
Quem me conhece sabe que não aprecio os métodos das professoras. Meus alunos já conhecem minhas críticas ao blá, blá, blá professoral. Odeio livros didáticos. É a partitura (muito ruim) dos professores; se tirar ninguém dá aula. As editoras amam; o MEC também. Com o livro didático as escolas podem ter aulas tipo maracanã: cheias de crianças e jovens. Com o livro didático, o professor não precisa estudar e pode dar 60 horas aula por semana. Tem sua bengala didática. E o governo ama. Paga menos por mais aulas. Uma aluna de um faculdade ligou para mim, para me entrevistar. Queria saber se eu apreciava as apostilas como "método"(sic) didático. Disse não! Estou até agora esperando-a argumentar. MAS, o que eu quero falar é do menino aqui nesse benedeto estado do Paraná, de uma escola pública estadual, que apanhou da professora. Apanhou? Não, ela quebrou seu braço e seu queixo. DEPOIS, o sr Ministro da Educação diz que os professores fazem da escola "espaço de convivência". Só se for de convivência com professoras bandidas. Minha amiga Valéria, também professora da Universidade, matriculou sua filha em uma escola municipal de Maringá este ano. E não é que lá a professora batia nas crianças???
