Do Blog de Ricardo Noblat
deu na folha de s. paulo
TJ de Mato Grosso apura desvio de R$ 1,5 milhões a juízes
Corregedoria aponta indícios de enriquecimento ilícito de magistrados e diz que maior parte da verba foi repassada à maçonaria
De Rodrigo Vargas:
Relatório de investigação criminal da corregedoria do TJ (Tribunal de Justiça) de Mato Grosso aponta "sérios indícios" de que os cofres do Judiciário foram utilizados para "enriquecimento ilícito" de magistrados e para cobrir o rombo provocado pela quebra de uma cooperativa de crédito conveniada à maçonaria no Estado.
De acordo com a investigação, verbas públicas foram usadas em uma "operação de socorro" destinada a restituir R$ 1.477.872,79 em depósitos feitos por 160 maçons da Grande Oriente de Mato Grosso -entidade máxima da maçonaria no Estado- na Cooperativa de Crédito Rural do Pantanal, fechada pelo Banco Central em novembro de 2004.
A operação se desenrolou, segundo a corregedoria, entre os meses de dezembro de 2004 e fevereiro de 2005 e foi concretizada, em parte, por meio do pagamento de verbas indevidas a um desembargador e a dois juízes, todos maçons, integrantes ou ligados à cúpula do TJ entre os anos de 2003 e 2005
deu na folha de s. paulo
TJ de Mato Grosso apura desvio de R$ 1,5 milhões a juízes
Corregedoria aponta indícios de enriquecimento ilícito de magistrados e diz que maior parte da verba foi repassada à maçonaria
De Rodrigo Vargas:
Relatório de investigação criminal da corregedoria do TJ (Tribunal de Justiça) de Mato Grosso aponta "sérios indícios" de que os cofres do Judiciário foram utilizados para "enriquecimento ilícito" de magistrados e para cobrir o rombo provocado pela quebra de uma cooperativa de crédito conveniada à maçonaria no Estado.
De acordo com a investigação, verbas públicas foram usadas em uma "operação de socorro" destinada a restituir R$ 1.477.872,79 em depósitos feitos por 160 maçons da Grande Oriente de Mato Grosso -entidade máxima da maçonaria no Estado- na Cooperativa de Crédito Rural do Pantanal, fechada pelo Banco Central em novembro de 2004.
A operação se desenrolou, segundo a corregedoria, entre os meses de dezembro de 2004 e fevereiro de 2005 e foi concretizada, em parte, por meio do pagamento de verbas indevidas a um desembargador e a dois juízes, todos maçons, integrantes ou ligados à cúpula do TJ entre os anos de 2003 e 2005
Nenhum comentário:
Postar um comentário