TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.
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quinta-feira, 22 de maio de 2008

Frase hipócrita


Do Mangabeira (Na Folha de São Paulo de hoje)

É preciso lembrar que Mato Grosso não é só Amazônia, é também Centro-Oeste. E desempenha um papel exemplar na construção da agricultura brasileira. É um dos dínamos agrícolas do Brasil e do mundo"
ROBERTO MANGABEIRA UNGER
ministro dos Assuntos Estratégicos, responsável pela coordenação do Plano Amazônia Sustentável, logo após encontro com o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), ontem na Folha.
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Comentário: E pensar que este senhor nos era apresentado pelo Ciro Gomes como um intelectual! O perfil dele é mais de puxa-saco.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Opereta Unger


Seria comédia se não fosse uma tragédia política e econômica. O Ministro do Alopra, Mangabeira Unger, discursou, em língua semi-portuguesa, ontem sobre seus projetos. Do alto de seu insuportável sotaque explanou seu projeto de desenvolvimento insustentável e educação. Não deu para entender o que quer. Não porque seu sotaque é embaraçante, mas pelo vazio intelectual. Parece mais ou menos o seguinte:quer trabalhar em três estados seu projeto de desenvolvimento agrícola sustentável e para isso quer um ensino médio melhor. O ministro (sic) desconhece o Brasil, a LDB e os governos... VOLTE para os EUA, Ministro.

sábado, 19 de janeiro de 2008

As propostas quânticas de Mangabeira Unger, por Toinho de Passira


Mangabeira Umger é um Ministro, Star Trek, acima de seu tempo, fala de forma incompreesível, mesmo quando quer ser compreendido, imaginem quando resolve ser teorico e primordialmente quântico?

Toinho de Passira , fotomontagemde Toinho
Fontes: Folha de São Paulo
O ministro “de volta para o futuro” Mangabeira Umger, pousou na Amazônia com um avião da FAB recheiado com 35 sábios convidados disposto a sugerir sugetões risíveis para o desenvolvimento da região. Após cada interminaveis e incompreensiveis reuniões, Magabeira tem sido obrigado a se reunir com a com a imprensa para desdizer o que acabou de falar, por incompreesões, do pobres mortais, incapazes de alcançar toda a sabedoria futurolologa quântica. Por exemplo, pelo que compreendemos, o Ministro no primeiro momento da viagem, sugeriu teletransportar o rio amazonas para o nordeste, um sistema utilizado com naturalidade pelos membros da Enterprise, em Jornada nas Estrelas.
Explicando as águas seriam desmaterializadas no rio amazonas pelo e novamente materializada nas nascentes do rio Caçatuba, aqui em Passira.
Mangabeira disse a Folha que a idéia de um aqueduto foi um "erro de interpretação" da imprensa. Talvez ele queira dizer um erro de tradução, pois o seu projeto era de um tele-transporte e não foi compreendido, vejamos o que ele diz em seguida: “Isso não impede, em sua opinião, a busca pelo transporte de água entre regiões distintas a um custo acessível”. "Mas isso apenas no futuro, com tecnologia a ser desenvolvida." – continuou afirmando a Folha de São Paulo. (É um teletransporte ou não é?)
Noutro desmentido disse ter sido mal compreendido ao tratar da Zona Franca de Manaus. Jornais locais publicaram hoje que o ministro havia proposto que os incentivos fiscais fossem estendidos a todos os Estados da região. Não era bem assim. Segundo o ministro, a Zona Franca foi usada apenas como modelo para uma política ampla de incentivo a atividades econômicas sustentáveis. "Uma zona franca verde." (O ministro que montar um bordel só com meninas de marte, pelo que entendemos. Mais polêmica vem por aí, pois na palestra de ontem o Ministro propôs o desenvolvimento do homossexualismo, se é que compreendemos corretamente a fala do Ministro ciborgue: "É preciso construir um vínculo entre vanguarda e retaguarda, o que pressupõe ultrapassar o fordismo do Sudeste". disse.
É ou não proposta de expansão do homossexualismo, além das fronteiras do sudoeste? Os políticos que participaram das reuniões pouco compreenderam. O governador decepcionado parecia esperar por propostas mais palpáveis, como investimentos em infra-estrutura de transportes e formação de mão-de-obra qualificada e políticas tributárias diferenciadas. "Não adianta pensarmos em um transporte lunar, se não conseguimos enfrentar as questões do cotidiano", resumiu o governador do Estado, Eduardo Braga (PMDB), com ultrapassados pés no chão. Para finalizar, o ministro Gilberto Gil (Cultura), de passagem pelo Brasil, aproveitou uma fresta na sua agenda de shows, e integrou a tal comitiva e em Manaus, contribuiu com uma esclarecedora palestra, no idioma soteropolitano, intitulada “Reinstitucionalização e democratização da inteligência". Coisa de louco, meu!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Cadê o Mangabeira?



Do BLOG PÉROLAS

Do gabinete do presidente do Palácio do Planalto, o professor Mangabeira Unger saiu ministro para a pasta a ser criada juntamente com o decreto de nomeação. E o governo nada negou ao novo astro da Esplanada dos Ministérios para pavimentar o êxito internacional que iluminaria a imagem do país e do seu chefe e na fulgurante ascensão ao grupo seleto dos líderes do mundo......
Ora, num governo que está sempre enrolado numa crise, às voltas com denúncias e implicância da oposição, com o Congresso no centro do picadeiro durante meses do romance do presidente do Senado, senador Renan Calheiros, com a repórter Mônica Veloso, mãe de uma filha de 4 anos, é fácil passar despercebido quando não há o que mostrar.
O ministro Mangabeira Unger e o ministério desapareceram do noticiário. Só agora foi lembrado, no rescaldo da derrota do governo no Senado, com a recusa da prorrogação da cobrança da CPMF, o imposto do cheque até 2011, como um das possíveis vítimas de extinção no enxugamento da obesa maquina burocrática
Villas Boas no JB . Artigo completo nos Pensamentos do Dia

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Frase hipócrita

Do Blog do Noblat
Sou um estudioso do mundo e eu lhes digo que entre os países de renda média, o Brasil é o País onde há menos corrupção.”
Roberto Mangabeira Unger, secretário de Planejamento de Longo Prazo
Comentário: O que falar quer dizer? Que ele aprova a corrupção dos políticos? Que podemos continuar a ver senadores na cama com suas amantes pagando-as com dinheiro de propina? Que eles podem comer o dinheiro dos Ministérios? Aloprado mesmo!

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Mangabeira, hummm, já põe a manguinha de fora!


Mangabeira Unger faz operação limpeza’ no Ipea


Folha no Blog do Josias de Souza


Alçado ao primeiro escalão de Brasília mesmo depois de ter anotado em artigo que o governo Lula é “o mais corrupto da história”, o neo-companheiro Mangabeira Unger que mostrar serviço. Está na bica de mostrar as garras ao Ipea.
Trata-se de um instituto que realiza, com notável independência, estudos e pesquisas sobre os temas mais diversos. Era subordinado ao ministério do Planejamento. Passou a compor o organograma da enigmática pasta de Mangabeira, incumbida de farejar o longo prazo.

Há no Ipea um Grupo de Conjuntura. O grão-petismo sempre implicou com esse aglomerado de estudiosos. Argumenta-se que é, digamos, excessivamente tucano. Mangabeira resolverá o problema. Professor de Harvard, templo da diversidade intelectual, o ministro do futuro vai exterminar do presente o grupo incômodo. Vão abaixo três notas veiculadas na seção Painel (assinantes da Folha):

- É pra já: Não se sabe o que Mangabeira Unger fará no longo prazo, mas, de imediato, decidiu acabar com o Grupo de Conjuntura do Ipea, que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, desde sempre hostilizou por considerar repleto de tucanos. O grupo, no qual se destacam nomes como Fábio Giambiagi, existe há cerca de 30 anos no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, que em junho passado migrou do guarda-chuva do Ministério do Planejamento para o da recém-criada secretaria do professor de Harvard.
Embora já tenha recebido aval do governo, Mangabeira enfrentará reação externa. Um dos que se movimentam na tentativa de salvar o Grupo de Conjuntura é o ex-ministro João Paulo dos Reis Velloso.

- Precedentes 1: Em governos anteriores ao de Lula, o Grupo de Conjuntura do Ipea enfrentou pelo menos dois "embates fortes", nas palavras de um observador, com a autoridade de turno.

- Precedentes 2: O primeiro se deu quando o ministro do Planejamento era Delfim Netto (1979-1985). O segundo, já no governo FHC, quando a pasta foi ocupada por José Serra (1995-1996).
Escrito por Josias de Souza às 16h52

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