TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Congréçio


Broco de carnaviá


Ai, como é gostoso roubar!


O deputado Ed-mar a pior Moreira, vulgo Castelão gagá, não aparece em Brasília desde o dia 4 de fevereiro. Vergonha? Renunciou? Foi cassado?

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Por falar em deputado... pensei na Paraiba. O governador Casso foi cassado. Maranhão assumiu o "puder". O assumido Maranhão também está sendo processado por desvios de dim dim. Helloooo!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Do Castelo do Ed-mar a pior...


Do Blog do Acir, Contraovento

Assim caminha a humanidade brazileira

Imagem: Salvador Dali
Fontes: Globo News, CBN nacional

Assis, cidade do interior de São Paulo: policial militar é filmado surrupiando R$650,00 produto de um roubo.

Bauru, interior de São Paulo: ladrões destroem lojas (e levam roupas).

Catanduva, SP, um borracheiro e seu sobrinho de 19 anos foram presos (e soltos) por ABUSO SEXUAL em crianças do bairro deles. Os dois abusaram de quase uma centena de meninos e meninas. As MÃES fizeram uma via sacra para poder efetuar a denúncia. Primeiro foram à polícia. resposta: a justiça é lenta. Segundo: conversaram com a delegada da Delegacia das Mulheres. Resposta: a justiça é lenta. Terceiro: foram ao promotor. resposta: nada podia fazer. E daí?
Um diretor de escola tomou as rédeas. refez o caminho das mães com uma associação de cidadania. AINDA não têm solução para os dois homens tarados por crianças. BRAZIUUU!
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Brasília: deputados e senadores querem elevar seus salários agregando as verbas de representação (roubo às claras como em Bauru e Assis); o castelo do Ed-mar a pior Moreira continua em pé... SÃO O EXEMPLO DE NOSSA HUMANIDADE. A cachorrada é geral. Os do andar de cima ensinam os do andar de baixo. E o Brazil vira o país dos ladrões.

Quem são os animais?


Do Blog da Gloria Reis, mineira, uai!
Quem são os animais?
Ruy Castro
"Daí que o trote selvagem aplicado há uma semana pelos veteranos de uma escola de veterinária em Leme, SP, num calouro -chutes, chicotadas, intoxicação alcoólica e ser lambuzado com fezes e com animais em decomposição- levou-me a pensar melhor nas relações entre humanos e animais. Fez-me perguntar: "Quem são os animais?"
Meu gato Fu Manchu, 6 anos, baixou hospital na semana passada. O que parecia uma infecção urinária revelou-se uma obstrução na uretra, provocada por cálculos na bexiga -cinco cristais intrometidos, que se alojaram ali para provocar agonia e dor. De repente, foi preciso operar. Durante alguns dias, fiquei privado de uma companhia que sempre me confortou, por amorosa e alerta. Tanto em casa como na clínica felina onde o internamos, em Botafogo, pude sentir a entrega dos profissionais que o cuidaram. Já passei por muitos gatos e veterinários, e sempre achei que a relação entre eles era especial. Como, por deficiência humana, não somos capazes de dialogar com os gatos e perguntar sobre seus sintomas, o veterinário precisa de mais que ciência e sensibilidade para chegar ao problema e à solução. Precisa, por exemplo, de humildade, para estar ali a tratar de um ser que, pelos padrões estabelecidos pelo homem, não pertence à escala superior deste mesmo homem. No entanto, o que se coloca em suas mãos, na mesa de cirurgia, é uma vida tão preciosa como qualquer outra -e que é cara aos que cuidam ou se deixam cuidar por ela. Sempre que entreguei um gato a um veterinário, torci para que este fosse o melhor ser humano que eu poderia ter escolhido naquele momento.Daí que o trote selvagem aplicado há uma semana pelos veteranos de uma escola de veterinária em Leme, SP, num calouro -chutes, chicotadas, intoxicação alcoólica e ser lambuzado com fezes e com animais em decomposição- levou-me a pensar melhor nas relações entre humanos e animais.
Fez-me perguntar: "Quem são os animais?". Gostaria de saber os nomes daqueles futuros veterinários -para, nem por acaso, um dia, deixar um de meus gatos ao alcance de sua ferocidade.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

E o que falar quer dizer?!

Do Blog The Passira News

Manifesto do Blog Passira News

Foto: Reuters
Manifesto do Passira News

Nós do “the passira news” pedimos desculpas aos skinheads europeus e suiços em particular, por ter imaginado que eles eram um bando de nazistas/neonazistas, conservadores xenofabos, defensores de uma supremacia racial branca e anti-semitas, capazes de agredir uma estrangeiras e mutilá-la. Não consta na história recente, que qualquer um dos grupos de vocês tenham cometido crime similar. Só nós, uma civilização atrasada, do outro lado do Atlântico seriamos capazas de imaginar tal sandice e de caluniar gente tão ordeira, humanista e civilizada. Mil perdões e “Heil Hitler!"

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ahahahahaahahahahahahhaahahahahahah

Jarbas já!


Acabei de ouvir o Jarbas Vasconcelos, o senador pelo PMDB pela CBN nacional. Reafirmou o que disse na entrevista na VEJA. Sua preocupação: a corrupção incorporou-se na paisagem brasileira. É verdade, incorporou-se e ficou naturalizada. Nascemos corruptos.

De qualçquer maneira, foi bom o senador Jarbas dizer que seu próprio partido é corrupto. Renan, o Calheiros que o diga.

Sem um gato para puxar o rabo, indico Jarbas para presidente. Nada de Serra, Dilma ou o playboy mineiro Aécio. Jarbas já!

Banco de dados


Culinária...


Oinc, oinc....


Do Blog do Orlando Tambosi

Burraldos podem dar aula em São Paulo
Na Folha, uma notícia estarrecedora:
Cerca de 1.500 professores que tiraram zero em uma prova de seleção do próprio governo estadual de São Paulo poderão lecionar neste ano na rede.O exame foi promovido pela Secretaria da Educação do governo José Serra (PSDB) com a intenção de selecionar 100 mil docentes temporários. 214 mil pessoas se candidataram.
Os 1.500 professores "nota zero" vão poder dar aulas porque uma decisão liminar (provisória) da 13ª Vara da Fazenda Pública suspendeu os resultados do exame, de 25 testes, realizado em dezembro passado.
A liminar atendeu ao pedido da Apeoesp (sindicato dos professores), que alegou que os docentes temporários que já trabalham na rede há muitos anos não podem ser descartados com base numa "provinha". Considera que o correto seria realizar um concurso público. (Para
assinantes).

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Comentário:
Defendo os professores, faço parte dessa categoria. MAS odeio a burrice. PUTZ! Ninguém pensa nas crianças, nos trilhões de faculdades privadas (e, porque não dizer, públicas também) que fazem das licenciaturas cursos de burrice aguda. O papel do sindicato não é este. É lutar por bons profissionais. Fiz uma pesquisa (aqui em Maringa) em 1998 com professores. Chamava-se Professores formando professores. O resultado gerou tanta revolta que publiquei apenas a primeira parte.

Flanelinhas e flanelões ...


Geralmente eu não suporto conversas que criminalizam os excluidos. Criminalizar meninos em situação de risco, flanelinhas, prostitutas ... faz parte de um discurso que me dá náuseas. Não que eu concorde com atitudes violentas de gangues, traficantes e até dos flanelinhas (eu nunca tive nenhum problema com flanelinhas e dou dinheiro mesmo). O problema é que eu faço parte dos excluidos. Sinto-me excluida. Sinto-me à margem como eles. É claro que não sou (ainda?), mas sinto-me sendo. Isso me faz ver as coisas por outro ângulo. Penso:
1- Por que temos tanto medo dos flanelinhas? Isso mesmo, medo que se transforma em raiva. Será que nele nos vemos (por uma porta bem pequena)? Temos medo de tornamo-nos flanelas também?
2 - Os flanelinhas roubam-nos alguns tostões. Os flanelões (políticos de várias estirpes) roubam-nos laptops, salários indevidos aos seus parentes, amantes e vizinhos. Fazem castelos de bilhões. Roubam gado. Terras. E, daí? Ninguém os condena ostensivamente?
3 - Somos covardes ou somos brazileirus? Ou tudo é a mesma coisa? Creio que jamais seremos modernos. Nascemos e morreremos em uma nação fundada pela hipocrisia e corrupção portuguesa. Nunca fizemos uma revolução moderna, de costumes. Ainda somos os mesmos colonizadores ignorantes que não suportavam os mais pobres. Precisamos deles para justificar nossas vidas. Justificar nossos discursos. Xô!!!!!!!!!!!!
4 - Queremos coisas bregas como uma van cinza desenhada com uma zebra, o cúmulo da breguice. Queremos aposentadorias bilionárias de deputados estaduais como no Paraná. Queremos uma cidade dirigida por empresários incultos e mesquinhos. Queremos os ricos porque é deles o reino de Deus. Só pode ser isso.

Cidades

Imagem: Yerka
Texto de Valter Dubiela (arquiteto, mora no Canadá) escrito para o Factorama (blog em que também escrevo). Interessante para se pensar a Má-ringa (e também Porto Ferreira e também ....)

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Richard Florida propôs um indice de tolerância para avaliar a competitividade de cidades. Segundo ele, não basta que a cidade abrigue indústrias de tecnologia de ponta, como biotecnologia ou robótica, para competir com outros polos tecnológicos. Infraestrutura de transporte, comunicação, educação, cultura e lazer, não basta ter aeroporto, universidade, etc. são muito importantes para outros tipos de indústria, mais insuficientes para entrar no jogo da competição pelo desenvolvimento tecnológico. Além deste arsenal de apoio à produção industrial, a mão de obra criativa procura qualidade de vida. Tolerância, governância e abertura de espírito são alguns dos fatores que levam empresas que trabalham com o espírito criativo de seus funcionários a se instalarem ou não numa cidade.

Como calcular este índice? Florida elaborou dois índices, o primeiro, que ele chama de índice boêmio, mostra a força da produção cultural, seja com atividades de grande p­úblico quanto atividades underground e de vanguarda.

Um outro índice é o índice de diversidade social, que mede a tolerância pelo número de comunidades organizadas em função da origem étnica ou da opção sexual. Uma forte porcentagem de homossexuais e de representantes de diversidade étnica integrados socialmente indica que a cidade é tolerante e dinâmica. Ele cita como exemplo São Francisco que permitiu o desenvolvimento do Vale do Silício, e de Montréal, que concentra um polo de indústria aeroespacial.

Cidades impregnadas pour uma tradição de corrupção e desigualdade, culturalmente engessadas por um ranço exófobo e moralista, ou seja, com pouca abertura à diversidade social e sexual não atraem empresas de alta tecnologia simplesmente porque a mão-de-obra necessária à criação tecnológica prefere não viver em cidades com este perfil.O ponto paradoxal destes índices é que a competitividade entre cidades exige um tipo de cooperatividade entre grupos socio culturais diferentes dentro de uma mesma cidade. É esta capacidade de compreender as diferenças e de permitir manifestaçoes diversas de modo respeitoso e pacífico que expressa a qualidade da vida urbana e da sua dinâmica, e que a faz atrativa aos criadores. Para que uma cidade capitalista seja competitiva em mão-de-obra criadora de tecnologia de ponta, ela precisa demonstrar um mínimo de tolerância visando a cooperação na diversidade.
Florida é professor na Universidade Carnegie Mellon na Filadelfia e expoe seus argumentos no
The rise of the creative class (2002a, 2002b).

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COMENTÁRIO: Boa pesquisa. Isso explica porque Maringa se torna a Má-ringa. Cidade linda, com pessoas excelentes, mas políticos bem medianos. Que compram laptops sem licitação, que impedem funcionários de verem sites (porno ou não), que empregam parentes... ou donos de4 bares que expulsam homossexuais.... e blá blá. Ah, que fazem cruzadas contra os flanelinhas esquecendo-se dos flanelões.

Os flanelões



Do Blog de Ricardo Noblat 17.2.2009
4h11m

DEU EM O GLOBO
Oito senadores do PMDB são investigados no STF
Crimes incluem corrupção, compra de votos e sonegação fiscal
Oito dos vinte senadores do PMDB respondem atualmente a inquéritos ou ações penais no Supremo Tribunal Federal. Levantamento feito pelo GLOBO mostra que 40% da maior bancada do Senado são investigados por crimes como corrupção, formação de quadrilha, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, compra de votos e sonegação fiscal. A lista inclui de veteranos como o líder do governo Romero Jucá (RR) a novatos como Lobão Filho (MA), que acaba de completar um ano de mandato.
A bancada do PMDB no Senado foi um dos principais alvos do senador peemedebista Jarbas Vasconcelos (PE) - que não aparece na lista de investigados. No topo da lista de complicações no STF está Valdir Raupp (RO), que acaba de entregar a liderança do PMDB a Renan Calheiros (AL). Ele é réu em duas ações penais e responde a dois inquéritos. Numa ação por peculato (desvio de dinheiro público), que se arrasta desde 2003, é acusado de desviar mais de R$ 1 milhão de uma estatal quando governava o estado. Raupp já foi condenado em primeira instância a seis anos de prisão em regime semiaberto, mas o processo está parado há quase um ano.
Raupp também responde a inquéritos por crimes contra a administração pública e contra o sistema financeiro. Ex-ministro da Previdência, Jucá é alvo de dois inquéritos - por compra de votos e crime de responsabilidade - que tramitam em segredo de Justiça. Ele é acusado de desviar verbas de obras federais em Roraima.
O senador Leomar Quintanilha (TO) é acusado de direcionar verbas em troca de propinas de empreiteiras. O Ministério Público estima os desvios em R$ 25 milhões. O suplente do ministro Hélio Costa, Wellington Salgado (MG), tem dois inquéritos, ambos por crimes de sonegação. Lobão Filho (MA), suplente do pai, ministro Edison Lobão, tem uma ação penal e um inquérito. Leia mais em O Globo
Com seis ministros no governo Lula e mais as presidências da Câmara e do Senado, o PMDB administra um orçamento de R$ 151 bilhões, segundo a lei orçamentária de 2009 aprovada pelo Congresso. Só o ministério da Saúde, com o ministro José Gomes Temporão à frente, tem o maior orçamento da Esplanada, R$ 59,52 bilhões. O partido controla ainda o Ministério da Defesa, com Nelson Jobim, que teve sua verba aumentada no governo Lula ano após ano e em 2009 chegou a R$ 51,38 bilhões. O Ministério de Minas e Energia, com o senador Edison Lobão (MA), controla R$ 7,1 bilhões, sem contar os recursos das cobiçadas estatais do sistema elétrico, também sob influência do partido.
O ministro Geddel Vieira Lima (BA), que patrocinou a adesão do PMDB da Câmara ao governo Lula, administra um orçamento de R$ 12,96 bilhões (incluindo os fundos constitucionais) no Ministério da Integração Nacional, que tem entre suas principais atribuições a revitalização e transposição do Rio São Francisco. Leia mais em O Globo

Modelito fashion


Dim dim ou plim plim...

Imagem: e o povo, o!
Do Blog do Rigon, Maringá

O prefeito Bega, de Astorga, vai testar a sua Turma do Amém na sessão de hoje. Conta o Astorga Verdade Urgente, já esta ensaiado: um projeto de lei vai permitir o nepotismo na administração municipal. Conta o blog que é tudo encenação para que o prefeito possa acertar a situação da esposa, do filho e da nora.Comenta-se na cidade que se os vereadores aprovarem o projeto é porque rolou muito... como chama aquele negócio?...

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COMENTÁRIO: Aqui na Má-ringa uma trupe de parentes também não tem cargos? Os parentes e suas serpentes não se profissionalizam e têm que comer o dim dim em algum lugar. Interessante é que ao lado desta notícia ouço a CBN local. Pacote do dia: criminalizar os flanelinhas. Qual a diferença entre os flanelinhas e os parentes dos vereadores, prefeitos, deputados? Simples: os flanelinhas trabalham! ahahahahahaaha

Todos enrolando....



Lula com Dilma. Aécio com Serra. Meu Deus, quem dirige o país se todos estão de olho em 2010?

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

João amava José que amava Joaquim...


A notícia e os comentários são do Blog do fabio Campana, Curitiba
Ricardo Barros garante que PP vai apoiar Osmar Dias em 2010
Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009 – 16:11 hs

Hoje, em visita à Assembléia Legislativa, o presidente do PP, deputado federal Ricardo Barros (foto), deixou claro que o partido vai apoiar o senador Osmar Dias em sua candidatura ao governo em 2010.
O primeiro passo para quebrar a aliança do PDT com o PSDB, que elegeu o prefeito Beto Richa, já foi dado com o anúncio da candidatura própria dos tucanos. O nosso apoio, portanto, é para o senador Osmar Dias”, afirmou Barros.

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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009 – 16:11 hs. Deixe um comentário.
6 comentários
SYLVIO SEBASTIANI
Segunda-feira,
16 de Fevereiro de 2009 – 16:53 hs
O deputado federal Ricardo Barros está querendo o Senador Osmar Dias candidato à Governador, para pegar a sua vaga, para isso o PP que não tem força nenhuma no Paraná, já apoia o Osmar.Mas, sempre um Mas, nisso, depende do Presidente Lula, do PT, pois o Deputado Ricardo Barros é Vice-Lider do Lula na Câmara Federal. Portanto o Lula tem que estar de acordo com isso.
Sincero
Segunda-feira
, 16 de Fevereiro de 2009 – 17:01 hs
O PP não tem força? E fato de ter o mesmo número de prefeituras que o PSDB no Estado não conta??Eis que se instala no Paraná o aparthaid político, com a total discriminação daqueles que ousam não apoiar o Beto Richa. Em breve até os banheiros serão separados, entre eleitores do neo Lerner e os demais cidadãos.
ronaldo
Segunda-feira
, 16 de Fevereiro de 2009 – 17:18 hs
Perguntar não ofende, o Sr. Barros já combinou com todos os filiados e eleitores do PP ?
Centro
Segunda-feira
, 16 de Fevereiro de 2009 – 17:20 hs
“Sinceramente” gostaria de fontes para os dados apresentados, independente de que lado queira se defender. Realmente o PP tem mais “bala na agulha” do que se pensa, muito mais que o PT provincial.Impressionante como gostam de colocar o nome do Lerner na mesa…O segundo mandato dele foi péssimo. Citar isso em uma possível relação com o Beto seria inteligente e não o antisemitismo velado da comparação acima…
Carlão
Segunda-feira
, 16 de Fevereiro de 2009 – 18:45 hs
O Ricardo Barros , deve garantir mais não muito, pois se o Osmar estiver em baixa, ele já o larga no caminho e tira foto sorrindo ao lado do outro candidato, o que vai vencer é claro.
Junior
Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009 – 19:59 hs
Ricardo Barros tá doidinho pra que Osmar libere uma vaga no senado e o apóie. No que depender de mim, ele não se elege nem pra síndico de prédio.

Fernandinho no carnaval


Carnaval gente!




Eita, sÔ!


Do Blog do fabio campana
“Jarbas Vasconcellos é um vagabundo”, diz Romanelli
Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009 – 17:40 hs

O líder de Requião na Assembléia, Luiz Cláudio Romanelli (foto), disse há pouco, na área de imprensa da Assembléia Legislativa, para todos os jornalistas e presentes que quisessem ouvir, que o senador “Jarbas Vasconcellos é um vagabundo”. Irritado, esta foi a maneira de Romanelli demonstrar seu ódio pelas recentes declarações de Vasconcellos, que disse à revista Veja que o PMDB é um partido corrupto.
A entrevista teve grande repercussão, mas dirigentes do PMDB em todo o país preferiram ou ignorar as declarações de Vasconcellos, ou considerá-las um desabafo.
Foto:
Denis Ferreira Netto

Fernandão!


A direita também come criancinhas....

Do Josias de Souza
Informe-se sobre o tema aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.
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Não faltava mais nada no Braziuu.

Estão surdos, mudos e cegos....



Do Josias de Souza
16/02/2009" ) ;
Chamado de corrupto, PMDB finge que não é com ele
FolhaUma das características mais curiosas da corrupção se observa nos partidos políticos. O corrupto está sempre nas outras legendas.

No último final de semana, numa entrevista ao estilo arrasa-quarteirão, Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) subverteu a praxe.

Olhou de relance para o quintal dos vizinhos: “A corrupção está impregnada em todos os partidos”.

Mas lançou um olhar especialmente severo para o gramado ao se redor: “Boa parte do PMDB quer mesmo é corrupção”.

Citou Renan Calheiros: “Ele não tem nenhuma condição moral ou política para ser senador, quanto mais para liderar qualquer partido”.

Mencionou José Sarney: “A moralização e a renovação são incompatíveis com a figura do senador [...]. Sarney vai transformar o Senado em um grande Maranhão”.

Pois bem, chamado para a briga por um dos seus, o PMDB decidiu fingir que não é com ele. Em nota, a Executiva da legenda disse que “não dará maior atenção” ao tema.

Em entrevista, Michel Temer (SP), presidente do partido, disse que são demasiado “genéricas” as acusações do colega Jarbas.

Como dirigente da legenda, Temer não cogita pedir a expulsão de Jarbas. Havendo uma representação formal de outro filiado, dará curso a ela.

De resto, não se ouviu durante o dia uma mísera palavra de Renan. Nada de Sarney. Silêncio de velório.

Aqui e ali, ecoaram manifestações de desconforto e de solidariedade. Ponto. Só não ficou nisso porque Jarbas decidiu manter os lábios grudados no trombone.

“Eu não retiro nada do que eu disse, quem quiser me processar, procure o conselho de ética do partido", repisou o senador, um sobrevivente do velho MDB.

Os repórteres cobraram nomes. E Jarbas: "Como posso citar nomes? É um número muito volumoso, eu não vim ficar como auditor do PMDB no Congresso...”

“...Eu não disse que todo o PMDB era corrupto, mas grande parte. São nos escalões superiores que a corrupção vive".

A reação do PMDB aos ataques de Jarbas é tão amena que extinguiu-se em relação ao partido até o benefício da dúvida.

O absurdo e a perversão adquiriram no PMDB uma doce, persuasiva e admirável naturalidade.
Escrito por Josias de Souza

Ai!


Xiiii!


CURIOSIDADES LINGÜÍSTICAS


SEIS CURIOSIDADES LINGÜÍSTICAS
José Augusto Carvalho
1 . Por que se diz “fazer ouvidos de mercador”? Na pesquisa das origens de frases feitas (Origens de anexins, proloquios, locuções populares, siglas etc. 2.ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1909), Castro Lopes deu asas à imaginação, e muitas de suas hipóteses devem ser descartadas, por carecerem de explicação convincente. Tal é o caso da expressão “lé com lé, cré com cré” que ele diz ter vindo de “leigo com leigo, clérigo com clérigo”, mas não explica como o ditongo fechado da sílaba “lei” poderia ter dado ”lé”, com a vogal aberta.

Há casos de monotongação e de mudança de timbre em verbos, na pronúncia popular dos nomes homógrafos, como “róbo” (verbo roubar), a distinguir-se de “rôbo” (roubo, substantivo). Não é esse o caso de “leigo com leigo”. Castro Lopes também não explica o rotacismo (mudança de l para r) na sílaba inicial de “clérigo” (cré). Melhor hipótese é a de João Ribeiro, ao propor “lei com lei, credo com credo” (RIBEIRO, João. Frazes feitas. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1908): pode ter faltado a explicação da mudança de “lei” para “lé”, mas, pelo menos, não foi preciso explicar a evolução de “credo” para “cré”. Vasco Botelho do Amaral, em Meditações críticas sobre a língua portuguesa (Lisboa: Edições Gama, 1945, p.120-l), cita, sem explicar, a locução “da mesma lé”. Seria sinônimo de “laia”?
Qualquer hipótese, nesse terreno, poderia ser tão ruim quanto as de Castro Lopes e João Ribeiro. Por que não “léu com léu, crepe com crepe” (por “nudez com nudez, roupa com roupa”)? Pelo menos nesta hipótese (que aqui apresento como contestação) não é preciso explicar a mudança de timbre. É arriscado, senão leviano, fazer conjeturas sem respaldo científico.
Está neste caso a expressão “fazer ouvidos de mercador”, que Castro Lopes explicou como corruptela de “fazer ouvidos de mau credor”, sem explicar como se deu a confusão entre “mau credor” e “mercador”, ou como se processaram as alterações fônicas. João Ribeiro acha que, na expressão, mercador é mercador mesmo, que, por gritar a plenos pulmões suas mercadorias em via pública, fez crer aos que o ouviam sua condição de mouco.
Melhor explicação, dá-no-la Orlando Neves (Dicionário das origens das frases feitas. Porto: Lello & Irmão, 1992, s.v. “Fazer ouvidos de mercador”), que atribui à palavra “mercador” uma corruptela de “marcador”, nome que se dava ao carrasco que marcava os ladrões com ferro em brasa, indiferente aos seus gritos de dor. O Diccionario do Moraes não consigna o termo marcador, mas, no verbete marcar, dá a seguinte explicação: “Pôr marca, sinal; v.g. marcar o gado com ferro quente; marcar o ladrão na testa;” o que confirma a existência da pena cruel e, conseqüentemente, a daquele que a aplicava.
Assim, o “mercador” da frase feita é corruptela de “marcador”, o carrasco surdo às súplicas alheias.
2. Por que o homem brasileiro simples chama a esposa de “patroa”? A ideia é sutil. Um patrão não é apenas um dono. O patrão é a pessoa para quem se trabalha, aquele que é beneficiado com o produto do trabalho assalariado de alguém que está a seu serviço. Ora, a esposa, que, na sociedade patriarcal, não trabalha fora de casa, é a beneficiária do trabalho do marido assalariado. Em outras palavras, a mulher que é apenas uma dona de casa é a patroa, porque o marido trabalha para ela!
3. Por que velhos são “coroas” ? – Quando houve a proclamação da República, tudo o que era imperial passou a ser sinônimo de coisa antiga. Em seu Novo dicionário da gíria brasileira (3.ed. Rio de Janeiro: Tupã, 1957, s.v. – a 1ª edição é de 1945), Manuel Viotti define coroa como gíria militar, com o sentido de “Antiguidade, a monarquia decaída”. Por força do recrutamento obrigatório dos jovens de 18 anos, que, findo o treinamento, voltam às atividades civis e difundem a linguagem da caserna, muitas palavras da gíria militar acabam adquirindo foro de universalidade. Foi o que ocorreu com “rancho”, que designa o restaurante e, por extensão, a comida ou a refeição, como em “hora do rancho”, ou o que ocorreu com batebute, corruptela do inglês battle boot, “bota de batalha”, que designa o coturno ou o chapim. Assim, tudo o que era antigo ou velho era da coroa ou, simplesmente, por metonímia, era “coroa”. Um homem velho, portanto, é antiguidade, é coroa.
4. Por que se diz “conto do vigário”? – A palavra “vigário” vem do latim vicariu-, que significa “substituto”. Isso quer dizer que o sacerdote é chamado vigário por ser um substituto do bispo, numa paróquia. O Papa é chamado de “vigário de Cristo”, isto é, o substituto de Cristo. É nesse sentido original de substituto que se chama “vicário” (com c, por ter entrado na língua por via erudita) o verbo que, numa oração, substitui outro, da oração precedente, como em “Se ele pergunta é porque não sabe”, onde o É está no lugar de PERGUNTA. A expressão “conto do vigário”, para designar um engodo, relaciona-se com o sentido primitivo do termo latino, e não com o sacerdote. Em outras palavras, “conto do vigário” é a história em que uma pessoa leva o substituto (sem valor) de algo que pretendia adquirir com vantagem. Em termos proverbiais: leva gato por lebre. Também se chama “conto do paco”. Paco veio do latim paccus ou do francês pacque (palavra originária do étimo neerlandês packe), por intermédio do lunfardo, como gíria de ladrões. Pacote é diminutivo de paco.
5. Por que “amigo da onça”? – Alguns autores fantasiam a origem da expressão popular “amigo da onça”. Magalhães Júnior, em seu Dicionário brasileiro de provérbios, locuções e ditos curiosos (4. ed. Rio de Janeiro: Documentário, 1977, s.v. amigo da onça), conta a seguinte história: um caçador mentiroso dizia que fora acuado por uma onça de encontro a uma rocha. Sem armas e sem ter como fugir, escapa dando um grito tão violento que a onça, assustada, fugiu em pânico. Ante o descrédito do ouvinte, o contador de história pergunta: “Você é meu amigo ou amigo da onça?” Antenor Nascentes, no Tesouro da fraseologia brasileira (Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986, s.v. amigo), conta outra história: um caçador, à beira de um abismo, encontrou uma onça. Tentou matá-la, mas a espingarda falhou. O caçador então pergunta ao ouvinte se ele imagina o que aconteceu em seguida. Este, obviamente, responde que a onça teria devorado o caçador. E o caçador, indignado, pergunta: “Você é meu amigo ou amigo da onça?” São histórias fantasiosas sem respaldo documental.
Ora, “onça”, na expressão em estudo, não designa o felino, porque está no sentido clássico de “miséria”. “Estar na onça”, para João Ribeiro (Frazes feitas, Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1908, p. 125-6) é estar na penúria. A libra tem doze onças. Estar na undécima onça é estar quase na miséria. João Ribeiro refere-se à expressão também em italiano: “su l’undic’once”, isto é, na undécima onça, quase na miséria. Macedo Soares (Dicionário brasileiro da língua portuguesa. Rio de Janeiro: MEC/INL, 1954, vol. I; 1955, vol. II, s.v. onça) explicita que “estar na onça” é “loc. dos estudantes, não ter vintém”. Quem só tinha uma onça procurava guardá-la ou evitava gastá-la, para não ficar a zero. Tornou-se, portanto, compulsoriamente, um “amigo da onça”. Com o tempo, “amigo da onça” passou a sinônimo de “amigo da miséria” alheia, como o personagem que o humorista Péricles de Andrade Maranhão imortalizou nas páginas da revista O Cruzeiro.
6. Por que o mau motorista é barbeiro? – Viterbo afirma que barbeiro era o oficial “que se ocupava de alimpar açacalar, dar esmeril e guarnecer as espadas, adagas, etc.” (VITERBO, Joaquim de Santa Rosa. Elucidário das palavras, termos e frases que em Portugal se usaram e que hoje regularmente se ignoram. Edição crítica de Mário Fiúza. Porto: Civilização, 1965, s.v. Barbeiro das espadas.). O dicionário de Moraes Silva diz que barbeiro é o “Homem que faz as barbas, e as rapa, corta ou apara.” E conclui: “Há barbeiros de lanceta, ou sangradores, outros dantes concertavão as espadas limpando-as, e afiando-as, alias alfagemes” (s.v. Barbeiro). No seu Glossário crítico de dificuldades do idioma português (Porto: Simões Lopes, 1947), Vasco Botelho do Amaral (s.v. Barbeiro) cita Gonçalves Viana, que informa que, “sobretudo, o barbeiro tinha amplas funções de médico de aldeia, aplicando mezinhas e sanguessugas, fazendo sangrias, cortando calos e tirando dentes” e que “os barbeiros da aldeia tinham, além de outras, também funções de sangradores e de cirurgiões”. Vasco B. do Amaral lembra um anexim popular de sua época: “quem lhe dói o dente busca o barbeiro”. Ora, quando um barbeiro era infeliz em alguma missão diferente daquela que lhe garantira o nome da profissão – ater-se à barba e ao cabelo – o povo lembrava que o insucesso da empreitada era “coisa de barbeiro” e não de médico ou de dentista especializado. Por extensão, era chamado barbeiro quem fazia de modo infeliz alguma coisa para a qual não era profissionalmente preparado. Um motorista, consequentemente, é barbeiro quando realiza algum tipo de manobra que denota a sua inabilidade ao volante ou a sua falta de vocação como condutor de veículo

(José Augusto Carvalho é Mestre em Lingüística pela Unicamp e Doutor em Letras pela USP)

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