim, sob os holfotes do plenário do Supremo, Gilmar desconversou:

"Não me pronucio mais sobre este assunto. O que tinha de ser esclarecido sobre o assunto, já foi feito pela assessoria do Supremo. Não tenho mais nada a declarar”.

Na verdade, Gilmar tem feito muitas declarações sobre o tema. Mas só em diálogos privados, longe dos microfones.

Na noite de sexta, o dia em que Joaquim desfilara seu prestígio pelas calçadas do Rio, o presidente do Supremo conversou longamente com um amigo.

Nessa conversa, segundo apurou o repórter, Gilmar atacou o “modelo de Justiça” defendido por Joaquim, oposto ao preconizado por ele.

Na visão de Gilmar, o “modelo” de Joaquim, de olho no clamor popular, conduz ao “justiçamento”.

Afirma: “Esse modelo nós queremos mesmo destruir. Está sendo destruído não por mim, mas pelo Supremo”.

Mencionou os embates que vem travando contra o que chama de “excessos” da Polícia Federal, da Abin e do Ministério Público.

Acha que é seu papel, como presidente do STF, “colocar o dedo nessas feridas”. A certa altura, referiu-se ao caso do Piauí.

“Pelo menos 30% dos presos brasileiros são ilegais”, disse Gilmar ao amigo. “Tem Estado que só tem preso provisório, sem denúncia. Encontrei isso no Piauí”.

Referindo-se à acusação de Joaquim de que está “na mídia, destruindo o Judiciário”, Gilmar disse: “Como exercer esse papel sem comunicação com a sociedade?”

Voltou ao exemplo do Piauí: “Encontramos no Estado um tipo de inquérito peculiar, o inquérito de capa preta...”

“...A Secretaria de Segurança comunicava ao juiz, por meio de uma capa preta no inquérito, que determinado preso era perigoso e não deveria ser solto...”

“...E o juiz simplesmente aceitava. Isso é um outro Estado, não é o Estado de Direito. Nesse diapasão, levando-se em conta apenas a opinião pública, chegamos à pena de morte”.

No discurso deste domingo, Gilmar realçou a missão do CNJ no Piauí: “É um trabalho sério de transformação, para se ter uma Justiça digna do século 21”.

Na passagem pelo Tribunal de Justiça do Estado, o presidente do Supremo deu de cara com a revolta de um pedaço da opinião pública. Presenciou um protesto.

Não teve ligação direta com o rififi que opôs Gilmar e Joaquim. Um grupo de professores foi à porta do tribunal para reivindicar o que julgam ser um “direito”.

Exigem o pagamento de precatórios. Decorrem de sentenças judiciais que o Estado se nega a cumprir. Coisa que se arrasta desde 1994.

Acham que a “Justiça digna do século 21” de que fala Gilmar ainda não chegou para os professores piauienses.

"Eles não nos pagam, mas quando tem greve, eles julgam e executam muito rápido", disse Lourdes Melo, uma das professoras que engrossavam a manifestação.
Escrito por Josias de Souza às 22h35

quarta-feira, 4 de março de 2009

Os muitos braços do Sarney...


Do Blog do Noblat -
4.3.2009
deu em o globo
Mesmo afastado, Agaciel indica braço direito
De Adriana Vasconcelos:
Sob pressão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), anunciou ontem a demissão do diretor-geral da Casa, Agaciel Maia, que ocupava o cargo desde 1995 por indicação sua. Com a decisão, Sarney espera ter debelado de forma definitiva uma nova crise na instituição depois da denúncia de que Agaciel teria ocultado de seu patrimônio uma mansão avaliada em R$ 5 milhões. Sarney resolveu agir antes de ser cobrado publicamente por um grupo de cinco líderes partidários - de PT, PSDB, PSB, PDT e PSOL -, o que aconteceria ontem. Mesmo assim, elogiou a capacidade e a eficiência de Agaciel, nomeado pelo próprio Sarney para o cargo.
A demissão de Agaciel começou a ser negociada no início da noite de segunda-feira. Depois de assistir ao noticiário da televisão e perceber o aumento da pressão pelo afastamento do diretor-geral, Sarney telefonou para Agaciel e comunicou que sua situação se tornara insustentável, porque já começava a atingir a imagem do Senado.
As conversas se estenderam por mais algumas horas, quando o diretor chegou a propor um afastamento temporário do cargo. Mas, pouco depois da meia-noite, Sarney estava totalmente decidido. Ele foi taxativo ao argumentar que uma saída temporária não seria suficiente para contornar a crise. Resignado, Agaciel concordou, então, em apresentar seu pedido de demissão logo nas primeiras horas da manhã.
Sem conseguir disfarçar o nervosismo na entrevista em que comunicou a demissão de Agaciel, Sarney lamentou o desfecho do episódio e fez questão de elogiar o funcionário de carreira da Casa:
- Lamento que esse episódio tenha chegado a esse resultado. Uma vez que o doutor Agaciel é um dos funcionários mais antigos, melhores e mais eficientes, que prestaram relevantes serviços para esta Casa. Mas reconheço que a imagem desta Casa não pode ser prejudicada por nenhum de nós. Discutimos e achamos que o afastamento transitório manteria o problema latente. Essa é uma solução definitiva - afirmou Sarney.
Antes de deixar o cargo, Agaciel apresentou pelo menos dois nomes para que Sarney escolhesse como alternativa para substituí-lo: o de seu adjunto, Alexandre Gazineo, considerado seu braço direito, e o do diretor de Recursos Humanos do Senado, João Carlos Zoghbi. O presidente do Senado ficou com a primeira opção, mas Gazineo assumirá o cargo interinamente. Leia mais em O Globo

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Ai!

Após as eleições, a Má-ringa anda calma. Os mais pobres - que votaram na sobrevivência da direita - estão nas ruas, à espreita de uma alma caridosa... que lhes dê uma razão de viver nesse chão ...
Hoje - feriado onde trabalho - fui ao centro da cidade. É uma aula de sociologia. Atenção, maringaenses, saiam de suas tocas e andem pelo centro da cidade -jardim. É um pedaço de pobreza com esperança.... A gente ainda não viu nada...

domingo, 13 de julho de 2008

E o Gilmar Mendes, hein?

Tá certo. Vivemos no capitalismo, a justiça é un petit comite da classe dominante, mas o Gilmar Mendes exagera, não?

Braziu!

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