TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.
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domingo, 17 de outubro de 2010

Os culpados da crise: imigrantes


Tão democrática que ela é do BLOG Arrastão, Portugal


Por Sérgio Lavos

Infelizmente, parece que os “alarmistas” têm razão. Fixem estes nomes: Angela Merkel, Nicholas Sarkozy, Silvio Berlusconi. Não queria repetir-me, mas houve um tempo em que a direita dita “democrática” também não se preocupou muito com a ascensão da direita menos “democrática”. Deu no que deu. Agora, parece acontecer algo de inédito: é a própria direita dita “democrática” que se transveste de direita menos “democrática” e se começa a preocupar com os, pelos vistos, principais culpados da crise, os imigrantes.


O futuro, parece, é dos chamados “moderados”. De Angela Merkel, Nicholas Sarkozy, Silvio Berlusconi. E não será surpreendente que David Cameron embarque no mesmo Titanic. Fixem estes nomes: serão eles os coveiros da Europa.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Extra, extra....presidente francês é um monstro de seis célebos!

Deu na Folha de São Paulo
Carla Bruni diz em livro que Sarkozy, seu marido, é dono de "seis cérebros"
Foto de Jacques Brinon,Reuters

Bruni e Sarkozy visitam o mercado de Rungis, perto de Paris; primeira-dama lança livro hoje.
A ex-modelo e cantora Carla Bruni, 40, mulher do presidente francês Nicolas Sarkozy, lança hoje um livro em que narra o rápido romance iniciado em jantar em 13 de novembro do ano passado e que terminou em casamento no dia 2 de fevereiro. "Eu não esperava alguém tão bem-humorado, tão espirituoso. Seu físico, seu encanto e sua inteligência me seduziram. Ele tem cinco ou seis cérebros incrivelmente irrigados", diz a primeira-dama francesa.
O livro, "La Véritable Histoire de Carla et Nicolas" (A Verdadeira História de Carla e Nicolas), pela editora Moment, é em verdade uma longa entrevista dada a Valérie Bénaïm e a Yves Azéroual.Ela e o marido se conheceram na casa do publicitário Jacques Séguéla, que chefiou as duas campanhas presidenciais do socialista François Mitterrand, em 1981 e 1988, defendeu publicamente no ano passado a candidata socialista Ségolène Royal, mas mudou de opinião antes do segundo turno e declarou que votaria em Sarkozy.Bruni também é uma recém-convertida. Fez declarações em favor de Ségolène e se definia como uma "mulher de esquerda".Tais detalhes não estão entre os trechos do livro publicados pelo semanário "Le Point" e pelo jornal "Le Parisien".
O relato é bem mais mundano. Carla Bruni-Sarkozy diz que o jantar de Séguéla foi uma espécie de "blind date" (encontro às escuras). Eram três casais, e ela e o presidente -recém-divorciado de sua segunda mulher, Cécilia Ciganer-Albéniz- eram os únicos solteiros. Segundo ela, Sarkozy tinha olhos apenas para ela e a cobriu de gentilezas. Ficaram de se encontrar novamente para jantar no dia seguinte. Carla Bruni serviu a refeição à luz de velas.D iz admirar o marido por sua capacidade de trabalho. É capaz de ouvir o relato e ler ao mesmo tempo um relatório. Também cita sua bonomia. "Com três raios de sol a vida para ele já é magnífica."Ela afirma que ser primeira-dama "é uma função, não uma profissão". Diz querer lutar "contra a pobreza e contra a ignorância".
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Comentário: seis célebos?!

sábado, 5 de janeiro de 2008

Escolinha: Sarkozy na França e Requião no Paraná!


Da Folha de São Paulo
Sarkozy cria sistema para avaliar o desempenho dos ministros
Grade de avaliação foi criada por consultoria empresarial americana; premiê chamará interessados e os advertirá em caso de descumprimento das metas
DA REDAÇÃO

A França implantou um sistema de avaliação do desempenho de seus 15 ministros, que em breve serão recebidos individualmente pelo premiê François Fillon, que lhes indicará a nota obtida e poderá repreendê-los ou substituí-los pelo não-cumprimento de metas.

A idéia foi exposta pela primeira vez por Nicolas Sarkozy em maio, pouco depois de sua posse como presidente. O assunto voltou a ser abordado por Fillon no conselho de ministros no início de novembro.A construção da grade de avaliação foi entregue a uma empresa de estratégia empresarial, a Mars & Co, criada nos Estados Unidos em 1979 e que hoje reúne 250 consultores em seis escritórios espalhados pelo mundo, um deles em Paris.

O jornal "Le Monde" dá alguns exemplos sobre o funcionamento do sistema. O ministro da Educação será avaliado pela quantidade de horas extras que professores aceitaram trabalhar. É um indicador possível da melhoria da qualidade do ensino e da diferenciação de salários, premiando quem não se contentar com o limite de 35 horas semanais. A ministra do Ensino Superior receberá boa avaliação se for grande o número de universidades que aceitem a autonomia de gestão financeira, prevista por uma lei de agosto.

O ministro da Imigração será julgado pelo número de estrangeiros irregulares que forem expulsos ou pelo número de estrangeiros regulares admitidos na França.

No Ministério da Cultura, será prova de competência o aumento de visitantes a museus gratuitos e a bilheteria local dos filmes franceses.

Nas Relações Exteriores, o ministro será bem avaliado caso seus colegas compareçam a mais reuniões da União Européia em Bruxelas. A França ocupará no segundo semestre a presidência rotativa da UE.

Essa "cultura de resultados" pregada por Sarkozy também levará em conta o desempenho eleitoral dos ministros nas eleições municipais de março. Muitos deles acumulam o cargo no governo com o de prefeito ou vereador, o que a lei eleitoral francesa permite. Isso expande o alcance de uma regra política não escrita, pela qual se demitem do ministério apenas os membros do gabinete que não se reelegem para a Assembléia Nacional (a Câmara dos Deputados). O sistema de avaliação foi recebido com desdém pela oposição socialista. O deputado Pierre Moscovici o qualificou de "artefato perigoso" por supor que a avaliação do governo deixou de ser uma tarefa do Parlamento. Pierre Moscovici, eurodeputado do PS, disse que a avaliação é dada pelos eleitores, por meio de eleições.
Comentário: Sarkozy imita Requião?

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