TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.

domingo, 30 de setembro de 2007

Hummmm...


Elio Gaspari Folha de São Paulo

LAÇOS FORTES
Não há motivo para se duvidar de Lula quando ele defende seu ministro Walfrido Mares Guia dizendo que, "para mim, ele merece minha confiança total". Em maio de 2005, quando Roberto Jefferson denunciou o mensalão, Nosso Guia disse: "Parceiro é solidário com seu parceiro". À primeira vista, nesse caso faltou solidariedade. Olhando melhor, pode-se suspeitar de que acabou havendo alguma compreensão.

Se gritar pega ladrão, não sobra um meu irmão...




Deu na Folha de São Paulo


Indicado por Ciro para banco é alvo da CGU
Victor Ponte teria favorecido empresa; ele não foi localizado, e o ex-ministro nega ingerência em BNB
DA SUCURSAL DE BRASÍLIADA AGÊNCIA FOLHA
Indicado para o cargo pelo ex-ministro da Integração Nacional e hoje deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), o diretor de Administração do BNB (Banco do Nordeste), Victor Samuel Ponte, é alvo de auditoria da CGU (Controladoria Geral da União).Segundo reportagem publicada pela revista "Época" nesta semana, Ponte teria assinado, de maneira irregular, um acordo que permitiu reduzir de R$ 65 milhões para R$ 6,6 milhões uma dívida da empresa Frutan S/A (Frutas do Nordeste do Brasil), uma produtora de limões para exportação, com sede no Piauí. Procurada pela Folha, a CGU confirmou a investigação. Conforme a revista, Ponte assinou sozinho o acordo, mas nas condição de diretor de Administração não teria competência para isso. Esse procedimento também seria contrário à orientação da AGU (Advocacia Geral da União). A reportagem informa também que o ministro Guido Mantega (Fazenda) ligou para Ciro Gomes para informá-lo de que teria aberto um processo administrativo para investigar o diretor do banco.
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Ciro diz que ligar nome dele ao caso é "forçar a barra"
DA AGÊNCIA FOLHA
O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) afirmou ontem que vincular o nome dele a irregularidades supostamente cometidas por Victor Samuel Ponte é "forçar notoriamente a barra". Em nota encaminhada à revista "Época" e direcionada a outros órgãos de imprensa, ele se disse "indignado" com a reportagem. "Não tenho nenhum amigo problema. Amigo problema, sob o ponto de vista ético, para mim, é ex-amigo."Ciro declarou que a participação do Ministério da Integração Nacional, que comandou até 2006, na renegociação das dívidas da empresa "limitou-se a encaminhar a consulta do BNB à Advocacia Geral da União (AGU), para que esta desse seu parecer".

A grande família


"Meu tempo é curto", disse Mangabeira a amigos em junho

FÁBIO VICTORDA SUCURSAL DE BRASÍLIA
No final de agosto, Roberto Mangabeira Unger reuniu sua equipe da SPLP (Secretaria de Planejamento de Longo Prazo) num hotel em Pirenópolis, cidade histórica do interior de Goiás. Pouco mais de 20 servidores se dispuseram em torno de uma mesa redonda e gastaram um fim de semana apresentando propostas para o futuro do Brasil e ouvindo diagnósticos e preceitos do chefe. A dinâmica de grupo era um reflexo da pressa de Mangabeira.
Poucos dias após assumir o cargo, em 19 de junho, confidenciou a amigos um temor: "Meu tempo político é curto, tenho que apresentar resultados rapidamente". Tachado de oportunista por se juntar a um governo que dois anos antes chamara de "o mais corrupto da história", ele antevia mais pressão pela frente.Na quinta-feira passada, ainda que por vias tortas, a previsão se concretizou, quando a bancada do PMDB no Senado traiu a coalizão governista que integra e rejeitou a medida provisória que criava um ministério para o filósofo do PRB.Se não conseguiu tornar públicos projetos de longo prazo, a gestão-relâmpago de Mangabeira na secretaria foi suficiente para que ele começasse a formatar uma equipe e um modelo de trabalho singulares na Esplanada dos Ministérios.
Ele próprio dono de carreira prodigiosa -começou a lecionar na Universidade Harvard, nos EUA, aos 24 anos e virou professor titular da instituição aos 29-, cercou-se de jovens no gabinete. Dos seus sete auxiliares diretos, cinco têm até 35 anos - sendo uma com 26, um com 28 e um com 29.
Reverência
Outro traço que salta aos olhos na equipe é a reverência. Dois assessores especiais (salário bruto de R$ 8.400), Daniel Vargas, 28, e Sérgio Gusmão, 29, foram alunos de direito de Mangabeira na Universidade Harvard (EUA).
Um terceiro, Carlos Sávio Gomes Teixeira, 35, exaltou a obra do chefe em sua dissertação de mestrado em ciência política na USP, sob o título: "A esperança e a grandeza como forma de transformação: o pensamento político de Roberto Mangabeira Unger e o Brasil".O orientador da tese, concluída em 2003, foi o hoje ministro da Educação Fernando Haddad, que também o orienta no doutorado na USP, igualmente sobre a obra do filósofo. Teixeira compara Mangabeira a Karl Marx. "O escopo de seus projetos teórico e político é grandioso. Considero não ser insensato compará-lo, em termos de abrangência e objetivos, àquele empreendido por Karl Marx no século 19", escreveu o pupilo em um artigo publicado em 2005.
A pouca idade e as mesuras dos novos colegas, assim como o enigma de um intelectual vindo da academia de outro país, provocaram estranheza nos remanescentes do órgão anterior para planejamento de longo prazo, o NAE (Núcleo de Estudos Estratégicos), que permaneceram na estrutura.Restaram 22, que se somaram aos 22 chegados pós-Mangabeira (dos 79 que a SPLP foi autorizada a contratar). O grupo se divide em dois prédios em Brasília, e ambas as estruturas são precárias, poucas e pequenas salas para muita gente.Na equipe que ficou há alguns militares, debruçados especialmente sobre o Plano de Defesa Nacional, uma das primeiras incumbências da SPLP, em parceria com o Ministério da Defesa.
O ex-chefe do NAE era o coronel Oswaldo Oliva. Irmão do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), ele deixou o órgão com a chegada de Mangabeira, sob a alegação de que o "padrão americano" de planejamento que o ministro pretendia implantar era incompatível com o adotado até então, balizado pelo modelo europeu.
Nos últimos três anos, o NAE preparou o programa "Brasil 3 Tempos", com metas e planos para 2007, 2015 (Objetivos do Milênio da ONU) e 2022 (bicentenário da Independência), que Oliva finaliza agora como assessor especial da Presidência. No topo da lista de prioridades está a melhoria e a universalização da educação básica. Este é um dos seis eixos estudados pela equipe de Mangabeira. Os outros são: Ciência & Tecnologia, Defesa, Geração de Emprego, Política Industrial de Inclusão e Amazônia/Mudanças Climáticas/ Biocombustíveis/Energia.
Na reunião em Pirenópolis, foram apresentados pela equipe propostas para as seis diretrizes. Mangabeira teve o papel de provocador, ora contestando, ora acrescentando dados.No final de tudo, fez uma exposição sobre os eixos, com ênfase a valorização do trabalho. Afirmou ser vital repensar as relações do Estado com o trabalhador informal e apontar saídas para incluí-lo no mercado. Cobrou da equipe novos estudos até novembro, quando pretende formatá-los e apresentar ao presidente Lula.Mangabeira não quer dar entrevistas por ora. Desde a posse, só falou à revista Piauí: "Descobri que, para ajudar a transformar o Brasil, em primeiro lugar tenho que transformar a mim mesmo. (...) Sou um homem sem charme num país de charmosos. Isso é uma séria complicação.(...) Eu preciso aprender a ter charme. (...) É um processo lento. Mas no dia em que eu conseguir dar um tapinha nas costas de alguém, terei promovido uma revolução".
Aos 60 anos, casado, quatro filhos, deixou a família nos EUA e mora só em Brasília. Chega cedo e sai tarde do ministério. No quarto de hotel onde vive, ouve óperas e música clássica num volume que invade aposentos vizinhos.No prédio do BNDES e do Ipea onde está seu gabinete, só entra pelo setor reservado às autoridades, ao contrário do presidente do Ipea, Márcio Pochmann, que usa elevador e entrada do público.
Nos dias que se seguiram à rasteira do PMDB, Mangabeira não foi visto por jornalistas que foram ao prédio. O presidente Lula quer manter o colaborador no governo, mas ainda não se sabe com qual estrutura e arranjo jurídico.

Mercado de educação, insulina.....e assim vai a vida de Ministro...


Deu na Folha de S. Paulo

Walfrido agrega a seus bens R$ 23,5 mi nos últimos 2 meses
Crescimento veio com abertura de capital da holding que gerencia rede de educação que tem o ministro como sócioJá empresário do ramo do ensino, o ministro ingressou na política como secretário de Planejamento de Belo Horizonte, no ano de 1982
PAULO PEIXOTO DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELO HORIZONTE
Investigado pela Polícia Federal por suspeita de participação no valerioduto mineiro, o ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) construiu carreira no setor de educação, em Minas Gerais, antes mesmo de ingressar na política. Fundou o grupo Pitágoras, em 1966, até hoje conhecido como o "colégio do Walfrido".
Nos últimos dois meses, Walfrido agregou R$ 23,5 milhões ao patrimônio com a abertura do capital da Kroton Educacional, que administra a rede de educação Pitágoras, uma das três maiores do país. Segundo Júlio Cabizuca, sócio e amigo de adolescência de Walfrido, o ministro "sempre teve um dom especial para lidar com finanças". "Isso é muito mais fácil com ele", disse o amigo, referindo-se a como o ministro tratava pais de alunos nos anos 80, quando a inflação impunha planilhas para negociar mensalidades escolares.
Walfrido é um dos políticos mineiros sob investigação por ter sido apontado como participante do suposto esquema financeiro ilegal montado para a campanha à reeleição do então governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB), hoje senador. O ministro, vice de Azeredo em seu primeiro mandato (1995-1998), nega participação nas finanças da campanha.
O esquema operado por Marcos Valério, segundo a PF, ocultou origem e destino de ao menos R$ 28,5 milhões em recursos ilícitos que financiaram a campanha de Azeredo.Professor de cursinhoDe seu tempo de professor de cursinho pré-vestibular em uma sala para 35 alunos emprestada por um frade franciscano até a entrada na política como secretário de Planejamento de Belo Horizonte, em 1982, foram 16 anos.
A expansão do grupo tem três momentos. Em 1972, surgiu o primeiro colégio. Em 1979 e em 1980, a convite da construtora Mendes Júnior, foram montados três colégios no Iraque para filhos de brasileiros.
Nos anos 90, nasceu a rede Pitágoras. Hoje são 595 colégios no país que usam tecnologia e método de ensino da rede. Há mais seis colégios no Japão e dois próprios em Belo Horizonte. São cerca de 184 mil alunos.
Os anos 2000 assinalam a entrada do Pitágoras no ensino superior - são nove faculdades e 14 mil estudantes.
Abertura de capital
Em 23 de julho, o Pitágoras abriu suas ações ao mercado. Os sócios-fundadores -Walfrido, Cabizuca e Evandro Neiva- tiveram as participações reduzidas, mas detêm o controle do grupo, com 51,6% das ações. Ampliaram o patrimônio pessoal, e o capital social da holding Kroton saltou de R$ 58,7 milhões para R$ 455 milhões.
O patrimônio de Walfrido está registrado na Samos Participações, empresa usada por ele para obter empréstimo de R$ 511 mil no Banco Rural para pagar dívida do caixa dois da campanha de Azeredo em 1998. O valor do patrimônio do ministro não é revelado por sua assessoria, que só informa que a declaração de bens dele à Justiça Eleitoral em 1998 -quando foi eleito deputado federal pelo PTB- é pública. Naquele ano, registrou R$ 3.580.340,62.
A Samos, segundo sua assessoria, foi criada em 2002 por causa da venda da Biobrás, produtora de insulina sintética, para a empresa dinamarquesa Novo Nordisk. O negócio, de R$ 55 milhões, foi aprovado com restrições pelo governo, porque a venda concentrou 75% do mercado de insulina do Brasil.A Biobrás foi criada com incentivos fiscais da extinta Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste). Dela participaram Walfrido, seu cunhado Guilherme Emrich e seu irmão Marcos, médico que morreu logo depois. Marcos foi também fundador do Pitágoras. Tinha a mesma profissão do pai, José Maria dos Mares Guia, servidor que gostava de política, embora não fosse militante partidário.O ingresso de Walfrido na política gerou desconfiança entre os empresários do setor, que temiam favorecimentos ao Pitágoras, afirma Roberto Dornas, presidente da Confenen (Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino). "Sempre cria uma desconfiança de que, tendo uma posição política, algum tipo de beneficiamento pode acontecer."
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Mais negócios da família Mares Guia
DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELO HORIZONTE
Se o ministro Walfrido dos Mares Guia também é conhecido em Minas Gerais por sua atuação no ramo da educação, sua mulher e filha são sinônimos de moda. Érika Mares Guia, a filha, está à frente da mais badalada loja multimarcas de Belo Horizonte. Ela e a mãe, Sheila dos Mares Guia, se uniram em 2000 para renovar a M&Guia, que ganhou fama como a "Daslu mineira", referência a loja multimarcas de luxo de São Paulo.
Instalado em imóvel de 650 m2 em área nobre de Belo Horizonte, a M&Guia tem em Érika sua principal executiva. É ela quem corre pelo mundo atrás de exclusividades para seu negócio.Foram muitas idas e esperas em escritórios de grandes marcas da moda mundial até conseguir. Ia com o mapa sob o braço para identificar Minas para o mundo.A persistência lhe garantiu exclusividades de roupas e acessórios de marcas como Dior, Chloé, Roberto Cavalli, Dolce&Gabbana, Pucci e Balenciaga. São mais de 40 marcas na loja, com áreas específicas para cada uma, além de seção de jeans.Os vestidos das marcas mais famosas custam entre R$ 3.000 e R$ 20 mil. As roupas de marcas nacionais, cerca de R$ 300 cada uma.
A M&Guia ainda vende jóias Valentina e trabalhará com as coleções teen, homem e mulher da Daslu. Érika estava em São Paulo na semana passada. É na capital paulista que ela faz contatos com os fornecedores e se diverte -ela não respondeu aos recados deixados pela Folha no seu celular.
Os Mares Guia são conhecidos não apenas pelas posições de Walfrido e das duas donas da mais requintada multimarcas mineira. A família sempre freqüentou colunas sociais como bons anfitriões, seja recebendo convidados na fazenda em Ouro Preto (MG) ou na casa em Angra dos Reis (RJ).
Na casa em Ouro Preto já hospedaram a modelo Naomi Campbell, amiga de Érika, e o presidente Lula.Mas é em Angra, uma das partes do litoral brasileiro preferida pelos ricos brasileiros, que os Mares Guia se reúnem com amigos em feriados e em períodos de férias no Brasil.(PAULO PEIXOTO)

Tucanos...


PF diz que valerioduto pagava juiz que favoreceu PSDB-MG
Rogério Tolentino
, advogado de Valério, recebeu R$ 302 mil quando atuou no TRE
Nomeado por Fernando Henrique Cardoso em 20 de julho de 1998, Tolentino decidia sistematicamente a favor da coligação do PSDB
FREDERICO VASCONCELOSDA REPORTAGEM LOCAL Folha de São Paulo, domingo
Rogério Lanza Tolentino, advogado do publicitário Marcos Valério, foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais e recebeu dinheiro do valerioduto durante a campanha de 1998, quando o então governador Eduardo Azeredo (PSDB) tentou, sem êxito, a reeleição. Atuando como juiz eleitoral, Tolentino votou favoravelmente ao candidato tucano em decisões próximas a depósitos em sua conta e na de sua mulher.
Relatório da Polícia Federal no inquérito do valerioduto mineiro registra que, entre agosto e outubro de 1998, foram feitos cinco pagamentos no total de R$ 302.350 ao juiz e a sua mulher, Vera Maria Soares Tolentino. Para a PF, seriam "recursos de estatais desviados para o caixa de coordenação financeira da campanha".Tolentino alega que "foi advogado da agência SMPB, de Marcos Valério, entre 1988 e 2005", e que "os pagamentos se referem a acerto de honorários que ficaram atrasados".
Os depósitos na conta da mulher foram feitos "por mera comodidade ou para evitar a cobrança de CPMF". A SMPB participou da campanha de Azeredo.Réu do mensalão do PT pelos crimes de corrupção ativa, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, Tolentino foi juiz eleitoral no biênio 1998/2000, indicado para vaga de advogado em lista tríplice e nomeado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso em 20 de julho de 1998.
Advogados, juízes e promotores (ouvidos com a condição de terem os nomes preservados) dizem que Tolentino sistematicamente decidia a favor da coligação do governador tucano -o que ele nega.
Procurado pela Folha, Tolentino inicialmente informou que "não participou de qualquer julgamento referente à campanha do então candidato Eduardo Azeredo". Confrontado com registro de acórdão de julgamento em que atuou como relator, com voto a favor do tucano, modificou sua versão.Dois episódios esvaziam as alegações do advogado. Em sessão realizada em 10 de setembro de 1998, o TRE-MG cassou liminar concedida pelo juiz relator Tolentino, que permitira a Azeredo usar o tempo de propaganda destinado a candidatos a deputado, contrariando a legislação eleitoral.Em 28 de setembro de 1998, a coligação que apoiava Itamar Franco (PMDB-PST) manifestou ao TRE-MG "a notável evolução do entendimento" de Tolentino, que deferiu liminar favorável a tucanos quando, cinco dias antes, negara pedido semelhante a peemedebistas.Nas sessões de 16 de setembro de 1998 e 1º de outubro de 1998, quando o TRE-MG julgou recursos sobre direito de resposta, Tolentino novamente não votou contra Azeredo.
No relatório da PF, o delegado Luís Flávio Zampronha diz que "o advogado e consultor jurídico" Tolentino foi "sistematicamente beneficiado com os recursos públicos desviados".O delegado cita que "Marcos Valério fez, no dia 8 de setembro de 1998, a retirada da quantia de R$ 139.350 do fundo formado por recursos oriundos da Cemig e dos empréstimos concedidos pelo Banco Cidade (...), valor idêntico ao recebido no dia 18 de setembro de 1998 por Vera Maria Tolentino". E acrescenta: "Possivelmente Rogério Tolentino tentará justificar tal pagamento através de supostos serviços de consultoria jurídica, mas não terá como explicar a coincidência dos valores recebidos por sua esposa e por Marcos Valério".O relatório cita o desvio de recursos da Comig e da Copasa, a título de apoio, sem licitação, ao "Enduro da Independência", em 1998. Foram transferidos R$ 3 milhões das duas estatais à SMPB. Essa articulação foi desmontada a partir da Representação nº 662/98, oferecida ao TRE pela coligação de Itamar, propondo ação de investigação judicial por abuso de poder econômico contra a coligação que apoiava Azeredo.Nessa representação, Tolentino nega, mas participou de julgamento de recurso contra decisão determinando que o depoimento de Azeredo fosse tomado no Palácio da Liberdade. A representação gerou a ação civil pública por improbidade, em tramitação na Justiça Federal de MG. Na ação, Valério é defendido por Tolentino.

Ontem, em Belo Horizonte

Manifestação contra a corrupção em Belo Horizonte. Foto de Alex de Jesus, O Globo
Capturada do Blog do Noblat

Foto histórica

Recebi do Júnior
Execução em Saigon

"O coronel assassinou o preso; mas e eu... assassinei o coronel com minha câmara? - Palavras de Eddie Adams, fotógrafo de guerra, autor desta foto que mostra o assassinato, em um de fevereiro de 1968, por parte do chefe de polícia de Saigon, a sangue frio, de um guerrilheiro do Vietcong. Adams, correspondente em 13 guerras, obteve por estafotografia um prêmio Pulitzer; mas ficou tão emocionalmente tocado com ela que se converteu em fotógrafo paisagístico.

Revolução de outubro do senATO: cargos!



Charge do Solda

Poizé!

Paixão

Ahahahahahaha.....

Marco Jacobsen

....

Tiago Recchia

CPMF



Benett (capturado do Solda)

Mafalda, Quino....

Texto do Solda
Mafalda, a contestadora.
Em 29 de setembro de 1964, a personagem que conquistou a América Latina apareceu pela primeira vez em um semanário argentino. Originalmente, o cartunista Quino a havia criado para uma propaganda de eletrodomésticos, mas a idéia foi recusada e acabou virando tirinha de jornal.

sábado, 29 de setembro de 2007

Corre, Ideli!


Deus na escola! Não ou Sim? Blog de Roberto Romano




TENDÊNCIAS/DEBATES na Folha de São Paulo

O projeto "Deus na escola" deve ser sancionado?NÃO

Vetar, pela cidadania!ROSELI FISCHMANN

O GOVERNADOR José Serra deve vetar o projeto de lei "Deus na escola" porque é inconstitucional, violando direitos humanos: contraria o princípio da laicidade do Estado, viola o direito à igualdade e à liberdade de consciência e de crença, dos alunos e dos grupos religiosos. Em que pesem os propósitos proclamados no projeto, a mera oferta do ensino religioso como "conteúdo homogêneo para todas as crenças" a crianças de seis anos, idade em que iniciam o ensino fundamental, seria uma forma de discriminação e opressão. Seria violação da dignidade, da liberdade e do respeito a que toda criança tem direito, como expresso no artigo 227 da Constituição Federal, pelo tipo de constrangimento e conflito a que submeteria os alunos.Um dos direitos humanos é que aos pais cabe prioritariamente a escolha do gênero de educação a dar aos filhos -o que inclui educação religiosa e o grupo do qual participará. Como poderia uma criança conviver sem conflito com um conteúdo que, ao oficialmente "homogeneizar" a diversidade, seria diferente do que lhe é dado por sua família e comunidade religiosa?Os alunos do ensino fundamental são consciências tenras, mais vulneráveis a atos que, sob o manto da boa intenção, podem promover danos de longa duração. Implantar a divindade como "matéria" escolar, mediante o conceito de que seria possível homogeneizar as religiões e espiritualidades como ato de Estado, pode desenvolver nos alunos disposição psicológica para discriminar e excluir todos os que não se submetem a semelhante padrão homogêneo, levando à perda da capacidade crítica (que a educação deve promover) de identificar o que é proposto como tirania, ao arrepio do pluralismo e da democracia.Autores, como Allport, Adorno e Kelman, indicam que a rejeição da pluralidade leva a uma disposição psicológica para o totalitarismo e o autoritarismo, com repercussões profundas sobre o individual e o coletivo. Mesmo propondo o ensino religioso como facultativo, o projeto é inconstitucional, ao estabelecer que o Estado abandone a posição imparcial que deve ter por ser laico para assumir o papel de doutrinador do tema religioso. O projeto viola o direito à liberdade das organizações religiosas, interferindo de forma inconstitucional na esfera que lhes é privada. Isso porque estabelece o Estado como responsável pela definição de qual é a divindade -nome, atributos e desígnios- a ser sancionada como oficial e estatal e, assim, ensinada às crianças de todas as crenças.Como se pode esperar que as religiões aceitem placidamente que seus conteúdos sejam violados em sua integridade e singularidade para compor um conteúdo homogêneo? Mesmo quem pouco conheça de religiões entenderá o absurdo de tentar propor uma única divindade, em um quadro em que mesmo as religiões monoteístas, de tradição abraâmica, não têm unanimidade teológica; ficaria aqui a pergunta sobre qual monoteísmo seria escolhido, no que parece ser a proposta do projeto de lei.Pois, ao escolher assim, o projeto desconsidera o politeísmo, desrespeitando parcelas da população que praticam religiões de matriz africana; ignora crenças que não se referem à divindade, como o budismo. Reforça a inaceitável estigmatização de ateus e o desconhecimento sobre agnósticos, violando o direito de todos esses cidadãos de serem reconhecidos da forma como são e como crêem ou não crêem, sem o risco de serem banidos da esfera pública.Pois não cabe ao Estado laico fazer escolhas e definições religiosas, mas proteger igualmente a escolha de consciência e de crença de todos os cidadãos e cidadãs.Já os artífices dessa criação do Criador, segundo o projeto, seriam um grupo de escolhidos (ou "ungidos"?), que teriam, assim, uma cidadania mais reconhecida que a dos demais, gesto que seria repetido por cada conselho de escola e cada professor, ao sabor de sua interpretação.Observe-se que o artigo 19 da Constituição veda à União, aos Estados e aos municípios tanto estabelecer cultos religiosos ou igrejas e subvencioná-los quanto criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si. É dessa armadilha que o governador deve escapar, vetando o projeto de lei.

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ROSELI FISCHMANN, 54, doutora e livre-docente, é professora do programa de pós-graduação em educação da USP e expert da Unesco para a Coalizão de Cidades contra o Racismo, a Discriminação e a Xenofobia. Integrou a Comissão Especial de Ensino Religioso do Governo do Estado de São Paulo (1995-1996).

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O projeto "Deus na escola" deve ser sancionado?SIM

Uma boa influênciaMARIA LÚCIA AMARY

ALUNOS AMEAÇAM professores, professores assassinados na porta da escola, estudantes levam armas e drogas para a sala de aula... Esse tipo de acontecimento se repete com uma freqüência preocupante, principalmente nas periferias, e muitas vezes foge ao controle de pais, mestres e autoridades.Numa sociedade cujos valores se invertem e na qual o respeito é assunto desconhecido, o que fazer? Atitudes positivas para restabelecer a ordem e apaziguar os ânimos são bem-vindas. A responsabilidade e o problema são de quem? De qualquer cidadão que entenda que não é possível sentar e assistir à desestruturação de gerações como mero espectadores.Nem que seja pelo fato egoísta de um dia não querer ser vítima desses jovens que se perdem na desesperança, é preciso tomar uma atitude. Percebi preocupada que o fato de criar um projeto para instituir a entrada de "Deus" nas escolas estaduais de São Paulo entre os alunos do ensino fundamental gerou polêmica, quando não revolta.

De um lado, o apoio de quem entende que não se trata de imposição, mas sim da oportunidade de oferecer conceitos de respeito, esperança, fé e amor a uma geração amedrontada pela violência e pela impunidade. Do outro, pais preocupados com "o que os filhos vão ouvir sobre Deus?Será que vão mudar os conceitos que temos sobre a religião que escolhemos?". Ora, seria muita pretensão de qualquer pessoa, ainda mais de um político, escolher uma religião para ser ensinada nas escolas."Deus na escola" não pretende catequizar ninguém. A intenção não é gerar ou estimular conflitos religiosos, muito ao contrário. A justificativa é clara quando estabelece o ensino religioso como área de conhecimento e resgate de princípios éticos e morais, como valorização do ser humano, respeito pela vida, convivência fraterna, democracia e integridade. Isso independe de religião, mas, sem dúvida, está ligado a uma crença de um ser supremo e criador e de um mundo perfeito e harmônico.

Um Estado laico não significa um Estado sem Deus ou anti-religioso.No preâmbulo da Constituição Federal de 1988, está escrito: "promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil."O projeto não mexe de forma nenhuma na grade escolar. Portanto, não é correto afirmar que ele é inconstitucional. Um exemplo de que "Deus na escola" é viável está em Sorocaba, cidade onde meu marido, Renato Amary, foi prefeito por oito anos.Um manual, cuidadosamente elaborado com a participação de representantes de vários seguimentos religiosos, é usado em escolas municipais com êxito e aprovação. Até hoje, felizmente, ninguém se queixou por saber que o filho está "aprendendo" sobre o valor da família e a importância do amor ao próximo.Tentar impedir a entrada de "Deus na escola" é, no mínimo, um ato antidemocrático. Se vivemos a violência e a desestrutura de lares causadas por más influências e descaminhos, por que rejeitar a oportunidade "facultativa" de acesso a Deus?Os pais ateus têm todo o direito de orientar os filhos, se assim o desejarem, a não freqüentar as atividades ligadas ao projeto. Assim como outros pais de qualquer religião o têm.Sinceramente, não acredito em prejuízo algum para a criança, pois, hoje e sempre, Deus significará amor e paz. A correria do dia-a-dia serve de justificativa para muitos pais deixarem de lado o ensino de valores fundamentais às crianças.Acredito em "Deus na escola", assim como acredito numa mudança de atitude dos que, por preconceito, não aceitam a idéia. Acredito também que a nova geração, se bem influenciada, será importante instrumento de modificação da própria família -para o bem, é claro. Afinal, não poderia ser de outra forma, em se tratando de Deus.

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MARIA LÚCIA AMARY, 56, mestre em direito constitucional e administrativo, é deputada estadual pelo PSDB e líder do partido na Assembléia Legislativa de São Paulo. É autora do projeto "Deus na escola".

Conservadorismo...


Por Ricardo Noblat -
A mão pesada do arcebispo de Olinda e Recife
Vejam como se manifesta no dia-a-dia o conservadorismo que dita o comportamento da Igreja Católica do início do pontificado de João Paulo II até o reinado atual de Bento XVI.

Para marcar 50 anos de sacerdócio, o pernambucano Edwaldo Gomes, titular há 36 anos da paróquia do bairro de Casa Forte, no Recife, celebrou missa em dezembro último na companhia de quatro bispos, dois vigários gerais e dois bispos anglicanos, amigos dele.

- Foi uma cerimônia ecumênica - justificou Gomes.

Sucessor de dom Hélder Câmara, arcebispo de Olinda e Recife desde 1985, dom José Cardoso não quis nem saber - pediu a Roma que punisse Gomes. Bispos anglicanos não podem participar de ritos da Igreja Católica. É o que diz o Código Canônico.

Gomes divulgou uma carta pedindo desculpas. Não adiantou. Foi punido, anteontem, com o afastamento por três meses da função de pároco. Durante esse período deverá cumprir retiro espiritual.

Os cardeais brasileiros mais progressistas da época votaram em 1978 para eleger Papa o polonês Karol Wojtyla, certos de que ele significaria um avanço em relação ao seu antecessor, o ambíguo, angustiado e hesitante Paulo VI.

João Paulo II (Wojtyla) desmontou a chamada igreja progressista no Brasil, na América Latina e onde ela mais existia. Quem o ajudou na tarefa foi seu principal assessor, o atual Papa.
Gomes é uma das poucas crias de dom Hélder que ainda sobrevivem ao tacão de dom José Cardoso. As demais morreram, caíram fora ou acabaram removidas.
Fotyo: do Blog do Josias
FERNANDO GABEIRA Folha de São Paulo, sábado, enviado pelo Guzz

Em nome da democracia
COMO ANDAM devagar certas coisas no Brasil. A queda de Renan Calheiros parece um longo parto. Isso revela a fragilidade de nossa democracia. Não vou falar, de novo, de casos amorosos e lobistas, notas frias e bois voadores. Qualquer presidente acusado em quatro casos diferentes sai do cargo enquanto o tema é votado. Esse é um procedimento democrático, e sua inexistência indica que o Brasil pode conviver com essa anomalia, indicando, perigosamente, que pode aceitar outras.

Renan deveria sair para honrar Alagoas. O Brasil moderno deve muito a esse Estado.

Graciliano Ramos, com seu estilo seco e direto, é um dos credores da gratidão nacional. Não só nos ajudou a espantar os penduricalhos do estilo de seus antecessores como criou personagens e histórias que sobrevivem até hoje. "Vidas Secas" é também uma tragédia de migrantes ambientais, e Baleia, a cadela da história, nos ajuda a ampliar nossa limitada visão antropocêntrica da seca.

Nise da Silveira foi militante política, presa na ditadura Vargas, e muito importante para a psiquiatria brasileira. Ela desenvolveu técnicas de tratamento que valorizam as tendências estéticas dos doentes mentais e nos deixou um grande legado no Museu do Inconsciente. Poderia mencionar o poeta Jorge de Lima, Djavan, outros nomes que mostram que o espaço é pequeno para falar da importância de Alagoas na cultura brasileira.

Renan poderia honrá-la, defendendo-se com unhas e dentes. Mas fora do cargo de presidente. O interessante é que hoje quase todos acham isso. Os apoiadores discretos e até a tropa de choque não o querem mais na presidência. A exceção é Lula. Alguém conseguiu convencê-lo de que o movimento contra Renan é também contra Lula. E que a queda de um tornaria mais vulnerável o outro. Da minha parte, acho uma tese estapafúrdia.

Gostaria de ver Lula trabalhando mais e melhor. A estabilidade no Brasil interessa a todos nós e, numa escala menor, a todo sistema internacional. Acontece que estabilidade pressupõe uma certa dinâmica. É preciso se antecipar, corrigir constantemente o rumo para que um processo democrático se desenrole melhor. O grande inimigo da estabilidade, num quadro como esse, é quem decide sentar em cima dela. A democracia brasileira tem hoje uma indisfarçável lacuna. O Senado está sem presidente moral. O corpo do ex-presidente, protegido por seguranças armados de revólveres de choque, passeia pelos corredores e viaja nos jatinhos da FAB. É preciso jogá-lo de novo no fluxo das relações comuns, viajar nos aviões de carreira, sentir, ainda que de longe, o espírito das ruas das metrópoles brasileiras. Renan vive numa bolha. Cedo ou tarde sairá.
assessoria@gabeira.com.br

Delírios...


No site Congresso em Foco... Do Blog de Roberto Romano


Goebbels inspira direita e esquerda na internet, por Celso Lungaretti*
A internet fornece tribuna a todos os cidadãos, que podem espalhar à vontade suas opiniões, interpretações e informações (verdadeiras e falsas), seja assumindo honestamente a autoria, seja ocultando-se como anônimos ou fakes.
Num primeiro momento, houve quem saudasse essa nova realidade como uma quebra do monopólio da imprensa e um respiradouro para a opinião pública tomar conhecimento de verdades que estariam sendo sonegadas pelos barões da mídia.Agora, entretanto, evidencia-se cada vez mais o outro lado da moeda: abriram-se possibilidades praticamente infinitas de manipulação das consciências. Não só para impingirem-se como verídicos os eventos mostrados no pega-trouxas cinematográfico A bruxa de Blair, como também para a massificação de propaganda política enganosa, na linha do nazista Joseph Goebbels (“Uma mentira mil vezes repetida se torna uma verdade”).
As empresas jornalísticas e seus profissionais são obrigados a respeitar limites, para não sofrerem os prejuízos financeiros decorrentes da perda de credibilidade e das ações judiciais. Não podem dar livre curso a fantasias e calúnias.Já os sites financiados por facções políticas pouco têm a perder, daí a desenvoltura com que agem. Direcionam-se para cidadãos frustrados e rancorosos, propensos ao fanatismo e, portanto, incapazes de perceber a total falta de verossimilhança naqueles relatos mirabolantes.
Trata-se do mesmo caldo de cultura que gerou o nazismo e o fascismo. A extrema-direita, em sites como o Ternuma, Mídia sem máscara, Usina de letras e A verdade sufocada, prega ostensivamente um novo golpe militar, tentando reeditar, de forma mecânica, a receita que deu certo em 1964.
Mas, se os sem-terra caem bem no papel de espantalho então preenchido pelas Ligas Camponesas de Francisco Julião e se Lula é tão useiro e vezeiro em dar trunfos para o inimigo quanto Goulart, outras peças do quebra-cabeças não se encaixaram: os controladores de vôo nem de longe indignaram a oficialidade como os subalternos das Forças Armadas (com destaque para os marujos liderados pelo cabo Anselmo), o Cansei e o Fora Lula só conseguem reunir gatos pingados, jamais as multidões das Marchas da família, com Deus, pela liberdade.
O mais risível é o papel de vilão principal, antes ocupado pela conspiração comunista urdida em Moscou e Pequim. Na falta de coisa melhor, os sites fascistas hoje alardeiam a periculosidade do Foro de São Paulo, por eles apresentados como a “organização revolucionária que está influenciando de maneira decisiva os destinos políticos da América Latina, em especial a América do Sul”. Na verdade, trata-se apenas de um encontro bianual de partidos políticos e organizações sociais contrárias às políticas neoliberais, que vem acontecendo desde a reunião inicial de 1990, em São Paulo (daí o nome).
Olavo de Carvalho, misto de (péssimo) jornalista, (eficiente) propagandista e (pretenso) filósofo, descreve o Foro de São Paulo de forma tão delirante que parece Ian Fleming introduzindo a Spectre numa novela de James Bond: “...a entidade que já domina os governos de nove países não admite, não suporta, não tolera que parcela alguma de poder, por mais mínima que seja, esteja fora de suas mãos. Nem mesmo as empresas de comunicação e o Judiciário, sem cuja liberdade a democracia não sobrevive um só minuto. Com a maior naturalidade, como se fosse uma herança divina inerente à sua essência, o Foro de São Paulo, com a aprovação risonha do nosso partido governante, reivindica o poder ditatorial sobre todo o continente”.
As hostes virtuais petistas respondem com outros sambas do crioulo doido, como os dossiês sobre conspirações para derrubar o presidente Lula divulgados pelo fantasmagórico grupo Jornalistas Independentes do Brasil (Jibra), com sede oficial em Londres (!).
Assim, segundo o Jibra, as denúncias do mar de lama que marcou o primeiro mandato do presidente Lula não se deveram ao desmascaramento da organização criminosa que ora responde por seus crimes na Justiça, mas sim à má-fé dos formadores de opinião, que estariam sendo corrompidos para denegrir o angelical Zé Dirceu. Teria ocorrido o repasse de numerário, via Nossa Caixa, Bank of Boston e Santander Banespa, para “pelo menos 76 pessoas, entre jornalistas e outras personalidades”, incluindo os jornalistas Ricardo Noblat, Lílian Witte Fibe e Augusto Nunes, o deputado Fernando Gabeira e o ator Lima Duarte.

Além dos partidos rivais do PT, estariam envolvidos na fantástica tramóia os serviços de inteligência dos EUA e do Reino Unido – os quais teriam assassinado o brasileiro Jean Charles de Menezes no metrô londrino, não por o terem confundido com um terrorista, mas por acreditarem que ele fosse o “operador estratégico das ações do Jibra”!

O Ministério Público Federal e as autoridades policiais têm mostrado empenho no combate à pornografia e à pedofilia na internet, mas quase nada vêm fazendo contra as campanhas totalitárias – desde o golpismo da extrema-direita até a desmoralização e intimidação da imprensa por parte dos petistas. Muito menos para defender a honra dos cidadãos que são alvos diários de difamações e calúnias. É preciso disciplinar o admirável mundo novo da Web, antes que ele se torne 1984.

*Celso Lungaretti, 56 anos, é jornalista em São Paulo, com longa atuação em redações e na área de comunicação corporativa, e escritor. Escreveu Náufrago da utopia (Geração Editorial, 2005). Mais dele em http://celsolungaretti-orebate.blogspot.com/.
Postado por Roberto Romano

Tucanato...


Glauco (capturado do Josias)

Hummmm...




CPMF e mimos...


Do Josias:

O governo começou a pagar a fatura que assinara com a bancada ruralista da Câmara, como condição para aprovar a emenda dá sobrevida à CPMF até 2011. O CMN (Conselho Monetário Nacional) aprovou nesta sexta-feira (28) uma resolução que facilita a vida dos agricultores encalacrados com os bancos.

Ampliaram-se os prazos para o refinanciamento das dívidas de agricultores relativas às safras 2003/2004, 2004/2005 e 2005/2006. Os produtores inadimplentes têm agora até o dia 30 de outubro para solicitar a rolagem dos empréstimos de custeio e até 17 de dezembro para pedir o refinanciamento das dívidas contraídas para investimentos. Para ler mais clique aqui

A ONG da senATRIZ Ideli

Imagem e texto: do Blog do Josias de Souza

A senadora Ideli Salvatti (SC), líder do PT, torce o nariz para a idéia de instalar no Senado uma CPI destinada a varejar as ONGs que recebem dinheiro do governo. Na última quarta-feira (26), o partido de Heráclito Fortes (DEM-PI), autor do pedido de investigação, deu um ultimato ao consórcio de partidos governistas. Ou a CPI saía ou a oposição continuaria boicotando as votações no Senado.

Interessado em fazer a fila de projetos andar, Romero Jucá (PMDB-RR), líder de Lula no Senado, arrancou dos demais líderes governistas, a contragosto de Ideli, um compromisso de instalar na próxima semana a CPI de Heráclito. Acordou-se que será presidida por um oposicionista e relatada por um governista. Em sua última edição, que começou a circular neste sábado (29), a revista Veja (só assinantes) publica reportagem que ajuda a compreender a má vontade de Ideli com a nova comissão. Foi escrita pelos repórteres Ricardo Brito e Otavio Cabral.

O texto trata de uma investigação aberta pela Polícia Federal em Santa Catarina, o estado da líder do PT. Envolve a Fetraf-Sul (Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar da Região Sul. Recebeu do governo, por meio de convênios, R$ 5,2 milhões. Destinavam-se à promoção de cursos.

Diz a reportagem, a certa altura: “Parte do dinheiro, já se sabe, foi parar na campanha política de um deputado do PT. Para justificar os gastos, os dirigentes da federação falsificaram planilhas e criaram alunos-fantasma. O que mais chama atenção no caso, porém, é o eixo entre os principais envolvidos na fraude. Todos são correligionários, amigos ou assessores da senadora Ideli Salvatti”.

Criada em 2001 por petistas ligados à senadora Ideli, a Fetraf-Sul viu crescer a coleta de verbas federais sob Lula. Firmou 18 convênios com o governo. Um deles, de 2003, já esquadrinhado pela PF, resultou em liberação de R$ 1 milhão. Coordenava a entidade na ocasião Dirceu Dresch, petista do grupo político de Ideli.

O objeto do convênio era o treinamento de 2.000 trabalhadores rurais do município catarinense de Chapecó. “A maioria, descobriu-se agora, era fantasma”, anota a reportagem. “Para fazer de conta que o curso existiu, a Fetraf apresentou uma lista de estudantes, com nome, CPF e endereço dos alunos. A polícia foi checar e descobriu que muitos não existiam, outros nunca ouviram falar do curso, alguns nem sequer moravam na região e os poucos que disseram ter freqüentado aulas – pessoas ligadas à federação, é claro – assinavam a mesma lista de presença várias vezes.”

A PF estima que algo como 60% dos R$ 5,2 milhões obtidos pela Fetraf junto ao governo foram borrifados em campanhas políticas. Dirceu Dresch, por exemplo, elegeu-se deputado estadual pelo PT. Antes, ele atuara como coordenador das campanhas de Ideli. É co-responsável, junto com a líder do PT, pela nomeação do delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Santa Catarina, Jurandi Teodoro Gugel. Deixou o cargo em julho deste ano. Àquela altura, já havia aposto o seu jamegão em 12 convênios de repasses de verbas à Fetraf.

Parte do dinheiro transferido à federação tem origem em emendas injetadas no Orçamento da União por congressistas. Entre eles Ideli. Procurada, a líder do PT optou pelo silêncio. Valendo-se da assessoria, mandou dizer que não mantém relações formais nem com a Fetraf nem com Dresch. Informou, de resto, que as emendas de sua responsabilidade destinaram-se a beneficiar a agricultura familiar.

Se for de fato instalada, como prometido, a CPI das ONGs terá diante de si farta matéria-prima para uma boa investigação. Estima-se que, nos últimos oito anos, o governo tenha repassado a essas entidades R$ 33 bilhões. Há muita ONG que cumpre à risca o seu papel social. Mas há também grossa picaretagem no setor. A julgar pelos achados da PF, a Fetraf pende para o segundo grupo.

Chinelinho ou sapatinho?


Cromo alemão ou chinelinho? do Blog do Josias de Souza
Vai abaixo artigo do repórter Clóvis Rossi (assinantes da Folha)

“Quando José Simão cunhou a expressão "o país da piada pronta", imagino que estivesse sendo irônico. Mas o tal país esmerou-se tanto, tanto, que a ironia virou fato. Pior: a frase acabou sendo atropelada, porque, além de "piada pronta", o Brasil (o Brasil político ao menos) já entrega o "deboche pronto", o "escracho pronto" e algumas outras coisas que o decoro me impede de explicitar.
Vejamos: um país em que a Secretaria de Longo Prazo dura cem dias é uma piada, certo? Quer dizer, uma piada cara, porque, junto com a secretaria viriam (ou virão ainda) 660 cargos, muitos com remuneração que não é piada, não.
Como se a cara piada não bastasse, vem o senador Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG), suplente entronizado no cargo porque o titular, Hélio Costa, virou ministro, e acrescenta o escracho. Diz, honestamente, que os senadores que votaram contra a secretaria só querem um "chinelinho novo", não precisa ser um agrado tipo "sapato de cromo alemão".
É cena de fisiologia explícita. E barata. Se é para ser fisiológico, que seja pelo sapato de cromo alemão, para mostrar que o pessoal se vende, sim, mas se vende caro. Vem também o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB), e diz que "tudo o que foi ouvido nem tudo foi ouvido" (foi pelo menos a declaração dele que a CBN pôs no ar ontem à tarde). O que ele quer dizer exatamente com isso só os especialistas em romerojuquismo poderão explicar.
Suspeito que ele quis dizer o seguinte: o presidente Lula não ouviu os pedidos de "chinelinho novo" feitos pela turma do PMDB do Senado. Só teria atendido os que querem "sapato de cromo alemão". Fecha o círculo do deboche o próprio Lula ao dizer que não faz barganha e que a negociação com os partidos é "programática". Qual é o programa? Sapato de cromo ou chinelinho?"


Comentário: infeliz frase a do Wellington, um senador sem votos, um dono de Faculdade privada que não paga o fisco, um senATOR que ghosta de sapato cromo. E dono de um mercado de educação! Que educação dá aos seus alunos?! Deboche puro!

Pirataria aérea....

Claudio Humberto

Galeão pirateado
A nova pista do aeroporto internacional de Cabo Frio (RJ), que é privado, foi inaugurada ontem por Lula. Mas não avisaram ao presidente que o aeroporto vai piratear a Infraero, retirando receita da estatal. E desviará carga exportada do Galeão para evitar as taxas alfandegárias federais.
Desenho: Sponholz

Malandragens....

Do Blog de Claudio Humberto
Frase hipócrita, mas brasileira
Os franciscanos não querem sapato de couro alemão...
Senador Wellington Salgado (PMDB-MG) para quem eles só querem "um chinelinho novo"
PMDB, seu nome é chantagem
A extinção da Sealopra não é a primeira chantagem do PMDB contra Lula, reclamando mais cargos. Assim como essa rebeldia decorre da indicação de petistas para a BR Distribuidora e a Petrobras, em 2005 o PMDB se rebelou contra um irmão de Antônio Palocci na presidência da Eletrobrás. Na época, sobrou para José Fantine, rejeitado para a diretoria da Agência Nacional do Petróleo. A indicação dele dormita desde então no Senado.
Galhofa
A TV Senado flagrou, todo o País viu, quando na sessão que derrubou a Secretaria de Ações de Longo Prazo de Mangabeira Unger, o senador José Sarney morria de rir com os trocadilhos feitos sobre a sigla "Sealopra".
Hélio Costa votou contra
Durante a votação da medida provisória que criava a Secretaria de Ações de Longo Prazo, a Sealopra, o ministro Hélio Costa (Comunicações) telefonou ao senador Wellington Salgado (PMDB-MG), seu suplente, para pedir voto a favor do governo. Era tarde para isso, mas o ministro não sabia, nem deixou Salgado falar, pedindo seu voto. Ainda ponderou, com ar grave:- Lembre-se, seu voto é como se eu estivesse votando.- Pois então saiba que você acabou de votar contra o governo... - respondeu Salgado, para informar que a MP acabara de ser rejeitada.

Lula se rendeu a Renan hehehehehe

Tiago recchia

....

Pancho

Assaltos....

Solda

Coalização hehehehehe

Paixão

Motim do PMDB hehehehe

Marco jacobsen

Relembrar...

Enviado pelo Junior
O homem do tanque de Tiananmen

Também conhecido como o "Rebelde Desconhecido", esta foi a alcunha que foi atribuído a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente famoso ao ser gravado e fotografado em pé em frente a uma linha de vários tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República Popular Chinesa. A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) interpôs se a duas linhas de tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foramapresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar. Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo chinês:apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo se isso implicava causar algum dano a um cidadão.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Ahhhh!


....



Millôr..A imagem está no Josias e, éclaro, no site do Millôr... imperdível o site!

Poizé! quem anda mal acompanhado....

Manobra da oposição coloca Lula nas mãos de Renan por Josias de Souza
Na mesma noite em que rejeitou a medida provisória que dava emprego de ministro a Roberto Mangabeira Unger, o Senado aprovou outras quatro. Numa delas, a oposição injetou uma emenda que modificou o texto original. Graças à alteração, a MP precisa voltar à Câmara, para que os deputados a reapreciem. Renan Calheiros, porém, sentou em cima do documento.

Na prática, a velocidade da votação da CPMF está agora submetida aos humores do presidente do Senado. Se enviar a medida provisória para o prédio ao lado, Renan provocará o trancamento da pauta do plenário da Câmara. Antes de votar, em segundo turno, a emenda que dá sobrevida ao imposto do cheque até 2011, os deputados seriam obrigados a relatar, discutir e votar a MP modificada pelos senadores.

Pela lei, as MPs têm preferência sobre todas as outras matérias legislativas. Nada pode ser votado antes delas. Na noite de quarta-feira (26), enquanto os senadores votavam a medida provisória que carrega o cavalo-de-tróia oposicionista, os deputados concluíam, a toque de caixa, o primeiro turno de votação da CPMF. Os líderes Arthur Virgílio (AM), do PSDB, e José Agripino Maia (RN), do DEM, pressionaram Renan para que enviasse imediatamente a MP emendada à Câmara.

Se atendesse ao pedido, Renan provocaria a interrupção instantânea da sessão da Câmara. Deputados tucanos e ‘demos’, alertados, estavam prontos a levantar em plenário questões de ordem exigindo o sobrestamento da votação da CPMF. Renan, porém, fez ouvidos moucos para os apelos de Virgílio e Agripino. Só o líder do PSDB repisou a solicitação cinco vezes. E nada.

Assim, com o assentimento de Renan, o PMDB impôs ao governo uma humilhação calibrada. Transformou-se Mangabeira Unger em ministro sem pasta. Mas evitou-se jogar gasolina na fogueira que a oposição planejava acender na Câmara. Livre da chegada incômoda da medida provisória, os deputados governistas puderam concluir o primeiro turno de votação da CPMF. Deu-se às duas e meia da madrugada de quinta (27).

Nesta quinta-feira (27), Renan continuou fingindo-se de morto. Se a MP não for remetida à Câmara até o início da próxima semana, a oposição ameaça retomar a operação padrão que parou o Senado na semana passada. “Se procrastinarem o retorno da medida provisória à Câmara, partiremos, de novo, para a obstrução”, disse Agripino Maia ao blog.

O segundo turno da votação da CPMF na Câmara só pode ocorrer a partir de quinta-feira (4) da semana que vem. O regime impõe uma espera de cinco sessões legislativas. Ou seja, para evitar percalços ao governo, Renan teria de manter a medida provisória na gaveta por pelo menos mais seis dias úteis.

A MP na qual a oposição injetou a sua manobra é a de número 374. Trata de questões previdenciárias. Num de seus artigos, autoriza Estados e municípios a parcelarem dívidas com o INSS em 240 meses (20 anos), comprometendo 1,5% de suas receitas líquidas. Um percentual que, dependendo do valor do débito, poderia levar a uma liquidação em prazo inferior aos 20 anos estabelecidos na MP.

A emenda oposicionista alterou a redação, para permitir que governadores e prefeitos optem por parcelas inferiores a 1,5% de suas receitas, de modo a que a rolagem atinja o prazo máximo de 240 meses. Para desassossego do Planalto, não houve quem votasse contra a modificação no Senado. Todos os partidos administram executivos estaduais e municipais. Armou-se, então, a encrenca que acomodou Lula, uma vez mais, na mão de Renan Calheiros.
Comentário: Mercadante que apoiou Renan deve reconhecer agora que o PT é um chinelo para Renan e o PMDB.

A comilança e a lambança....

Imagem: Solda


Fábio Pozzebom/ABr

O senador Almeida Lima (PMDB-SE) começou a receber a recompensa pelo apoio irrestrito que vem dando ao colega Renan Calheiros (PMDB-AL). De olho nas eleições municipais de 2008, o “soldado” do presidente do Senado ganhou de presente o controle do partido na capital sergipana, Aracaju.

Almeida Lima deseja, ele próprio, concorrer à prefeitura de Aracaju. E andava incomodado com o PMDB de seu Estado, hoje submetido aos interesses do deputado federal Jackson Barreto (PMDB-SE). Alegava, nos subterrâneos, que Barreto transformara a seção estadual da legenda em correia de transmissão dos interesses do PT sergipano. E ameaçava transferir-se para o PDT, partido ao qual já pertenceu.

Com o auxílio de Renan, Almeida Lima conseguiu fincar uma cunha na máquina do PMDB de Sergipe. Não terá tudo. Mas vai, pelo menos, dividir o poder com o desafeto Jackson Barreto. Decidiu-se dividir o partido ao meio. Ficará assim:

Diretório municipal de Aracaju: tem sete membros. Almeida Lima indicará quatro. Jackson nomeará três. E o manda-chuva nacional do PMDB, Michel Temer (SP), indicará Almeida Lima para presidente do diretório.

Diretório Estadual de Sergipe: também tem sete membros. Invertendo a equação adotada no município, Jackson indicará quatro. Almeida Lima, três. Caberá a Michel Temer, de novo, a escolha do presidente estadual. Será Jackson.

O entendimento foi costurado na manhã desta quarta-feira (26). Deu-se numa reunião da qual participaram Temer, Almeida Lima e o líder do PMDB no Senado, Valdir Raupp (RO). No final da tarde, Temer foi informado de que Almeida Lima topara a divisão. Consultado por telefone, Jackson Barreto também assentiu.
Assim, o acordo será selado em reunião da Executiva Nacional do PMDB, marcada para terça-feira da semana que vem. Nos subterrâneos, Renan atuou como advogado dos interesses de Almeida Lima, hoje um dos maiores defensores dele no Senado. E foi atendido por Temer, que se esforça para manter distância da crise que consome a presidência de Renan no Senado.
Escrito por Josias de Souza às 19h01

Marta ...



Cahrge do Paixão

Hummmm...


Marco Jacobsen

...

Charge do Dalcio

Parabéns ao Ministro do STF que peitou o Gilmar Mendes. Ele é muito rápido no gatilho! O Ministro Gilmar Mendes ficou uma fera....

Afogando...



Charge do Solda

A palavra MERDA

Surrupiei do Solda....
El uso de la palabra Mierda, es una cuestión de educación? Ya que nadie puede negar que la usamos para múltiples circunstancias relacionadas con muchísimas cosas, creo que merece su reivindicación en el diccionario de la vida, por ejemplo:


Ubicación geográfica: Andate a la mierda.
Adjetivo calificativo: Sos una mierda.
Momento de escepticismo: No te creo una mierda.
Deseo de venganza: Lo voy a hacer mierda.
Accidente: Se hizo mierda.
Sensación olfatoria: Huele a mierda.
Deseo al despedirnos: Váyanse a la mierda!
Especulación del conocimiento: Qué mierda es esto?
Momento de sorpresa: A LA MIERDA!
Actitud de resentimiento: No me regaló una mierda.
Sensación gustativa: Esto tiene gusto a mierda.
Acto de impotencia: No se me para esta mierda!
Deseo de ánimo: Apurate con esa mierda!
Situación de desorden: Todo está hecho una mierda.
Rechazo despectivo hacia una persona: Quién se cree que es la mierda esa?
Situación alquimista: Todo lo que toca se vuelve mierda.
Cómo nos arreglaríamos sin esta palabra? Y si este mail te molesta... ya sabés... tiralo a la mierda.

Fontanarrosa. Que no fue ninguna mierda...

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Hoje levantei assim...

Cansada....

Precisa dizer mais?

Solda

Na Renânia


...

Pancho, capturado do Solda

Afff...


...



SOLDA




Enviado por Ricardo Noblat -
Deu em O Globo
PMDB ganha diretorias da Petrobrás
O PMDB conseguiu a promessa de duas importantes diretorias na Petrobras, depois de muitas discussões e pressões nos últimos dias e em meio à votação da prorrogação da CPMF. Segundo fontes, o acordo teria sido fechado em reunião, realizada na noite de anteontem, entre os deputados peemedebistas e o ministro Walfrido dos Mares Guia, das Relações Institucionais, quando foi tudo acertado. Leia mais em O Globo

Comentário: Qualquer cretino pode qualquer coisa nas estatais. Não precisa ser técnico, só necessita ser apadrinhado. Daí, que as estatais podem ser geridas mesmo sendo destruídas. Brasil: mimos aos coalizados!

De Ricardo Noblat -
Deu na Folha de S. Paulo
Boxeadores cubanos deportados estão na pior
Quase dois meses depois de terem sido deportados pelo governo brasileiro, os boxeadores cubanos Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara permanecem abandonados à própria sorte em Havana, sem perspectivas de retomar as lutas profissionais e sem contato com antigos colegas da equipe de boxe.
É o que diz um relato de duas folhas e meia de um documento reservado encaminhado pelo ministro interino das Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, à Comissão de Relações Exteriores da Câmara. Assinante da Folha leia mais aqui


Comentário: pois é, só o Ministro Tarso genro não sabia que Fidel PUNIRIA os dois boxeadores.

Braziu!

Braziu!

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