TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Imagem: Mafalda do Quino.
Fico assim quando leio essas notícias...
Do Blog do Noblat

Temer defende a liberação de salários acima do teto
De Cristiane Jungblut, de O Globo:
O presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), considerou nesta terça-feira "corretíssima" a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de liberar o pagamento integral dos salários de deputados e senadores que acumulam seus vencimentos com aposentadorias pagas por outras esferas de poder - o chamado "salário duplex" - , mesmo que isso extrapole o teto do funcionalismo de R$ 25,7 mil, pelo menos até a regulamentação da lei que prevê a criação de um banco de dados integrado sobre vencimentos na União, estados e municípios.
Temer disse que é favorável à regulamentação da medida, mas argumentou que não apenas eles, mas servidores em todo o país recebiam acima do teto e tiveram e medida respaldada pelo TCU. Leia mais em Temer diz que é 'corretíssima' a liberação do TCU de salários acima do teto

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Michael sai, Michel fica...

Fotos: José Cruz/ABr e Getty Images
Michel Temer e Michael Martim iguais no varejo mas diferentes no atacado.
Do Blog do Toinho de Passira

Michael Martin renunciou, já Michel Temer...
Presidente do Parlamento britânico diz que vai renunciar por causa dos escândalos, sente-se responsável pelos desmandos dos deputados, embora nenhuma acusação pese sobre ele, Michel Temer não sente nada, porque estava também na parada
Fonte: BBC Brasil

O presidente da Câmara dos Comuns (Câmara baixa) do Parlamento britânico, Michael Martin, comunicou que deve renunciar ao cargo em junho próximo, depois de ser duramente criticado pelo seu comportamento durante o escândalo do reembolso de despesas de parlamentares.
Martin disse a colegas que deixaria o cargo no dia 21 de junho, para manter "a unidade" da Casa. Será a primeira vez em 300 anos que o presidente da Câmara dos Comuns é forçado a deixar o cargo. Para muitos parlamentares e setores da opinião pública, Martin se empenhou mais em evitar que revelações sobre gastos pessoais de deputados viessem a público do que em reconhecer erros de conduta na Casa e mostrar disposição para introduzir reformas no sistema vigente.
No Brasil, os nossos parlamentares mantêm um nível de corrupção tão elevado, que não tem ninguém que possa protestar, devido ao envolvimento coletivo, assim ninguém é punido todos são felizes e o Presidente do Parlamento, nosso Michel Temer, não precisa se preocupar. Um grupo de 23 deputados ingleses chegou a submeter uma moção de desconfiança contra o presidente da Câmara, um gesto raro na história parlamentar britânica.
Por aqui quem fazia isso era Gabeira, agora não pode mais... O parlamentar do oposicionista Partido Conservador Douglas Carswell, (foto) que apresentou a moção, disse que o sistema parlamentar passou a sofrer com má reputação, com muitos deputados sendo vistos como "parasitas" por causa do escândalo. No Brasil o pessoal é mais específico: são sanguessugas mesmo. Mas Carswell disse à BBC que "a saída de Michael Martin não é o fim, é o começo - o novo presidente tem que ser reformista, precisa ser progressista".
Nick Clegg, líder do partido Liberal Democrata, também de oposição, disse à BBC ser favorável à renúncia de Martin, que vinha agindo, segundo Clegg, como um "defensor teimoso do status quo".Por aqui, não houve reação pelo fato de Michel Temer, em defender o “status quo” dos deputados e deixar o do povo, sem proteção. Gordon Brown, o primeiro ministro inglês e o líder do Partido Conservador David Cameron não quiseram se posicionar sobre o presidente da Câmara dos Comuns, dizendo que este é um assunto para o Parlamento, e não para o governo ou para a oposição. Esse Brown, branco de olhos azuis, não aprende mesmo, depois das lições de Lula devia se intrometer sim, para enfraquecer o parlamento e reduzir o preço dos deputados.
Foto: Gatty Images Presidente da Câmara dos Comuns Michael Martin caminha para o plenário na solenidade de abertura do Parlamento, em Londres.
Michael Martin, de 63 anos, é deputado do Partido Trabalhista por Glasgow há 30 anos e preside o Parlamento desde o ano 2000. O cargo que ainda ocupa é um dos mais importantes da política britânica. O presidente, ou "speaker" da Câmara dos Comuns, representa a Casa junto à família real e na Câmara dos Lordes (Câmara alta do Parlamento) e dirige os trabalhos do Parlamento. Ele dirige, também, o escritório que supervisiona e autoriza as despesas e verbas de gabinete dos deputados. Foram dados vazados por este escritório que permitiram que a imprensa britânica passasse a revelar pedidos de ressarcimento de gastos pessoais feitos por deputados. Pedidos como reembolso de gastos com estrume para uso em jardins, manutenção de piscinas e pagamento de salários para governantas escandalizaram a opinião pública. Essa opinião pública britânica está precisando ser lixada, quem já se viu se escandalizar com bobagens com essas. A diferença entre Michael e Michel, é de apenas uma letra, mas na verdade eles agiram mais ou menos da mesma maneira, a diferença dos resultados, é que a opinião pública inglesa é levada a sério e ainda tem capacidade de se indignar.

domingo, 3 de maio de 2009

Deputado Temer: teme o baixo clero

Imagem: Guto cassiano
Do Blog do Noblat

deu no correio braziliense
Jogo duplo de Temer
De um lado, o presidente da Câmara tenta agradar à opinião pública com medidas moralizadoras. De outro, faz de tudo para acalmar parlamentares acostumados com abusos e regalias. O desgaste é inevitável
De Izabelle Torres:
Quando assumiu o cargo em fevereiro deste ano, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), disse que sua meta era fazer com que os deputados não encontrassem problemas para caminhar no meio da população. Não sabia, naquela hora, o quão difícil seria realizar esse projeto. Três meses depois da posse, o presidente já coleciona anúncios de medidas radicais para acabar com as benesses à custa do erário, mas também junta ao currículo recuos e mudanças de postura.
Um vaivém de posições, resultado da linha tênue por onde precisa caminhar para ficar bem com a opinião pública, sem confrontar-se com os deputados acostumados à regalias bancadas pelo dinheiro do contribuinte.
As tentativas de Temer de agradar a dois lados com interesses tão distintos tem rendido a ele críticas dos próprios pares, que o acusam de ser guiado pela imprensa, e até comentários de saudosismo à postura agressiva que seu antecessor, Arlindo Chinaglia (PT-SP), costumava adotar em relação aos críticos do Parlamento.Consenso entre os deputados insatisfeitos é o fato de que não são raras as vezes em que o novo presidente recua de posições depois de anunciá-las. Para os satisfeitos e aliados do peemedebista, no entanto, as mudanças fazem parte de uma estratégia bem pensada para que ele consiga driblar as resistências e concretizar os projetos a que se propôs.
Um exemplo citado pelos entusiastas do estilo Temer é o fato de que mesmo depois da choradeira e das ameaças dos parlamentares, em especial os que compõem o baixo clero, as regras de restrições para o uso das passagens aéreas sairam da forma como o presidente queria desde o início.
Entre as posições que alguns encaram como recuo e outros como estratégia, estão decisões de Michel Temer referentes ao uso da verba indenizatória. Em 11 de março, numa tentativa de agradar à opinião pública, o presidente descartou a hipótese que propunha a extinção da verba e a incorporação do valor de R$ 15 mil aos vencimentos dos deputados. Na ocasião, disse que a atitude poderia ser interpretada como um reajuste em momento inoportuno.
O tempo passou e um mês depois o discurso era outro. No início de abril, Temer, no plenário, defendeu a mudança alegando que a incorporação iria representar economia aos cofres públicos e reduziria os gastos da Casa. A proposta voltou a ser discutida com os líderes, mas ainda não houve acordo. Assinante do jornal leia mais em: Jogo duplo de Temer

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Michel Temer, hein...


Notícia: Deputado Michel Temer viajou, em janeiro, com passagens pagas por nós....


Olhaí, até tu Temer? Então, não há o que ninguém temer. Se o chefe pode viajar com passagens pagas por nós para toda família, o que não podem fazer os deputados subalternos?

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