TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.
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terça-feira, 15 de junho de 2010

Ui, que tesão é só uma oração!


IGREJAS & PICARETAGENS
junho 14th, 2010 Author: cap-tirado do Acir Vidal
Igreja Universal abre drive-thru de oração e oferta



A Igreja Universal abriu em seu templo da Vila Mariana, na zona sul de São Paulo, um drive-thru de oração e oferta.

Esse tipo de atendimento rápido a pessoas dentro do carro foi popularizado no Brasil nos anos 80 pela McDonald’s. Depois, também com êxito, o sistema foi adotado pelos bancos, como o Bradesco e o Itaú.

O templo da Vila Mariana fica em uma rua de congestionamentos, principalmente entre às 18h e 20h.

O propósito do pastor Osvaldo Volpini, o responsável pelo lugar, é atrair quem esteja parado no trânsito e necessite de um apoio espiritual de emergência.

Tão rápido quanto uma loja de fast food, um pastor do drive-thru entrega ao motorista um folheto com os horários dos cultos, faz uma oração e um pedido de oferta à igreja. Coisa de cinco minutos.

Volpini disse que esse sistema já existe na Universal de Houston, Texas (EUA). O bispo Renato Cardoso, o responsável pelo templo de lá, aproveitou a ideia das igrejas que em 2006 começaram a dar atendimento nas mais movimentadas rodovias norte-americanas.

O site Arca Universal, da igreja, informou que, nestas primeiras semanas de funcionamento, o drive-thru tem atraído inclusive motoqueiros e pedestres, que não são afetados pelo congestionamento do trânsito.

Relatou um caso da eficiência do serviço: depois de ter passado no drive-thru, uma costureira, que estava desesperada por causa de dificuldades financeiras, recebeu o pagamento de todos os seus devedores.

O drive-thru da Universal promete ser o fast food dos milagres.


(*) Repassado pela Maria Helena Santini.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Deus é real!

Do sempre querido ACIR


AJOELHOU, TEM QUE DOAR
Juiz acata denúncia contra líder da Universal
Edir Macedo e mais 9 são réus em processo por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro; defesa diz que igreja é perseguida.

Dados do Coaf apontam que as transferências atípicas e os depósitos bancários em espécie da igreja somaram R$ 8 bilhões de 2001 a 2008

MARCIO AITH DA REPORTAGEM LOCAL

A Justiça recebeu ontem denúncia do Ministério Público de São Paulo e abriu ação criminal contra Edir Macedo e outros nove integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus sob a acusação de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

A denúncia, aceita pelo juiz Glaucio Roberto Brittes, da 9ª Vara Criminal de São Paulo, resulta da mais ampla apuração sobre a movimentação financeira da igreja já feita em seus 32 anos de existência.

Iniciada em 2007 pelo Ministério Público de São Paulo, a investigação quebrou os sigilos bancário e fiscal da Universal e levantou o patrimônio acumulado por seus membros com dinheiro dos fiéis, entre 1999 e 2009 -embora não paguem tributos, igrejas são obrigadas a declarar doações que recebem.

Segundo dados da Receita Federal, a Universal arrecada cerca de R$ 1,4 bilhão por ano em dízimos. As receitas da igreja superam as de companhias listadas em Bolsa -e que pagam impostos-, como a construtora MRV (R$ 1,1 bilhão), a Inepar (R$ 1,02 bilhão) e a Saraiva (R$ 1,09 bilhão).

Somando-se as transferências atípicas e os depósitos bancários em espécie feitos por pessoas ligadas à Universal, o volume financeiro da igreja no período de março de 2001 a março de 2008 foi de cerca de R$ 8 bilhões, segundo informações do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão do Ministério da Fazenda que combate a lavagem de dinheiro.

A movimentação suspeita da Universal somou R$ 4 bilhões de 2003 a 2008. A denúncia foi assinada pelos promotores Everton Luiz Zanella, Fernanda Narezi, Luiz Henrique Cardoso Dal Poz e Roberto Porto.

Reportagem da Folha publicada em dezembro de 2007 revelava o patrimônio da Igreja Universal do Reino de Deus acumulado em mais de 30 anos -o que incluía um conglomerado empresarial em torno dela. Após a publicação, fiéis da igreja entraram com ações por dano moral contra o jornal, no país todo (leia texto abaixo).

O xis do problema, para os promotores, não reside na quantia de dinheiro arrecadado, mas no destino e no uso que lhe foi dado pelos líderes da igreja no período investigado. Um grande volume de recursos teria saído do país por meio de empresas e contas de fachada, abertas por membros da igreja, e foi depois repatriado também por empresas de fachada, para contas de pessoas físicas ligadas à Universal.Os recursos teriam servido para comprar emissoras de TV e rádio, financeiras, agência de turismo e jatinhos.

Para a investigação, isso fere dois princípios legais. Empresas privadas pagam impostos porque o propósito de suas existências é o lucro. Igrejas, pela lei brasileira, não pagam tributos porque suas receitas, em tese, revertem para o exercício da fé religiosa, protegida pela Constituição.Quando o dinheiro oriundo da fé é desviado para comprar e/ou viabilizar empresas tradicionais, que têm o lucro como finalidade, a imunidade tributária está sendo burlada.O outro problema, com base na denúncia, diz respeito ao direito dos fiéis da Universal a que os recursos revertam para a igreja. O uso de recursos para outras atividades seria um desvio de finalidade, do qual fiéis e a Universal seriam vítimas.Depósitos atípicosSegundo o Ministério Público de São Paulo, os recursos da Universal eram transportados em jatinhos e foram depositados em contas definidas pelos bispos, principalmente no Banco do Brasil e no Banco Rural.Duas empresas que seriam de fachada recebiam o grosso dos depósitos, segundo a denúncia -a Unimetro Empreendimentos S/A e a Cremo Empreendimentos S/A."As empresas Unimetro e Cremo não apresentaram qualquer movimentação que indicasse atividade de comércio. De fato, trata-se de empresas de fachada", relata a denúncia. As duas empresas encontram-se instaladas no mesmo endereço, que também consta como sede da Clínica Santo Espírito. Nenhuma apresenta qualquer indício de atividade comercial, dizem os promotores.Entre janeiro de 2004 e dezembro de 2005, a Unimetro recebeu em duas contas, no Banco do Brasil e no Banco Rural, um total de R$ 19,2 milhões. Em sua grande maioria, a movimentação foi proveniente de transferências eletrônicas.A empresa Cremo, no mesmo período, totalizou R$ 52,1 milhões em créditos em três contas, no Banco do Brasil, Banco Rural e Banco Safra.As duas empresas remetiam os recursos, por sua vez, às companhias Investholding Limited e Cableinvest Limited, localizadas em paraísos fiscais (ilhas Cayman e ilhas do Canal, respectivamente).O dinheiro retornava ao país em forma de contratos de empréstimos a laranjas, usados para justificar a aquisição de empresas e imóveis ligados à Universal, segundo a denúncia.Descreve o texto da promotoria: "Podemos citar como exemplo a compra da TV Record do Rio de Janeiro. A empresa foi adquirida em nome de seis membros da Igreja Universal do Reino de Deus, que justificaram a origem da transação (avaliada em US$ 20 milhões) através de empréstimos junto às empresas Investholding e Cableinvest". Outro exemplo usado na denúncia é o da TV Itajaí, também comprada com recursos oriundos da Cremo.As remessas de dinheiro da Investholding foram feitas de agências do Banco Holandês Unido, em Miami e Nova York.As remessas da Cableinvest teriam se dado de forma distinta. Os dólares foram levados até a Cambio Val, uma das maiores casas de câmbio do Uruguai, e trocados por moeda brasileira.Em 1992, a Investholding remeteu ao menos US$ 6 milhões para o Brasil. De 1992 a 1994, a Cableinvest trocou US$ 11,96 milhões por moeda nacional na casa de câmbio Val, no Uruguai. A origem de todo esse dinheiro foram os dízimos dos fiéis, sustenta a denúncia.
(*) Da Folha de São Paulo (Assinantes)

domingo, 5 de outubro de 2008

Devolva!

Cap-tirado do SOLDA
Igreja Universal terá que devolver mais de R$ 50 mil de dízimo à fiel

Edson Luiz e sua mãe, Dulce Conceição de Mello, 65 anos.
A Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada a devolver ao fiel Edson Luiz de Melo todos os dízimos e doações feitas por ele. De acordo com o processo movido por sua mãe, Edson, que é portador de enfermidade mental permanente, passou a freqüentar a igreja em 1996 e desde então era induzido a participar de reuniões sempre precedidas e/ou sucedidas de contribuição financeira.
Segundo o advogado que representou o fiel, Walter Soares Oliveira, a quantia total a ser restituída será apurada com base nas provas, mas certamente ultrapassará os R$ 50 mil. Além de devolver as doações, a Igreja Universal ainda terá de indenizar o fiel em R$ 5 mil por danos morais.
No processo consta que "promessas extraordinárias" eram feitas na igreja, em troca de doações financeiras e dízimo. Teria sido vendida a Edson Luiz, por exemplo, a "chave do céu". A vítima também recebeu um "Diploma de Dizimista" assinado por Jesus Cristo. Com isso, as colaborações doadas mensalmente chegaram a tomar todo o salário do fiel, que trabalhava como zelador.
Em virtude do agravamento de sua doença, Edson foi afastado do trabalho, quando então passou a emitir cheques pré-datados para fins de doação à igreja. Ele ainda fez empréstimos em um banco e vendeu um lote por um valor irrisório, para conseguir manter as doações à instituição religiosa.
Processo
Em 1ª Instância o juiz havia ponderado que a incapacidade permanente do fiel só se deu a partir de 2001, quando houve sua interdição. Dessa forma, ele entendeu que a igreja não poderia restituir valores de doação anteriores àquele ano, motivo pelo qual estipulou em R$ 5 mil o valor que deveria ser devolvido.
Já em 2ª Instância, o desembargador Fernando Botelho, relator do recurso, considerou que o fiel não tinha "condições de manifestar, à época dos fatos, livremente a sua vontade, já que dava sinais (quando da emissão dos cheques de doação à igreja) de ter o discernimento reduzido" sendo 'os negócios jurídicos ali realizados nulos', e por isso determinou, juntamente com os outros dois desembargadores, a devolução do valor integral das doações. A decisão ainda cabe recurso judicial. Portal Uai.

domingo, 9 de setembro de 2007

Seu carro quebrou? Seu patrão lhe maltrata? Seu governador não lhe dá aumento de salário? Seu convênio médico é ruim? Não se atrapalhe...


Por ITALO NOGUEIRADA SUCURSAL DO RIO Folha de São Paulo, domingo
A Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) distribuiu anteontem, durante "a maior sessão de descarrego do mundo", segundo a organização, carnês bancários para que seus fiéis contribuam na ampliação da rede de rádio da igreja no país.

O valor mínimo proposto a ser pago mensalmente é de R$ 20. O evento, na praia de Botafogo, zona sul do Rio, contou com a presença de 650 mil pessoas, disse a PM. O carnê -com 12 boletos, além da capa e contracapa- traz uma explicação aos fiéis sobre a importância do papel do rádio na evangelização."A mídia é um canal valioso que a Iurd tem usado na propagação da Palavra de Deus, e o rádio é a principal ferramenta capaz de alcançar aqueles que moram nas mais distantes regiões", diz o texto na contra-capa do "carnê dos Auxiliares".A Iurd já controla uma rede nacional de rádios em FM, a Rede Aleluia, além de várias emissoras locais, em AM e FM.

A recompensa pela colaboração seria a inclusão do nome do contribuinte à "lista dos auxiliares do bispo Edir Macedo". "Logo após você pagar, e entregar o comprovante na igreja, seu nome chega aos nossos computadores. Aí estaremos orando por você toda a madrugada. (...) Então tem de ser feito mensalmente", disse Macedo. O valor proposto é de R$ 20. Macedo, fundador da igreja, pediu valores maiores. "Quem puder doar R$ 50 doe R$ 50, R$ 100." Antes, havia ocorrido a contribuição de dízimo.Macedo, que foi preso em 1992, sob acusação de charlatanismo, curandeirismo e estelionato, começou a erguer o império de comunicação da Universal no final dos anos 80, quando comprou as três emissoras de TV da Record de São Paulo. O grande salto de expansão neste setor se deu nos anos 90. Até 94, a Record tinha seis geradoras próprias de TV. Em 95, foram acrescidas mais oito. Ainda nos anos 90, a Universal investiu em duas novas redes de TV -Rede Mulher e Rede Família. Neste ano, foram compradas a TV e rádios Guaíba.

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650 MIL Aqui tem funcionários públicos, advogados, médicos (...) É dando ... vai dar e receber
EDIR MACEDO da Igreja Universal do Reino de Deus, pedindo o "dízimo" na "a maior sessão de descarrego do mundo", no Rio, à qual compareceram 650 mil pessoas, ontem na Folha.

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