TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Gay? Nãããooo pode!

Do Blog do fabio Campana, da Cruelritiba

Rejeitado pela maioria absoluta o título de utilidade pública para a Parada Gay
Os vereadores acabam de rejeitar, por maioria absoluta, o projeto da Professora Josete, do PT, que conferia o título de utilidade pública para APPAD - Associação Paranaense da Parada da Diversidade, mais conhecida como Parada Gay.
Valeu a pressão de igrejas católica e evangélicas que lotaram as galerias e exigiram o resultado.

Comentários:
O Povo disse:
Seria bom ver a mobilização de todos os Vereadores, de situação e de oposição, lutando por melhorias nos bairros e bolsões de Curitiba, pela melhoria de vida da população carente, com projetos inteligentes e úteis, e não essa “palhaçada de circo”, paga com nosso suado dinheiro de contribuintes trabalhadores que pagamos nossos impostos para utilização tão péssima! Lamentável!!!!!!!!!
mauricio disse:

Se não existisse tanto exibicionismo e falta de pudor neste tipo de passeada, talvez o projeto tivesse a simpatia dos curitibanos e de seus representantes na câmara municipal.
Angelina Arnoni disse:

Os vereadores acertaram nessa proposta rejeitando-a no Plenário, a Professora Josete devia prestar mais atenção aos Servidores Municipais e do Magistério de Curitiba e não perder tempo e dinheiro com Tolices!
Roni Capote disse:

Acho que a democracia deve dar espaço para todo mundo não importa, credo, sexo, cor…. etc…não sou moralista mas concordo com o Maurício, a imagem do movimento com pessoas seminuas é realmente desagradável.
francamente disse:

Eita povinho besta deixa a diversidade ai,,,,e depois todo mundo tem pelo menos um gay na familia…se vc não tem …pode ser vc !!!hehee..oooooooooooooooo
Falcão disse:
A proposta dessa vereadora é mais umícone do festival de imbecilidades e me-diocridade que assola o país, coinciden-temente, desde a eleição do Lula.
Adolfo Dias disse:

Êhhh, Curitiba. Vanguardista em muitos aspectos, mas tão retrógrada em outros.
Continuamos na Idade Média.
Enquanto Berlim enche os cofres com o turismo da Parada Gay deles, mundialmente conhecida, os carolas se preocupam em querer tapar o sol com a peneira e achar que podem transformar Curitiba numa “gay free zone”. Patético!
apolítica disse

e depois chamam Curitiba de capital. capital do quê? Dos conservadores!

Camisinha, não, África!

Foto de Themba Hadebe, Associated Press, cap-tirada do Blog do Solda. Aqui.

Chamaram-me de moderninha
porque defendo a camisinha
Chamaram-me de esquifosa
Porque quero ser famosa
Chamaram-me de babaca
porque não defendo o Papa.
Óh, quanta dimafação
que isso me sirva de lição
Falar de sexo,
não pode
de camisinha também não
só do camisolão!

Braziuuu


Do Guto cassiano

Casa do seo José, o Sir Ney


Enviado pelo Grozny

Grata!
Eliane Cantanhêde,

A Casa do pai José

BRASÍLIA - Mexe daqui, remexe dali, vai-se descobrindo é que o Senado não é uma casa da mãe Joana mas uma Casa do pai José Sarney.Ninguém tinha ideia de que as diretorias do Senado se contavam às dúzias, até que, somadas uma a uma, são 181. As atenções voltam-se naturalmente para Sarney, não só por ser o atual presidente, mas por ter sido presidente antes e continuar sendo uma espécie de eterno presidente. O que manda. O que fez todos os últimos ocupantes do cargo, seus correligionários.Pelo visto, cada presidente cria as "suas" diretorias, para abrigar amigos e cabos eleitorais e garantir-lhes gratificações e privilégios. Mas cria também as "diretorias do Sarney", o dono da casa (ou Casa), que delega a administração a Renan Calheiros, que conhece tudo ali como a palma da mão.Não é à toa que a reprovação do Congresso chega a 37%. A planta baixa do Senado deve mostrar um ambiente retalhado em salinhas e saletas para acomodar 81 senadores, 181 diretores e os demais milhares de funcionários que trabalham ou "trabalham".E uma árvore genealógica contaria toda essa história de multiplicação de cargos, vagas e salários. Contrate-se o fulano, depois as mulheres do fulano, do sicrano e do beltrano e, enfim, como tudo é uma festa, os filhos de todos eles. Em seguida, genros, noras e sobrinhos.Por último, os amigos do fulano, do sicrano, do beltrano, das mulheres, dos filhos, dos genros e das noras.Além de um funcionário muito comum nessa cadeia: a mulher, o filho e até o neto do ex-senador, aquele sujeito tão bacana que morreu ou perdeu o mandato e não pode deixar a família à míngua.Mas -acredite- há também o funcionário concursado, de carreira, com bons títulos e que leva a coisa a sério. Além, claro, de morrer de raiva de tudo isso, inclusive de não ter aquele gabinetão do apadrinhado do José. E é daí, com a inestimável disputa PT-PMDB, que os podres vêm à tona. Ainda bem.Concurso já!

domingo, 22 de março de 2009

Senhor Morte


"Senhor Saara" do Messias Mendes, na Má-ringa
O senador Osmar Dias começou sua caminhada rumo ao Palácio das Araucárias procurando encrenca da grossa. Primeiro em Cascavel e ontem em Maringá, fez coro, até com certa veemência, à condenação da Resrva Legal no Estado. Os latifundiários da Faep vão arregaçar as mangas, e certamente abrir os bolsos, para viabilizar a eleição de Osmar Dias a governador. Com Osmar a exigência de preservar 20% das áreas rurais do Paraná vai pro espaço. E os agricultores, que se não tiverem a espada da lei sobre suas cabeças plantam até na beirada dos mananciais, vão dar pulo de alegria.Os ambientalistas, que andam de orelhas em pé com o processo de desertificação do Paraná, já se preparam para trabalhar contra a candidatura Osmar Dias, que um amigo muito devotado à causa da Mata Tropical já chama de "Senhor Saara".

Que medo que dá...

Cap-tirado do Blog do Rigon, na Má-ringa. Osmar Dias e Gianotto (ex-prefeito da Má-ringa, ex-preso extc...). Osmar Dias com Ricardo Barros (ex-prefeito da Má-ringa, deputado federal pelo PP etc...)

Vaticano: Máquina de lavar fez bem à mulher...


mas, segundo a Jurema Capelletti, este tanquinho é melhor. Veja aqui.

Dia Mundial da Água


Na TV Grobo....

Do Blog do Acir Vidal

Crise, que crise?


Dia Internacional da Água




Cai popularidade de Lula




Penso em duas questões para a queda da popularidade do presidente Lula: a) as falcatruas dos aliados de primeira hora do senado; b) a crise, que resulta no dim dim a mais no supermercado, nas contas de luz, telefone.... e c) falta de homens públicos que digam a verdade... Não é senadores?!

E quem não tem medo?


Um leitor anônimo pergunta-me por que falo tanto dos políticos e não falo do Reiquião. Pergunta-me se tenho medo dele.
RESPOSTA: (clara e em um bom som!) Claro que tenho medo dele! Por acaso, você não tem também? Atire a primeira pedra quem disser quem não tem medo dele. Tenho medo dele, morro de medo do Osmar Dias, tive medo do Rossi (que atirou uma cadeira em cima de um professor da Universidade Federal de Maringá em 2001), tenho medo do Hermas Brandão (que disse para mim em 2003 em uma mesa de negociação, "a senhora eu conheço".
Enfim, caro quem não teme nessa vida pode morrer antes do chamado divino. Isso não quer dizer que sou covarde.

Cruzada medieval...

Imagem cap-tirada do Solda.

O Papa Bento XVI falou da camisinha em sua viagem à África. Contra, é claro. às vezes, fico pensando que muitos usam camisinha no cérebro. Impede a circulação de idéias.

Gramáticas....


ATAQUES À GRAMÁTICA
José Augusto Carvalho, Professor de Linguística da Universidade Federal do Espírito Santo
Há algum tempo, uma aluna de um curso de letras, ao comentar num artigo a “Carta pras Icamiabas”, cap. IX do Macunaíma, de Mário de Andrade, se insurgiu contra a gramática, na presunção de que a língua ou a comunicação linguística possa existir sem ela, ou na ignorância do fato de que o próprio Mário de Andrade escreveu uma Gramatiquinha, que Edith Pimentel Pinto resgatou e comentou brilhantemente no livro A Gramatiquinha de Mário de Andrade – Texto e contexto. São Paulo: Duas Cidades, 1990.
O único grande problema de Mário de Andrade, embora tenha sido um bom usuário da língua, é que ele não era um técnico, o que o levou a misturar padrões, dialetos e registros diferentes. A proposta de Mário de Andrade, contudo, era das mais idealistas e das mais meritórias: a de codificar os fatos linguísticos que configurassem a unidade da língua no Brasil, sem deixar de mostrar que toda língua “se compõe de muitas línguas funcionais, mas que é uma unidade, em que perdem relevo as possíveis discrepâncias” (p. 293). Sua obra poderia, se concluída, resultar numa estilística da fala brasileira. Infelizmente, conforme a própria Autora, o pendor de Mário de Andrade “para o comentário crítico não se ajustava bem – ou ainda não se ajustara – ao propósito de codificar, embora precariamente, os fatos da norma brasileira” (p. 160).
A aluna do curso de letras terminou seu artigo citando elogiosamente parte da crônica “O gigolô das palavras”, de Luís Fernando Veríssimo, segundo a qual o importante é comunicar e, à parte o fato de ajudar na eliminação de alguns erros mais graves, a gramática é apenas a língua das múmias.
Mas Luís Fernando Veríssimo também é um usuário da língua, não um técnico. E, como bom usuário, tem o direito e o dever de insurgir-se contra as normas gramaticais do dialeto culto, porque a sua função, como escritor, é o de renovar a linguagem, o de reinventar novas formas de expressão, e não o de respeitar regrinhas. Mas daí a estender a todo usuário a função precípua de um escritor vai uma distância longa demais que os professores dessa aluna não puderam ou não souberam mostrar-lhe.
Acrescente-se a isso o desconhecimento que essa aluna demonstrou a respeito do que seja gramática. Há a gramática interna, que é o conjunto de regras interiorizadas pelo falante, que lhe permitem dizer, entender e reconhecer como de sua língua enunciados que nunca ouviu antes. Essa é a gramática natural, que não pode deixar de existir, sob pena de se condenar o falante ao silêncio e à incompreensão universal. E há as muitas gramáticas escritas por falantes nativos ou aloglotas, com objetivos diversos: ou descrever um dialeto social, regional, etário ou sexual (gramáticas dialetológicas); ou descrever as alterações ocorridas na formação de uma língua a partir da dialetação de outra, dita língua-mãe, ou de outra mais recuada cronologicamente, dita protolíngua (gramática histórica); ou mostrar as formas prestigiosas da língua (gramática normativa); ou descrever o modo como as expressões ou enunciados de uma língua se constroem (gramática gerativa, modular, de casos, tagmêmica, translativa ou estemática, de valências, entre outras), etc. Insurgir-se contra a gramática, genericamente, é revelar, no mínimo, um desconhecimento do que seja a língua, do que seja o próprio fenômeno linguístico ou até do que seja a base e a essência do processo de comunicação.
Um escritor se insurge contra as normas para transgredi-las, para dar asas à sua atividade criadora. Mas deve fazê-lo com conhecimento de causa, e não apenas intuitivamente, como preconiza Luís Fernando Veríssimo. Um aluno ou um professor de línguas é, antes de tudo, um técnico. Pode até ser um escritor, mas é como técnico que deve repassar suas lições. Insurgir-se contra a gramática normativa é desconhecer-lhe uma função catalisadora e supradialetal; é insurgir-se até mesmo contra a comunicação, pretensamente em nome da comunicação, porque é aceitar a anarquia linguística, o triunfo do princípio da dialetação, que levará, fatalmente, a uma nova Babel.
Pelo que sei da leitura atenta da Gramatiquinha, Mário de Andrade talvez tivesse adorado a crônica de Luís Fernando Veríssimo. Mas certamente teria chorado de tristeza diante da incompreensão de quem a citou.

sexta-feira, 20 de março de 2009

No senATO brazileru


No senATO brazileru


Do Blog do Acir

No senado brazileru


Escola fina


Centro Educacional Carneiro Ribeiro ou Escola Parque de Anísio Teixeira (1947-1951).
Isto era uma escola pública para os meninos e meninas pobres. Arquitetura modernista, iluminação boa, teatro, biblioteca enorme... aulas práticas.....

Yes!


Serra do Sol, Brazil

Foto de Alan Marques
Do Blog do Josias de Souza

Terminou a novela judicial da reserva indígena Raposa Serra do Sol, de Roraima.

Por maioria de votos, dez a um, o Supremo optou pela demarcação contínua.

Significa dizer que toda a reserva, 1,7 milhão de hectares, pertence aos índios.

Os arrozeiros que atuam na área terão de bater em retirada.

Relator do processo, o ministro Carlos Ayres Britto definirá os termos da desocupação.

O julgamento servirá de parâmetro para a demarcação de todas as outras reservas.

O STF deitou sobre o papel um conjunto de 19 condições que devem ser observados.

A única voz dissonante que se ouviu no plenário do Supremo foi a do ministro Marco Aurélio Mello.

Ele defendeu a anulação da demarcação da Raposa Serra do Sol. Produziu um voto alentado.

A leitura consumiu seis horas. A quem interessar possa, a íntegra está disponível aqui.

A despeito da posição de Marco Aurélio, o voto que balizou a decisão do tribunal foi emitido pelo relator.

Pressionando aqui você chega ao documento redigido pelo ministro Carlos Ayres Britto. Tem 105 folhas

++++++++++++++++++++++++++++++

COMENTÁRIO: Ufa! Gostei desse final. Ouvi a entrevista, pela CBN, feita pelo BOm demais, Heródoto Barbeiro, com o chefe dos arrozeiros. Nofa! O chefe é um misto de Capitão do mato com ditadorzinho.

Funcionários públicos do Paraná: já cuidou de seus fundos?




Do Blog do Fabio Campana


Heron Arzua propõe o fim da ParanaPrevidência

Sexta-feira, 20 de Março de 2009

De Elizabete Castro, no ParanáOnline
Durante a audiência pública de prestação de contas do Estado referente ao terceiro quadrimestre do ano passado, realizada ontem na Assembléia, o secretário da Fazenda, Heron Arzua, defendeu o fim da ParanaPrevidência, a gestora do fundo de aposentadoria e pensões dos servidores públicos estaduais. Arzua considera desnecessária a estrutura atual para administrar os recursos que cobrem os benefícios dos servidores.
A ParanaPrevidência funciona como um serviço social autônomo responsável pela gestão do sistema previdenciário por meio de dois fundos: o fundo financeiro e o fundo de previdência. O secretário também revelou que a Secretaria do Planejamento estuda uma reestruturação do plano de custeio do ParanaPrevidência, que amplia de trinta para quarenta e oito anos o prazo que o governo dispõe para aportar sua parte no fundo.
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10 comentários
bimbo disse:
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 9:22 hs
Pô, não era uma das poucas coisas que funcionada bem nessa “m” de governo?
Aí tem “coi$a” !
CLOVIS PENA disse:
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 9:23 hs
É. Faltou tempo a este governo para organizar a estrutura operacional.Parece o Senado, onde um jovem presidente está descobrindo furos administrativos e resolvendo tudo.Pena que os governantes anteriores não viram isto. Com a racionalidade, evitariam de falar que com o corte do salário dos servidores conseguirão equilibrar as contas.Agora, o que não cabe, é querer anunciar o diagnóstico da doença do falecido. E fazer a prescrição do medicamento !
jango disse:
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 9:28 hs
Estranho que depois de todo este tempo “acharam” desnecessária a estrutura da ParanaPrevi. Um governo que assim “achou” e que não cumpriu o aporte devido à ParanaPrevi não tem moral nem idoneidade para propor alteração. Os funcionários que se cuidem e cuidem de seu patrimonio. Lembrem-se que o Inquilino do Canguiri já extinguiu um fundo anterior e perigou a sustentabilidade do atual. Dinheiro do funcionário na mão do governante de plantão é vendaval …
Vicente Ferreira disse:
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 9:32 hs
Ué? Mas quando o advogado Alpendre saiu da Paraná Previdência e informou da inconsistência do fundo, da farra da Diretoria, de tudo que acontecia lá o Governo não cansou de emitir matérias e notas desmentindo? Agora tudo mudou?
Sandro disse:
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 9:34 hs
Quando foi criada, foi exemplo de como resolver o problema da previdência no Brasil, só que mal administrada pelos “competentes” pupilos do Requião naufragou em dívidas e mentiras. Agora pra sumir tudo, é mais fácil simplesmente dar fim na ParanáPrevidencia. Sugiro uma devassa na mesma, a fim de descobrir o que realmente houve por lá… PMDB e PT aliança da desgraça fez mais uma vitima.
DE NOVO
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 10:32 hs
CLOVIS PENA Modelo de gestão já existe. Basta que se cumpra, de boa fé. Sem isto, não adianta tirar o sofá da sala.Vide a atitude exemplar tomada no Alto Maracanã.Espera-se uma nova e boa surpresa do Ministério Público.
JoãoMariaDeAgostinho Quinta-feira, 19 de Março de 2009 – 17:42 hsEstou surpreso. Sem fôlego até. Olha só de QUEM veio essa sugestão maravilhosa. É a primeira vez que vejo o Rossoni falar algo que preste. Será um erro crítico?
Cap. Nascimento Quinta-feira, 19 de Março de 2009 – 19:54 hsPior mesmo é o fato de que esta história, que já aconteceu no passado quando do primeiro governo do nepotão de mello e silva se repete no atual, e todos os sindicatos, que deveriam representar os Servidores, nem se manifestam. É peleguismo ou é cagaço? Ou ambos?Ei reiquejão, pede prá sair.
Vigilante do Portão Quinta-feira, 19 de Março de 2009 – 20:37 hsE aquela bananosa da dívida do governo do Estado para com o ParanaPrevidência, como ficou?
pemedebista disse: Quinta-feira, 19 de Março de 2009 – 22:17 hsÉ a ignorância córnea do Deputado , desconhece toda a estrutura da PRPREV por ele criada pela lei 12.398 no governo Lerner do qual foi líder como poderia existir uma instituição sem Diretoria , e se esta fosse substituida pelo pessoal da Fazenda não seria também gente do mesmo governo que critica , ora bolas vá cata coquinho e estudar um pouco sobre previdência antes de dizer tanta besteira , a PRPREV foi o fundo que mais apresentou lucratividade no Brasil , cresceu 30 % só em 2009 , nunca deu prejuízos , o fundo da Caixa deu 1% e o do Banco do Brasil perdeu 10 bilhões de reais , então por que criticar a Paraná que já é controlada por servidores nos tres conselhos ´? é evidente que a intenção não é boa .
Jonas Colere disse: Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 0:23 hsSe a ParanaPrevidencia fosse apenas administradora do fundo previdenciário ate´poderia ser extinta com simplicidade porém mantendo-se a participação dos servidores que são os donos do Fundo e não o Deputado ou o Secretário. Ocorre que além disso faz a gestão da folha de cem mil servidores aposentados e pensionistas dos tres poderes conforme exige o Ministério da Previdência , promove o encontro de contas com o INSS e práticamente se paga com a compensação previdenciária .É uma instituição enxuta e em tempos de crise pode até conter mais gastos e reduzir uma ou duas diretorias , mas se for para enxugar despesas e diretorias tidas como cabide de empregos é bom começar pela Assembleia dando o exemplo como o Senado ensaia fazer e como quer o Ministerio Público Federal , os servidores e diretores da ParanaPrevidencia que peçam uma comparação de gastos e despesas com os gabinetes e diretorias da Assembleia mas para isso ” hay que tener cujones ” , e que os sindicatos se manifestem e vamos aos comparativos , inclusive na SEFA já que o Diretor Geral Nestor é o Presidente do Conselho da ParanaPrevidencia.
CLOVIS PENA Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 9:09 hsEm relação ao Paraná Previdência, querer “reformar”, é péssimo em final de governo. Isto poderá levar ao retorno do pagamento dos aposentados pelo caixa do Estado.Com a crise internacional é bom preservar as coisas, sem tentar adivinhar o que é melhor, fora de época.Reformas estruturais devem ser anunciadas em início de governo.
Vicente Ferreira Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 9:35 hsJá demorou.. É o maior cabidão - bando de incompetentes e puxa-sacos!
Eduardo Magalhaes Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 10:02 hsA diretoria deveria ser escolhida por cada categoria dos funcionarios publicos que contribuiem e nao indicaçao do Sr. Requiao e Assembleia e outros poderes que indicam conselheiros etc, o fundo e dos funcionarios. Cabe a eles elegerem conselheiros etc etc.
perguntar não ofende disse:
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 10:59 hs
Trata-se de afirmação tola e irresponsável. Está em gestação novo golpe na previdência dos funcionários públicos. Lembram do primeiro governo requianista? Extinguiram o fundo e nem deram satisfação. Agora, depois de seis anos de desgoverno, descobrem a pólvora novamente. Os funcionários públicos devem se mobilizar imediatamente, contratar uma assessoria específica e assistência jurídica competente e detonar os incompetentes que querem meter a mão nas reservas do funcionalismo.
Manoel Silva Castro
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 11:01 hs
O Heron está equivocado e desinformado, todos os Estados lutaram para criar instituições semelhantes a ParanaPrevidencia considerada um modelo para o Brasil , em 2008 Santa Catarina, São Paulo e Porto Alegre apenas para citar tres, o Rio já possui a sua , querer extinguir a Paraana é retirar o controle dos servidores presentes nos tres Conselhos e entregar o fundo para comissionados indicados pelo próprio Heron , não faz sentido já que o Fundo só tem crescido e a Diretoria nada mais faz do que sseguir as normas do Banco Central , do T.CE do Min. da Previdencia e dos tres Conselhos que a dirigem , por que extinguir uma instituição que é modelo copiado em todo o Brasil e citado em todos os Congressos ? Irrespondível , que se manifestem os servidores sempre cordeirinhos , que saudades da velha CUT , hoje aburguesada e governista.
CLOVIS PENA
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 11:04 hs
Atenção entidades dos servidores públicos e Ministério Público.Auditorias. Audiências públicas.Algumas sentenças em Tribunais Superiores da República mostram que medidas cautelares para proteção dos direitos das familias dos aposentados são necessárias.Em muitos casos os danos são irreparáveis.
De olho disse:
Sexta-feira, 20 de Março de 2009 – 11:16 hs
Trata-se um grande golpe orquestrado pelo Sr. Heron Arzua para garantir o seu quinhão do fim de mandato.

Gente que me fez gente


Quando, em 1989, cheguei ao Instituto de Psicologia da USP, SP, para fazer meu doutorado, encontrei muita gente boa. Pessoas finas. Eu viera de outra área (biologia/educação) e estava em seara alheia. Mas, muitos professores são a "finesse" de nossas vidas. A pitada de sal. Uma das professoras que amei pela vitalidade intelectual, pela simpatia e bom humor foi a querida Arakcy Martins Rodrigues. Fiz as duas disciplinas ministradas por ela: Indivíduo, grupo e sociedade. Arkcy publicou um livro dos mais emocionantes e bom metodologicamente (como requer a pesquisa de campo na área social): Operário, operária. Em 2003 estava em uma banca de doutorado em Curitiba e reencontrei-me com outra querida "profe", Silvia Leser de Mello. Por ela soube da morte da minha amada "teacher" em 2000. Apenas 62 anos. Arakcy e Silvia fizeram filosofia na USP. Velha guarda. Arakcy foi para a psicologia e psicanálise. Suas aulas eram maravilhosas. Sempre saia com vontade de ler mais, estudar mais e escrever mais. SAUDADE das boas tardes com ela no Instituto de Psicologia da USP, em São Paulo. Arakcy me fez mais gente. Devo muito a ela.


Outro dia volto a falar desse povo que me fez melhor.

Na falta de uma foto fica o livro dela.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Hoje acordei assim...(sentada)


Estou ressabiada, mas vou falar...


Não gosto de comentar nada de religiosos. Minha esfera é a dos políticos (que até beijam as batas dos religiosos). Também não ouvi a entrevista inteira do arcebispo da Má-ringa. Ouvi um trecho da entrevista na CBN local. Tema: violência. Argumento que escutei: a violência tem como causa a falta de DEUS.

Pode ser. Pode ser a falta de Deus e o excesso de diabos... no senado, no Congresso... Recuso-me a aceitar o argumento uma única causa- para um único efeito. ´
Vou continuar a estudar o Anthony Weston, A arte de argumentar. Recomendo. Editora Gradiva.

Os três meninos malvados...


Novo selo em Brasília...


SenATORES



TIM Viana e Sarney Tam/GOl. Aliança para os gastos do dinheiro público. Santa!

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