TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.

domingo, 31 de agosto de 2008

Sugestão para candidatos

Ouvi o candidato a prefeito W. Quinteiro. Falou em descentralizar o terminal de ônibus urbano. Parece interessante. Aproveito e sugiro aos candidatos: ponto de ônibus na Má-ringa como o da fotografia acima. A foto é da Maite Doeswjky, filha de meu amigo holandês, Andreas. Ela estava esperando ônibus em uma cidade na Holanda. Ótima idéia do arquiteto. Fina estética. Melhor do que a do Jaime Lerner na Cruel-ritiba.

Poizé...


Seja...


Na Má-ringa


Do Blog do Messias Mendes, na Má-ringa

Café indigesto
O candidato à reeleição SBII viveu momentos de extremo desconforto hoje numa padaria da Av. Carlos Borges, onde tomou café da manhã.Uma cliente que estava com os filhos numa das mesas o abordou para reclamar do pouco caso da administração com um problema grave de inundação no Jardim São Silvestre, onde mora o pai dela. Silvio disse:"É meu próximo projeto". Diante da reação de descrença da mulher, ele tentou sair de fininho mas foi duramente questionado por uma estudante de veterinária que se encontrava na mesma mesa:"Prefeito, é um crime o que vocês estão fazendo com os cachorros recolhidos ao Centro de Zoonozes. É uma verdadeira eutanásia". O prefeito-candidato não gostou e a temperatura no local subiu quase ao nível do pãozinho que acabava de sair do forno.Cheguei à padaria quando a quizumba já tinha acabado, mas o que ouvi dos presentes deve ter deixado o alcaide com a orelha pegando fogo durante todo este domingo.

Na Cruel-ritiba

Do Blog do Fabio Campana
Os professores paranaenses lembraram ontem (sexta-feira) os 20 anos do protesto (foto) reprimido brutalmente pela polícia do então governador Alvaro Dias.
Em 1988, o piso da categoria foi reduzido para dois salários mínimos. Um ano antes os professores tinham conquistado piso de três mínimos. Eles reivindicavam a volta do piso de três salários em frente ao Palácio Iguaçu quando foram escorraçados pela cavalaria da Polícia Militar.
Duas décadas depois, estudo do Dieese prova que os professores ainda recebem, em valores atualizados, o mesmo salário de 1988.
Para saber mais, clique em “Leia Mais”.
Leia Mais »
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Leram bem? Os professores ganham em 2008 o MESMO salário de 1988.

Pre-sal


$upremo Tribunal Federal

E que $alário, hein? R$25 mil? e é pouco!

Queremos novas mentiras!


Que pena. Domingo é o único dia em que posso ouvir o programa eleitoral inteiro. E não tem. Então, comento o que ouvi ontem pela manhã na CBN local. Na Má-ringa tem um candidato médico, também conhecido por dr Laranja. Sua voz não ajuda. A música já ouvi antes. E as promessas... tenha dó! Ele, como o candidato pepista da Má-ringa, promete fazer uma escola para as crianças ficarem o dia todo. Promessa que não vingará. Promessa falida. Para fazer isso ele teria que PELO MENOS fazer:
- Mais escolas;
- ampliar as que já existem (salas de aula, laboratórios, museus, boas bibliotecas, oficinas...);
- fazer concurso para mais professores;
- implantar plano de carreira para os professores ..

E POR AÍ VAI!

Por favor, candidato, vá ler mais. Leia o Darcy Ribeiro. Leia o Paulo Feire, o Florestan Fernandes, o grande Anísio Teixeira.. Pare de falar no vácuo! XÔ!

Cada um....que aparece

Vale tudo.
Enviado pelo ZÉ de Arimathéia

No Brasiu...


quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Assim não dá!


Do MESSIAS, jornalista da Má-ringa

Feitiço contra o feiticeiro
A coligação do candidato Sílvio Barros entrou com ação na 66a. Zona Eleitoral contra João Ivo e o candidato a vereador Vilson Brasil, sob a alegação de que ambos fizeram campanha dentro da Penitenciária. E anexou à petição, fotos de João Ivo e Brasil no interior da PEM. Só que a foto era de 13/11/2006 e tratava-se de uma festa dos agentes penitenciários (Brasil é agente licenciado) à qual João Ivo fora como convidado. Na mesmo pedido de punição para os candidatos do PMDB, a coligação de Sílvio anexou um CD com fotos do vice-governador Orlando Pessuti, que segundo os advogados do candidato à reeleição, estava na PEM fazendo campanha para João Ivo. Ocorre que as fotos do CD em que Pessuti aparece com João Ivo são da inauguração do comitê do candidato peemedebista.
Diante da farsa evidente, o juiz julgou a ação improcedente e mandou abrir processo criminal contra Sílvio por ele ter pedido a cassação do registro de candidaturas de forma temerária e mentirosa.
Outro resultado adverso ao prefeito: Silvio Barros representou contra o programa de vereadores de João Ivo, alegando que aparece a foto do candidato a prefeito em tamanho grande. Por isso pediu aplicação de multa e suspensão do programa (autos 242/2008). O juiz da 137 Zona Eleitoral julgou esta ação improcedente, com o seguinte despacho: “ Desta vez não aplicarei qualquer sanção à representante como pretendido pela representadas às fls 11/12. Mas algo terei de fazer se a representante voltar a ser absurdamente impertinente (inclusive junto à OAB). O recado está dado”. MP pede cassação da candidatura de Sílvio A coligação Governo para Todos, de João Ivo, representou contra a Coligação Maringá Cada Vez Melhor, de Silvio, pelo uso de placas de obras no mesmo formato e layout do material de campanha do prefeito e também pela projeção de obras ainda em fase inicial. O juiz da 66a. Zona Eleitoral mandou notificar a Prefeitura e o procurador geral Laércio Fondazi esclareceu (às fls.55 dos autos) que as placas foram colocadas em maio e retiradas em 02/08/2008, ou seja, quase um mês depois de iniciado o período eleitoral.
O município, então, confessou o ilícito, fato que levou o Ministério Público a se pronunciar pelo pedido de cassação do registro da candidatura de Sílvio Barros II. Diz o promotor: “ Tenho que as placas cujas fotos estão às folhas 08/14 dos autos, efetivamente configuram propaganda institucional indevida do representado. Como se vê da análise desses documentos, não se faz alí propaganda de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado, único tipo de propaganda permitida nos três meses anteriores ao pleito. “ Por mais que se saiba que as placas permaneceram depois do dia 02/08, o documento do município por si só, já comprova a irregularidade” , diz o advogado de João Ivo, Rogério Calazans, nas alegações finais.

Nofa!


Sarney: não houve tortura no Brasil. Tá bom! E eu sou um pé de abobóra


Do Blog de Roberto Romano
RRSão Paulo, quarta-feira, 27 de agosto de 2008

SABATINA da FOLHA de São Paulo

JOSÉ SARNEY Próximo presidente não será eleito sem o apoio de Lula, afirma Sarney Ex-presidente enfatiza importância do aval do atual ocupante do Planalto, defende aliança entre PMDB e PT e diz que o Supremo não está invadindo atribuições dos outros poderes, mas resolvendo conflitos que eles não tinham solucionadoMoacyr Lopes Jr./Folha Imagem

Aos 78 anos, 50 de vida pública, o ex-presidente e senador José Sarney (PMDB-AP) duvidou ontem, em sabatina à Folha, "que o futuro presidente possa ser escolhido sem o apoio de Luiz Inácio Lula da Silva". E pregou ainda aliança do PMDB com o PT em 2010.
Governador durante o regime militar, o primeiro presidente civil após a ditadura repassou, para uma platéia de cerca de 150 pessoas, sua experiência nestes 50 anos. Sarney foi sabatinado pelos colunistas Clóvis Rossi e Mônica Bergamo, pelo editor de Brasil, Fernando de Barros e Silva, e pela editora do Painel, Renata Lo Prete.
LULA
Afirmando que a eleição de Lula conclui um processo de cem anos -"Chegamos no fim do século com um operário no poder. Isso é uma coisa importantíssima"-, Sarney diz que a liderança do presidente "tem base profunda, raiz mais profunda". Daí, seu papel em 2010. "[Lula] não é só um político que tem popularidade. Não acredito que o futuro presidente possa ser escolhido sem a participação e o apoio do presidente Lula. Se me pergunta quem vai ser, digo que o nome colocado é a dona Dilma [Rousseff].""Se depender de mim, o PMDB vai para uma aliança com o presidente Lula", afirmou Sarney, alegando "que o PMDB é o partido das causas democráticas". "Colocamos uma agenda social no país durante o período em que fui presidente. Não se esqueçam que o slogan do meu governo era "tudo pelo social", justificou.Alvo de críticas do petista no passado, hoje Sarney minimiza: "Lula era o PT de ferro, de aço. Todos nós mudamos".
SERRAQuestionado sobre seus desafetos, ele diz que não guarda rancor, nem do ex-presidente Fernando Collor de Mello, um dos mais ácidos críticos do governo Sarney. "Não tenho ódio do Collor. Se tem um arrependido disso, é ele. Não eu."Sarney, no entanto, deixa evidentes suas restrições ao governador José Serra (PSDB). O senador nem sequer chega a negar que desconfie da participação de Serra na operação policial que, em 2002, flagrou R$ 1,4 milhão no escritório de sua filha, a então presidenciável Roseana Sarney. Durante a disputa eleitoral de 2002, durante o governo FHC, aliados de Sarney atribuíram motivação política à operação. Serra negou. "Não vou dizer que foi o governador José Serra nem que não foi o governador Serra. Até porque é um fato do passado. Não quero relembrar. Serra é um bom homem público, um homem que tem qualidades", afirmou Sarney, insistindo na hipótese de "armação"."Quem vai dizer não sou eu. Mas o STF e o Tribunal Federal de Brasília, que, em acórdão, disseram se tratar de armação. Não tinha começo nem meio nem fim, uma busca e apreensão que não foi junto a processo algum e que só cumpriu uma finalidade: barrar uma candidatura à Presidência."
CONGRESSO
Ao comentar a avaliação de ministros de que o Congresso é um mercado de voto, Sarney responsabilizou o sistema político. "O Congresso em que comecei era outro. Tudo que aconteceu, extremamente lamentável, tem muito a ver com o sistema político que adotamos. É esse sistema que levou à criação dessa classe política que dá essa imagem tão deformada e merecida."Para Sarney, existem maus e bons políticos. Questionado sobre o aliado e ex-presidente do Senado Renan Calheiros (AL), Sarney disse que, "ao longo da história, [Renan] tem se mostrado um bom político".O senador afirmou que votou pela absolvição de Renan por não haver provas de que dirigia uma emissora de rádio em Alagoas. "Se tivesse prova, eu teria, com maior tranqüilidade, condenado."Ex-presidente do Senado, Sarney negou qualquer pretensão de voltar ao cargo. "O que posso adiantar é que não serei candidato. Não quero ser presidente de nada."
ADESISMO
Sarney reagiu aos que o acusam de estar sempre no poder. "É uma certa injustiça comigo. Fui oposição ao Getúlio, ao Juscelino. Quando dizem "Sarney aderiu ao processo do Tancredo", quero dizer que não. Fui convidado por eles. Não aderi."
STF x CONGRESSO
Sarney disse que o STF (Supremo Tribunal Federal) "agiu corretamente" ao proibir nepotismo no país.Para ele, o STF exerce um papel "moderador" no regime democrático, preenchendo "lacunas da Constituição de 1988". "Não vejo que esteja invadindo essa ou aquela atribuição. O STF está tentando resolver conflitos que outros Poderes não tiveram condições de resolver", disse. "Se o Congresso se omite em tomar suas decisões, o Supremo toma."Numa menção à Constituinte, da qual Lula e Serra fizeram parte, Sarney afirma que "o Congresso que fez a Constituição não tinha uma grande densidade". "Temos essa Constituição aí que até hoje só se faz é tentar consertar", criticou.O ex-presidente citou os Estados Unidos como um exemplo de país em que o Supremo atua como moderador."O Parlamento se tornou incapaz, pela divisão que tinha, da integração dos negros e os direitos civis não caminhavam. Vem a Suprema Corte e interpreta: as escolas têm que ter a presença dos pretos. Graças a isso, a sociedade americana se reconciliou."
LITERATURA
Sarney contestou a associação entre política e sua nomeação para Academia Brasileira de Letras. "Entrei para a Academia Brasileira de Letras antes de ser presidente. Em 1980. Hoje, sou o decano, que é uma palavra ruim. Significa que todos que votaram em você já morreram. Sua vez está chegando. Dá uma certa dor nos ossos", brincou ele, para quem a política contamina a crítica ao seu trabalho."Pago muito porque sou político. Minha visibilidade política é maior que minha visibilidade de escritor."
PLANO CRUZADO
Sarney disse que não quer "ser julgado como o presidente dessa inflação de 40%". "Quero que o povo me julgue como o presidente da agenda da democracia. Ele argumentou ainda que a adoção de três moedas em seu governo garantiu a implantação do Plano Real. "A inflação é terrível. Mas foi uma circunstância que tivemos que atravessar. E isso valeu para que se fizesse o plano real. O [João] Sayad me propôs. Eu disse: "Não tenho mais condições políticas de fazer isso", como não tinha."Ex-presidente afirma ser contra mudanças na atual Lei da Anistia Sarney diz que congressistas queriam dar um golpe na Constituinte de 1988
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Governador do Maranhão entre 1966 e 1971, afirmou ontem que é contra a revisão da Lei da Anistia. Diz desconhecer a prática de tortura durante o regime militar brasileiro, "A anistia foi negociada. Ela não foi um gesto de príncipe. Acho que o processo político da anistia fez parte do processo da transição", disse Sarney, afirmando "que anistia foi feita de forma consensuada"."Não devemos esquecer que os militares não caíram por uma revolta militar que os derrubou. O que houve foi um processo de abertura que durou oito anos, até longo demais, e que as etapas foram cumpridas -e anistia era uma das etapas", disse Sarney, para quem "não há por que a gente venha renascer com esse problema".
A PRESIDÊNCIA
Sarney também lembrou de sua posse como presidente. O peemedebista disse que resistiu à idéia, à espera da recuperação de Tancredo Neves, eleito presidente no Colégio Eleitoral. "Assumi pensando que era por poucos dias. Mas, mesmo assim, achava que era uma coisa simbólica, a qual não devia aceitar. Cada vez mais fui me tomando de um certo sentimento entre medo e responsabilidade. Fui, talvez, uma das poucas pessoas que não acreditassem que o Tancredo Neves iria morrer", afirmou.Sarney listou as adversidades políticas que diz ter enfrentado. "Quando assumi, o governo ficou comigo, mas o poder político todo ficou com o Ulysses [Guimarães]. Não tinha condições de ser presidente. Não tinha legitimidade [...]. Para que eu pudesse construir essa legitimidade política, tinha que resolver o problema da economia, que era difícil."No Congresso, conta ele, "a Constituinte de 1988 quis dar um golpe dentro da própria Constituinte". "Criou a Comissão de Sistematização, que era composta por 90 congressistas. Esses 90 podiam decidir pela metade, 47 pessoas podiam decidir a matéria. Mas, para derrubar o que a Comissão de Sistematização queria, tinha que ter maioria absoluta no plenário. A matéria votada ali era considerada acabada. Houve uma reação. Como podíamos ter uma Constituição que podia ser votada por 47 pessoas apenas? Houve uma mudança do regimento no qual diz: "Não, toda matéria tem que ser votada aqui dentro do plenário". Daí porque eles achavam que essa comissão dos 90 ia fazer um mandato de quatro anos. Um dos maiores erros que cometi na vida foi ter ido para a televisão e ter dito: "Eu aceito o mandato de cinco anos". Porque coloquei no debate o que eles queriam. A Constituinte girou em torno do debate do mandato do presidente."

Frases"Ele diz que não sabia de torturas na ditadura? Meu Deus, só ele não sabia"MARYVONE LIMA COSTA, 77 pensionista

"Gostei da clareza com que o presidente Sarney expôs as idéias e falou da literatura"CRISTIANA BARROSO, 42 auxiliar de enfermagem

"Quando um ex-presidente resolve prestar um depoimento sincero, é imperdível"ALDO REBELO, 52, deputado federal (PC do B-SP)

"A sabatina foi uma aula de história de quem a conhece e de quem a viveu"MICHEL TEMER, 67, deputado federal (PMDB-SP)

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Comentário do Professor Romano:
SARNEY DIZ NÃO TER CONSTATADO TORTURA NO PERÍODO DITATORIAL, QUANDO ELE ERA UM DOS PROPRIETÁRIOS DA ARENA. FELIZ CEGUEIRA A DELE. COMO FUI TORTURADO NO DOPS PAULISTA, E VI TORTURADOS EM SITUAÇÃO PIOR DO QUE A MINHA, CHEGO À CONCLUSÃO : NOSSO PAÍS É TERRA DE CEGOS, DIRIGIDA POR CEGOS. SÓ QUE SE TRATA DE UMA CEGUEIRA MUITO PECULIAR: ELA É VOLUNTÁRIA. COMO A SERVIDÃO. A PÉROLA DE ENTREVISTA, NO ENTANTO, ESTÁ NA LINGUA DE UM COMUNISTA :

"Quando um ex-presidente resolve prestar um depoimento sincero, é imperdível" ALDO REBELO, 52 deputado federal (PC do B-SP)". REBELO É AFÁVEL, BEM EDUCADO, POLÍTICO HONESTO. A IDEOLOGIA O CONDUZ A CERTOS APLAUSOS COMO O CITADO. TEMOS AÍ O MOTIVO PELO QUAL MUITA GENTE DA ESQUERDA APOIOU A ANISTIA CAPENGA. APLAUSOS PARA OS DONOS DO PODER DE ENTÃO E DE AGORA, O "GRANDE ALIADO". EXISTEM VÁRIAS INTERPRETAÇÕES DA PALAVRA GREGA KAYRÓS. UNS A TRADUZEM COMO TEMPO CERTO DE AÇÃO, OUTROS COMO TEMPO OPORTUNO. OUTROS....MAS RECORDEMOS A HISTÓRIA: OS COMUNISTAS SE ALIARAM A GETÚLIO, DEPOIS DE TUDO O QUE O EX-DITADOR TINHA FEITO CONTRA ELES E CONTRA O PAÍS. QUEM COMPULSOU O LIVRO DE WILLIAM WAACK SOBRE "OS CAMARADAS"E O RECENTE VOLUME DE DMITRI VOLKOGONOV (OS SETE CHEFES DO IMPÉRIO SOVIÉTICO, RJ, NOVA FRONTEIRA, 2008) PERCEBE A LÓGICA : VISEIRAS, SLOGANS E ESPINHAS DOBRADAS.

Rinocerontes passeiam na Má-ringa

São bichos comuns nas vésperas de eleições. Existem em todas as cidades brasileiras. Arrancam propagandas de outros candidatos, correm em seus carros enfeitados, pensam que podem bater em outras pessoas.

Oras, ovelhas...


Sabe aqueles minutos de silêncio..?

... que os seus filhos fizeram? Pois é!
Enviado pela Marcia

Procura-se um dono!


Da Valéria, do BLOG GATOS, FATOS&ATOS

No bairro onde moro (Cidade Jardim, Maringa) apareceu esse cão, machucado no quadril. Ele é de porte grande, aparentemente, muito dócil. Eu o chamei, me aproximei e ele permitiu que lhe fizesse carinho. Com certeza é de alguém e pode ter se perdido. Uma colega da Socpam recolheu-o, levou ao veterinário para tratar dos ferimentos. Agora ele está bem e foi levado para o abrigo da ong. O nome dele é Bonachão (claro, o nome provisório)

Em Portugal

Do RUI BAPTISTA, Blog De rerum natura
A génese das actuais ordens profissionais

O nosso habitual colaborador Rui Baptista volta ao tema, que sabemos polémico, da Ordem dos Professores:
“Entre a ordem e a sua execução há um abismo” (Ludwig Wittgenstein)
No meu post de 3 de Agosto passado “A (Des)Ordem dos Professores“ apresentei razões para discordar do facto de o exercício da função docente não satisfazer os princípios que devem presidir ao conceito de profissão liberal, ainda que stricto sensu.
Acresce que sempre que surge a polémica a propósito da criação de uma futura Ordem dos Professores, surge, também, invariavelmente o argumento de que esta forma de organização profissional enferma de cumplicidade com o regime político deposto em 25 de Abril de que colho, como exemplo, um artigo de opinião do Professor Vital Moreira onde escreveu que as ordens profissionais “têm proliferado no nosso país apesar de terem a sua origem no sistema corporativista do Estado Novo” (“Público”, 5 de Julho de 2005). Ainda nesse jornal, em 22 de Julho desse ano, chamei a atenção para a evidência de “a Ordem dos Advogados ser anterior à Constituição Portuguesa de 33 que estabeleceu o regime corporativo no nosso país”. Escassos dias depois (26 de Julho), acrescentou Vital Moreira, no mesmo periódico, que “a Ordem dos Advogados foi criada num dos primeiros governos da Ditadura que precedeu e preparou o Estado Novo, sendo depois integrada na organização corporativa juntamente com as demais criadas”.
Em face desta dualidade de posições sobre a génese das ordens profissionais portuguesas, escoro-me nos seguintes argumentos:
1.º - A Ordem dos Advogados foi criada sete anos antes da implantação do Estado Novo, através do Decreto n.º 11.715/26, de 12 de Junho (site da Ordem dos Advogados: ‘Resumo histórico da Ordem dos Advogados’).
2.º - As Ordens dos Advogados, dos Médicos e dos Engenheiros ‘foram depois representadas, pelo decreto-lei 24.083, de 27.XI.1934, na Organização da Câmara Corporativa, representação que só a Ordem dos Advogados repudiou por considerar deprimente, da sua corporação, a subordinação’ (Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, 1936-1960, vol. XIX, p. 557).
3.º - Ainda na referida enciclopédia, é aditado que ‘todas as três ordens funcionam, mas somente a dos Advogados continua excluída da Câmara Corporativa’”.
Apesar da proliferação a que se assiste hoje de ordens profissionais (e de outras na forja), ainda persiste a ideia de que todas as anteriores a 25 de Abril foram geradas no ventre licencioso do Estado Novo. Esta como que uma espécie de ultima ratio a que se agarram em desespero de causa os sindicalistas que se arrepiam só em ouvir falar da criação de uma Ordem dos Professores como instituição dignificante do exercício docente e reforço de garantias de um ensino em mãos de profissionais com as devidas habilitaçõs académicas e com responsabilidades arroladas num código deontológico próprio que lhes defina os deveres profissionais e sancione o seu eventual não cumprimento.
Em período de intensa e prolongada agitação laboral e tensão social desgastante, em que se contam espingardas sindicais e se estabelecem acordos ocasionais que fariam corar de vergonha o próprio Fausto, assumem-se publicamente como opositores à criação de uma Ordem dos Professores algumas organizações sindicais com destaque para a Fenprof e para a Federação Nacional do Ensino.
Com excepção das acções em prol de uma Ordem dos Professores a cargo do Sindicato Nacional dos Professores Licenciados e da Associação Nacional de Professores (esta última uma organização profissional não sindical, como ela própria se define), o desacordo, ou mesmo o receio, das estruturas sindicais em relação à criação dessa associação pública, é tanto mais desmedido por a Constituição Portuguesa, no seu artigo 267, n.º 4, estabelecer expressamente que “as associações públicas só podem ser constituídas para a satisfação de necessidades específicas, não podem exercer funções próprias das associações sindicais e têm organização interna baseada no respeito dos direitos dos seus membros e na formação democrática dos seus órgãos”. Ou seja, nunca a César o que não é de César!

Brasília-Maringá

Imagem: Desenho de Miran
Pela primeira vez achei um encanto em Brasília. Não sei o que foi. O hotel foi de "menos". Sujo, propaganda enganosa. A terra está seca. Faz meses que não chove, creio. Tudo é muito caro. Mas, havia algo legal. Deve ser as pessoas. São gentis. Chegando aqui, os ipês amarelos estão floridos. Maringa, Boa-ringá!

Minha filha

Imagem: Bogdan Pryston
Minha filha também chegou de sua viagem a Florianópolis. Trouxe-me uma camiseta com uma estampa de gato. Amei o presente. Amei também suas observações sobre o Seminário Internacional FAZENDO GÊNERO. Juju apresentou um trabalhou. Chegou decidida a abandonar as pesquisas na área. Ela odiou o gênero. Explico: em suas considerações (ela é toda ponderada) entende que as pessoas do seminário se auto-excluem. Sentiu-se out. Fora do circuito. Sentiu-se diferente e excluida. Contou-me suas agruras. Como explicar a ela que essas coisas são tão "normais" em eventos? Disse a ela que ostra feliz não faz pérola. Dei-lhe o livro que comprei ontem. Fico orgulhosa de ver a Ju com suas finas percepções do mundo.

Queremos novas mentiras!

Sai ontem de Brasília as 19h. Sou despejada do avião da GOL em Campinas, as 20h30. Fico isolada no aeroporto. E isso até as 23h50. Não posso fazer nada. Não posso rever a cidade. Faz seis anos, creio, que não passo por Campinas. Vou para a livraria do aeroporto. Vejo um livro com título diferente. É do Rubem Alves, Ostra feliz não faz pérola. Um livro tranquilo para ler a noite após 3 dias de reuniões na Capes, em Brasília. Logo de cara leio algo genial. Rubem Alves conta que em um muro da Universidade do Porto, Portugal foi escrito: QUEREMOS NOVAS MENTIRAS! Slogan inteligente para lidar com políticos. Como é impossível pedir aos políticos que não mintam, pelo menos podemos solicitar que MUDEM SUAS MENTIRAS. Taí uma solução!

domingo, 24 de agosto de 2008

Basta de truculência!


Li o Blog do RIGOn antes de viajar. Li o comentarista AKINO maringa. Concordo com ele. O que tenho visto nessas dias que antecedem as eleições municipais em Maringa é um monte de gente limpando, trabalhando na cidade. Tudo tem que ficar limpinho. Meu medo é com a limpeza étnica. Explico: nas eleições passadas quase apanhei de uma senhora dos pepistas no colégio em que fui votar. Ela gritou comigo: CIRCULANDO! Eu havia parado na porta da escola (fora do espaço, portanto) e mesmo assim a senhora pepista queria me limpar da área. Que meda que dá! Esse ano vou com escolta. Se alguma pepista me parar vou para cima com direito a polícia e Ministério Público. Tô avisando que não admito policial pepista nas minhas costas.

Acabou...

Pessoal: viajo hoje a trabalho. O Blog ficará um pouco vazio. Volto quinta.

sábado, 23 de agosto de 2008

Na Má-ringa!

Do Blog do Rigon
Essa Kombi, empoeirada, testemunha um leitor, pelo jeito não anda: fica empacada na avenida das Palmeiras. Parece estar à venda, mas a cara é de comitê mesmo.
*******
Comentário: essa estratégia está sendo empregada por muitos candidatos. Perto da Acema também tinha uma...

Charge antiga e tão atual....

Pelo visto a charge é atual. Os militares com o aval do Lula guardarão os documentos de suas ações ...

Na Má-ringa! Laranjas mecânicas....



As evidências mostram que o candidato Dr é mesmo um laranja. O programa eleitoral está sem ênfase. A voz do candidato é fraca. Fraquinha, sem ânimo, sem vitamina. Sem tesão. Sem tensão também, morno, monocromático... A imagem idem. Argh!

Zoológico dos espíritos

Frase de um professor em uma cantada: "eu sou influente na cidade" ... Eu entendi efluente. hehehehehehe

Paris, 1949

Foto de Elliot Erwitt

Nepotismo...



Sponholz! Duvido d ó que a mamata dos juízes, deputados, senadores acabe.... É muito dim dim que eles perdem.

Pantanal e as garças de Brasília ....

São as garças que estão de mudança do Pantanal. Mudam-se, pois o Ministro Minc deu o território das garças para os amigos usineiros do Lula. Pantanal: use e abuse, plante cana! Morreremos bêbados dirigindo carros à alcool.

Oui!


Horário dorminex

Salve, Sponholz! MAS, o Cervo&Servo tem razão. O horário eleitoral é hilário. Os candidatos prometem por prometer. Como crianças. Não leram nada sobre leis ou a Constituição. Um aluno meu, Marcos, professor também, diz que no Jardim Alvorada, na Má-ringa, o candidato Z. é o tal. Todos gostam dele. SEGUNDO MEU ALUNO o vereador e atual candidato faz pedidos para ligar luz de postes, arrumar ruas...blá blá. ORAS, meu aluno! Estes pedidos não são FAVORES. Ter luz nos postes é uma obrigação. Ruas recapiadas também. Pagamos taxas para isso. Ou os candidatos são moleques de recado ou têm má fé. Ou as duas coisas.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

É hoje!


Botem a boca no mundo!


Não se calem. Protestem....

Miran

Miran

Made in China...


Prato do dia

Lula enganosa.

No ovário das outras pode... Eitanóis e eita bispo!


Por Carla Rodrigues, Rio de Janeiro

Crivela e o discurso conservador da Igreja Universal do Reino de Deus
Ela é avó de duas crianças, filhas de sua filha mais velha, que aos 21 anos já tinha dois filhos. Um dia, enquanto fazia minha unha, essa manicure moradora de uma das maiores favelas da cidade, a Rocinha, me perguntava se eu sabia como encontrar um determinado médico de Niterói que aceitava fazer cesarianas por preços módicos para, na mesma cirurgia, fazer também a ligadura de trompas. Era, achava a avó, a única saída para o futuro da filha e criticava a Lei do Planejamento Familiar, que só permite a realização do procedimento de esterilização a partir dos 25 anos. Estava disposta a pagar – e caro – para fazer aquilo que a saúde pública se recusava a fazer de graça.
Os anos 1970 e 1980 foram campeões de esterilização cirúrgicas em mulheres por iniciativas dos médicos, que tomavam a decisão da laqueadura considerando a situação de pobreza ou número de filhos das mulheres. A regulamentação da esterilização de homens e mulheres foi uma conquista e tanto.
Mas é claro que o candidato Marcelo Crivella, ao propor a mudança na lei, falando sobre o tema em comunidades carentes, sabe que existem milhares de avós como a minha manicure, que preferem esterilizar a filha a tratar de educação sexual em casa, buscar métodos contraceptivos menos radicais ou mesmo pensar em vasectomia para seu genro.
O discurso de Crivella ainda aparece travestido de “moderno” por se opor ao aspecto mais conservador da Igreja Católica, a proibição do uso de qualquer método “não-natural” de contracepção, conforme determina, há 40 anos, a encíclica Humanae Vitae, recentemente questionada por organizações defensoras dos direitos das mulheres.
No entanto, ao tentar se diferenciar do discurso católico, Crivella comete erro ainda mais grave, porque se associa aos que acham que deve-se regular o nascimento de pobres para regular a pobreza, ao invés de combatê-la com as políticas públicas adequadas, e ainda ignora que decidir o número de filhos que se quer ter é um direito inquestionável de homens e mulheres. Torna-se não apenas conservador, como anti-democrático. Assim, não apenas não vamos arrumar o Rio, como ainda corre-se o risco de reforçar sua proposta ruim de mudança de uma coisa rara no Brasil - uma boa lei.

Na Má-ringa!


Debate sobre o transporte pela CBN na Má-ringa com os candidatos. Não ouvi todos os candidatos. Li no Rigon, do Akino Maringa, que o Dr Batista não foi longe com a questão do monopólio da TCCC/GOL. Não poderia ir longe mesmo. Afinal, ele está na Má-ringa e se for longe, tem que ir de Viação Garcia.

Começou!


Hoje, 19 de agosto, deu-se a largada! Início do horário eleitoral. Que susto. Estava ouvindo a CBN local e, de repente, QUÁ. Caça aos patos. Nós, é claro. Nós somos os patos. Por outro lado, como diz o Zé Simão, da FSP, nóis se adiverte. Quanta bobagem. Estou fazendo uma premiação do pior dos piores nomes. Aceito indicação. João Perereca, Rola-bosta, Zebras, Laranjas, Foguetório, Keiti Marrone, Formigão, Cenoura, Raposão... Que alegria! Se eu tivesse um nome destes me enforcaria em folha de couve.

EUA in China




A Má-ringa, cidade dos candidatos laranjas

Primeiro: os laranjas invadem a cidade. Usam óculos escuros para não serem reconhecidos.


Segundo: saem para propaganda em carros larnjas...começam a por as asinhas de fora...

Depois ganham as eleições e fazem a primeira Praça Laranja. Não émais a praça peladão e, sim, laranjão.

Enviado pelo José de Arimathéia colaborando para desvendar os laranjas da Má-ringa.

Braziu!

Braziu!

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