TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.

sábado, 30 de junho de 2007

Sábado a noite...


Sai a tarde, passei por livrarias após as demandas pessoais. Comprei cds da Maria Callas. Estou com vontade de ouví-la. Assisti o filme MARIA CALLAS há algum tempo. Voz maravilhosa. Ouvir Maria Callas depois de ouvir o Marlon Roriz Brando (perdão Brando!) faz a alma da gente voar, sentir-se humano nesse paizinho cheio de elite vazia e inculta. Bom, trouxe de quebra para casa, além do pão, verduras... dois livros. Não tem jeito, meus olhos são maiores que meus neurônios (minha mãe dizia que os gulosos tinham os olhos maiores do que a barriga). São os livros que pulam das estantes e caem em minhas mãos. Um livro é o do José Murilo de Carvalho, o novo lançamento do Murilo, D. Pedro II, da Cia das Letras. O capítulo 9 chama-se O Paraná não se curvava. Outro livro que comprei é o DARWINIANA! Adivinhem de quem? Do confidente, aluno, amigo e discípulo Thomas Henry Huxley. Huxley era chamado de o pitybull de Darwin. A verdade é que os laços entre os dois são interessantes. Admiro Huxley, pois ao conhecer e concordar com as idéias de Darwin, passou a trabalhar arduamente para a aceitação da teoria da evolução, não somente debatendo com as cúpulas da ciência e política da sociedade de Londres, mas dava palestras a operários em sindicatos ou associações de trabalhadores. Embora ridicularizado por essa tarefa, seus encontros chegavam a reunir mais de mil operários para ouvir e debater as novidades científicas da época. MEUS alunos que me aguardem! Estudantes de biologia que nunca leram Darwin e são atraidos pelo criacionismo moderno ou o famoso "desig inteligente". Ou os alunos (de uma X turma) são preguiçosos, ou são relapsos, ou o curso os deformou OU deveriam mudar de curso, fazer teologia (se é que os teólogos não lêem Darwin). Editora Madras.

Mais Brasilianas


Só tem coisa pior do que ser ex-comunista, é fazer de conta que é comunista.
[...] o PCdoB mergulhou fundo no submundo capitalista, se espamarrou pelo fundamentalismo neoliberal que agüenta as pontas com Henrique Meirelles, o grande timoneiro. Tinha um ministerinho do Esporte. Coisa pouca mas deu para o então ministro curtir o melhor do mundo que sempre passou longe de Tirana e dos velhos ícones estalinistas. Freqüentou todas as mordomias de Ricardo Teixeira... se lambuzou.
Agora nem isso não tem mais mas o PCdoB se assumiu por inteiro no papel de mão-peluda do Governo. Topa tudo. Aí abaixo o jornalista Talis Andrade conta um pouco da trajetória do ex-comunista Leomar Quintanilha, senador do Tocantins e agora presidente do Conselho de Ética do Senado. Claro que ele não esquecerá nunca que a família Calheiros sempre foi fiel ao comunismo e as tropas de boi gordo, contas recheadas, campanhas caras... numa palavra: PUDÊ.
Mas é importante lembrar que o PCdoB que já foi de João Amazonas hoje tem nas mãos a chave de uma das mais ricas jóias da coroa que sobrou da privataria petucana. Haroldo Lima, constituinte que ainda fala no microfone pensando que faz ecoar um megafone, é o todo-poderoso diretor-presidente da ANP – Agência Nacional de Petróleo, criada por FHC para seu então dileto genro David Zylbersztajn. Esse rapaz hoje comanda na parte da Botucúndia um dos dois consórcios que vai tocar o projeto de etanol para o Império
do companheiro Lula. O outro – e mais importante – é comandado por Jeb Bush, em nome do Império e Roberto Rodrigues, o latifundiário ministro da Agricultura de Lula, em nome da república dos canaviais. Bem, e o que faz o constituinte Haroldo Lima hoje na ANP: organiza leilões de privatização dos poços de petróleo. Ou seja, continua a política iniciada por FHC, que rompeu o monopólio da Petrobrás, e dá seguimento a entrega das reservas brasileiras aos grandes oligopólios mundiais. [ Veja aqui, no jornal Vermelho, mais comunista impossível, como ele se justifica: http://www.vermelho.org.br/museu/principios/anteriores.asp?edicao=82&cod_not=966 ]
Vejam a que ponto chegaram esses dois grandes nacionalistas: Dilma Rousseff e Haroldo Lima.
Assim, dois diretores da Petrobrás, nacionalistas, estão sendo chantageados. O pior, é que os chantagistas sabem pressionar e têm força: a Ministra Dilma Rousseff e o Diretor Haroldo Lima, da ANP, por exemplo, deram uma guinada de 180º. Ambos foram contrários às licitações. Hoje, são seus defensores. Usam como argumento um gráfico falso de oferta e demanda de petróleo preparado pela ANP, mais precisamente pela equipe do ex-consultor da Shell, geólogo Milton Franke, conforme sua afirmação para conselheiros do Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, em maio de 2004

O texto completo de Fernando Siqueira é diretor de Comunicações e ex-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet)
http://www.pdt-rj.org.br/colunistas.asp?id=176

O comunista Quintanilha, outro senATOR


De Brasilianas: "Sempre fui comunista."
Nascido em uma família pobre em Goiânia, Quintanilha, 61 anos, deu duro na vida. Foi balconista, vendedor de frutas, trabalhou na reitoria da Universidade Federal de Goiás, até que foi aprovado em um concurso para o Banco do Brasil em 1965. A partir daí começa a politicagem e, em 1976, é eleito presidente do Diretório Municipal da ARENA em Araguaína - na época em Goiás, hoje no norte do Tocantins. Candidata-se à prefeitura da cidade no mesmo ano, mas perde. Perdeu novamente a eleição, para o mesmo cargo, em 1982.
Com o estado de Tocantins já criado, Quintanilha consegue eleger-se deputado federal pelo PDS, $u$e$$or da Arena, em 1989, mas é deslocado para exercer o cargo de Secretário de Estado da Educação e Cultura de Tocantins. Reeleito em 1991, chega finalmente ao Senado em 1994, sendo reeleito em 2002.
Até aí tudo indo aparentemente bem. Fazendeiro e dono de um patrimônio declarado de R$ 1.975.844,63 e depois de ter circulado pelo PP, PFL e PMDB, Quintanilha filia-se ao PCdoB em 2005 e, em 2006, disputa o cargo de governador de Tocantins. Ficou em terceiro colocado, com 9.206 votos (Siqueira Campos ficou em segundo com 310 mil votos e Marcelo Miranda foi eleito no primeiro turno com 341 mil, ou 51,48% dos votos). Em dezembro do ano passado, mal-agradecido, o senador deixou o PCdoB e voLLtou para o PMDB de Renaaaaaan.
Atualmente, Quintanilha é presidente da Federação Tocantinense de Futebol. Ninguém melhor para exercer o cargo, já que descolou uma ajudinha de R$ 200 mil para a construção do estádio de Barrolândia, no sul de Tocantins. O senador tem alguns projetos interessantes como, por exemplo, a "proibição do uso de viseiras escuras ou protegidas por material refletivo que impeçam a identificação dos seus usuários". O objetivo é facilitar a identificação da bandidagem sobre duas rodas. Mas certamente o de maior relevância é a proposta de realização de um plebiscito para a criação do estado do Carajás. A nova unidade da federa$ão englobaria alguns dos seguintes municípios do atual estado do Pará: Bannach, Breu Branco, Cumarú do Norte, Curionópolis, Novo Repartimento, entre outros. Ah, sim, ia quase esquecendo... o bem de maior valor do senador Quintanilha, de acordo com sua declaração ao TSE em 2006, é este:
REBANHO DE BOVINOS, BUBALINOS, CAPRINOS,OVINOS, ASININOS E MUARES - R$ 758.124,00

Sabadão ... na Renânia, rorilândia, lulandia...




Caras e bocas



Chi! naglia
Cafeteira fria....

Os Bam bam!









O senATOR Marlon Roriz Brando em Apocalypse Now


Pan: quem ganhou mais com os bois?



EU, Lula, garanto: são todos amigos!














Espírito do tempo, Do Blog do Orlando Tambosi


De Orlando Tambosi.Eis o "espírito do tempo" A revista Plug:, elaborada pelos alunos do XXIV Curso Abril de Jornalismo, relata que uma das novidades deste ano foi a abordagem da ética. Um ex-diretor da Abril Digital, que é jornalista e filósofo, "perguntou aos alunos o que é a verdade no jornalismo". Sem pretender "solucionar o impasse", diz o texto, ele "demonstrou que a verdade é sempre relativa, mesmo em um conceito mais amplo."Ora, se a verdade é tão relativa assim, o que é verdade para fulano pode ser mentira ou falsidade para sicrano. Vamos aos exemplos. Para Berzoini, Ideli e os petistas não existiram mensaleiros - é mentira da imprensa e da oposição. Logo, para eles esta é a verdade e basta. Da mesma forma, Renan Calheiros tem dito ad nauseam que já apresentou "toda a verdade". Se a verdade é relativa, o que a revista Veja e a PF demonstraram é falso. Absolva-se Renan. Haveria uma verdade relativa ao PT e a Renan e outra relativa aos que os acusam? Nesse caso, como ficariam os fatos? Os fatos não são relativos. São eles que tornam uma declaração ou proposição verdadeiras. Assim, a declaração "existiu o mensalão na Câmara dos Deputados" é verdadeira se, e somente se, existiu o mensalão na Câmara dos Deputados (agora sem aspas). Como foi provada a existência, esta é uma verdade absoluta.O pior é que a posição relativista do professor do Curso Abril é típica de certos setores das ciências humanas e sociais. Para seus cultores, "todas as verdades são relativas". Não percebem que, se assim fosse, não teríamos ciência nem conhecimento universal. Desde quando, por exemplo, a física e a biologia norte-americanas são diferentes da física e da biologia russas ou brasileiras? O conhecimento que elas geram é universal, objetivo - isto é, não-relativo a nenhum país, cultura ou sexo.Sob a bandeira do relativismo "pós-moderno" - avesso à idéia de que existe um conhecimento objetivo, independente das culturas - campeiam, por exemplo, o multiculturalismo, o "desconstrucionismo", os "estudos de gênero" etc. Portanto, não se espante se alguém disser que a física moderna "é sexista, racista, classista e culturalmente repressora" e que deveria ser substituída por uma "ciência feminista", bem longe dos Principia de Newton, que são um verdadeiro "manual do estupro" (Sandra Harding). Nem fique estarrecido se outro afirmar que os cientistas "torturam a natureza" para dela extrair segredos, submetendo a pobre matéria a altas energias nos aceleradores de partículas (Evelyn Fox Keller). Os jovens jornalistas do Curso Abril, certamente, acharão tudo muito normal - com exceção, talvez, de dois ex-alunos meus que andaram por lá. Concluo dizendo que o relativismo radical favorece a picaretagem.P.S.: no mais, a revista é de boa qualidade. Boa sorte aos meninos.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

E o povo?




Renânia, o país do DNA


Deslize...


Do Blog Cabalas (Portugal)

The Economist lê o Brasil de Lula

'The Economist' vê Lula 'atolado em torpor'
Apesar de escândalos, Lula ainda se mantém popular.
A revista The Economist diz, na edição publicada nesta quinta-feira, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva "parece atolado em torpor" em sua reação aos escândalos que têm estampado as manchetes dos jornais. Em artigo intitulado "Lazy, Hazy Days for Lucky Lula" (algo como "Dias Preguiçosos e Quentes para o Sortudo Lula", em português), a Economist afirma que a reação do governo a grandes fatos que estão nos jornais é "tardia e atrapalhada". Um exemplo disso seria a crise nos aeroportos. O artigo cita a frase da ministra do Turismo, Marta Suplicy, que sugeriu que as pessoas atingidas por atrasos nos vôos deveriam "relaxar e gozar", e diz que o governo despediu 14 controladores de vôo no dia 22 de junho, mas deveria ter feito isso "meses atrás". A revista acrescenta, no entanto, que, apesar da demora e do fato de os jornais continuarem trazendo acusações contra aliados do presidente, Lula continua sendo "imensamente popular" para a maioria dos brasileiros, "menos interessados nas notícias da televisão do que na novela que vem depois delas". A Economist diz que um dos motivos claros da satisfação popular com Lula é o desempenho da economia e o crescimento do poder econômico do brasileiro mais pobre, reflexo do real mais valorizado."De muitas formas, o Brasil está indo melhor do que foi em uma geração. A inflação é baixa e o crescimento econômico está subindo com firmeza", diz a revista. O otimismo faz com que, segundo a revista, o governo esteja menos interessado em fazer reformas, especialmente a trabalhista. O artigo cita Franklin Martins, secretário de Imprensa da Presidência, que diz que essa reforma, no momento, "não é prioridade"."Isso pode resultar em uma economia medíocre, mas é uma política astuta", diz a Economist. "Até mesmo a oposição perdeu muito do seu impulso reformista."
Comentário: ele esperam a Reforma trabalhista, da previdência, já nós esperamos a reforma da vergonha na cara!

Dicionário do senado e "congreçio" brasileiro


Paulo Maluf, do PP = roubo, mas faço
senATOR Roriz = roubo, mas choro
senATOR Calheiros = roubo, mas não daqui não saio
deputado Clodovil = não roubo, mas vocês roubam (dirigindo-se aos colegas)
Lula, o presidente = não roubo, mas sei que meus amigos roubam
Eduardo Suplicy = não sei se roubam (os amigos aliados), mas precisam provar que não roubam
Idely Salvati = roubam, mas o que vocês têm a ver com isso!?
Gabeira = roubam, roubam e matam esse país
Jefferson Peres = roubam, mas não têm vergonha na cara ( e eles têm cara?)
Tuma = o Roriz tem que provar essa coisa do cheque, mas o Renan é inocente
Ministro da Justiça = o Renan pe nosso amigo, precisamos parar com a acusação de roubo
senATOR Wellington = roubam? ah! preciso cortar meu cabelo!
senATOR Sibá = roubam, sim, mas cansei de ajudá-los
O congresso = Conjuguem conosco, eu roubo, tu roubas, ele rouba, nós roubamos, vós roubais, eles roubam!

Te cuida, Paulo Autran!


... senão o excelente ator será substituido pelo senATOR Roriz. Com voz de Rodolfo Valentino, pose de Marlon Brando, desafiou Hamlet! Empostou a voz, alto e bom som, com choro (sem lágrimas) e disse: "Não sai de casa com vergonha de minha mulher!", "Vou, agora à Catedral realizar minha função de bom cristão"... "ajoelhar diante de Nossa Senhora".... Que comovente! Que espetáculo do ridículo! Que vergonha ver um velho decadente ensaiar um teatro querendo, nesta altura de sua vida, tomar o lugar de Paulo Autran! Volta, Paulo! Autran, Autran!

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Velhacos erram e depois choram.... E nós ainda temos que tolerá-los


DO BLOG DO JOSIAS

Seis dias depois de ter sido atropelado por um grampo telefônico comprometedor, Joaquim Roriz (PMDB-DF), escalou a tribuna do Senado para se defender. Ele proibiu os apartes, chorou, vociferou contra a imprensa, criticou o vazamento de informações sigilosas, declarou-se devoto de Nossa Senhora, etc, etc e tal. No essencial, nada acrescentou ao frágil conteúdo de uma nota oficial que divulgara no início da semana.
Roriz é assediado pela suspeita de ter partilhado rateio de um cheque de R$ 2,2 milhões cuja origem encontra-se sob investigação policial. O senador alega que o dinheiro era de Nenê Constantino, presidente do conselho de administração da Gol, de quem teria tomado emprestado R$ 300 mil. Diz ter usado o dinheiro para pagar uma novilha que arrematara em leilão.
O cheque era do Banco do Brasil. Mas foi descontado no Banco de Brasília. Nada a estranhar, acredita Roriz: “Trata-se de operação legal, que as instituições bancárias normalmente realizam, com o propósito de atrair clientes de grande porte, como é o caso do beneficiário do cheque. Qual o banco neste país que não gostaria de ter Nenê Constantino como cliente?”
Roriz é um homem rico. Ele próprio reconhece: “Nasci em excelentes condições de vida, em família abastada. Com meu trabalho, ao longo dos anos –antes de fazer política eu era empresário—, aumentei o patrimônio do meu saudoso pai. Tenho negocio de criação de gado de raça, de alta tecnologia”.
Por que diabos teve de pedir dinheiro emprestado? “No dia deste empréstimo, naturalmente, não disponha dos recursos para realizar o pagamento”. Por que não recorreu às suas empresas, tão prósperas? “Tenho empresas, várias empresas. Mas não funciono em nenhuma delas, porque a vida pública não permite. Quem administra são as minhas filhas. Portanto, por esta razão, socorri-me com um amigo.”
E quanto aos diálogos telefônicos, cujo conteúdo sugere coisa diferente do que diz o senador? “Não posso ser tratado dessa forma maliciosa só pela infelicidade de diálogos que mantive com presidente do BRB. Sabe-se que numa conversa telefônica entre amigos [...] nem sempre as expressões utilizadas têm a exata correspondência com o contexto da mensagem pretendida. Sou um homem simples, de fala simples, de expressões normais do dia-a-dia”.
O senador recorreu a um gesto que, por teatral, tem efeitos jurídicos nulos. Brandiu duas folhas de papel assinadas em branco. Disse que as entregaria à Mesa diretoria do Senado, para que fossem remetidas ao STF e à Polícia Federal. “Escrevam o que quiserem”, disse Roriz. Sugere que sejam quebrados os seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. Algo que, obviamente, não pode ser feito senão por meio do devido processo legal, mediante autorização judicial.
De resto, Roriz encaminhou aos senadores e ao Conselho de Ética do Senado documentos que, segundo diz, atestam a veracidade de suas palavras. Em meio aos papéis, há um “contrato de mútuo” sem registro em cartório, além de nota fiscal e depósito cujas datas não guardam coerência com o período em que teria tomado o suposto empréstimo.
Roriz fez questão de solidarizar-se com o colega Renan Calheiros que, como ele, está sendo "massacrado" pela imprensa. No finalzinho do discurso, fez questão de dizer também que, embora tenha sido contrário ao ingresso do PMDB na coalizão governamental, votou a favor de todos os projetos que Lula enviou ao Congresso. “E continuarei votando.”
Concluída a sua fala, Roriz disse que seguiria para um encontro divino: “Vou sair e prostrar-me de joelhos, na Catedral de Brasília, e orar até anoitecer. Vou agradecer a Deus e a Nossa Senhora por terem me dado forças para vir aqui, para dizer a verdade e somente a verdade.” A julgar pela audiência do discurso, Roriz terá de rezar outras vezes.
Dos 81 senadores, apenas 13 se dignaram a comparecer ao plenário. Do partido de Roriz, o PMDB, dono de uma bancada de 20 senadores, só havia quatro. O líder Valdir Raupp (PMDB-RO) limitou-se a dizer que está “na torcida” para que Renan consiga sair do episódio “com a cabeça erguida”.
Escrito por Josias de Souza às 17h41

COMENTÁRIO: e o velhaco ainda foi rezar! Valha-me qulaquer coisa!

A unanimidade é burra e é esperta também!


Quanto custa o congresso em Brasília?

Recebo esta imagem que é de um adesivo que está sendo divulgado em Maringá. Na verdade, eu gostaria não de usar o adesivo, mas de participar de um grande bota fora de alguns deputados e senadores. O adesivo? Achei-o tacanho. Prefiro as lutas nas ruas contra os gastadores e calhordas que compram laptops, carros, lustres em forma de pênis (de 300 mil como o Vil clodo), uniformes de times de futebol, estas migalhas para o povo. Além disso, quem aceita essas migalhas deveria ser repudiado tanto quanto o "esmigalhador"... BOta fora aos senatores!

Do BLOG do JOSIAS FSP
Estudo feito pela Transparência Brasil comparou o custo do Congresso brasileiro ao de casas legislativas de outros 12 países. Com um orçamento congressual de R$ 6,1 bilhões para o ano da graça de 2007, o Brasil só perde, em números absolutos, para os EUA (R$ 8,1 bilhões).
Considerando-se, porém, o nível de riqueza dos países pesquisados, o nosso Congresso é o mais caro. Medindo-se o descalabro pela relação com o salário mínimo anual, o Legislativo brasileiro é o mais dinheiro sorve do bolso do contribuinte, com um percentual de 0,66%. O mais barato é o do Reino Unido, com 0,06%. Aferindo-se a encrenca pela régua do PIB per capita, o Parlamento do Brasil é, de novo, o mais oneroso, com percentual de 0,18%. O mais em conta, por esse parâmetro, é o da Espanha, com 0,02%— ou 8,4 vezes a menos.
Entraram na comparação, além do Brasil, o Chile, a Espanha, a Alemanha, a Argentina, o Canadá, os EUA, a França, o Reino Unido, a Itália, o México e Portugal. Sob as duas cuias de Niemeyer –a do Senado, virada para cima, e a do Senado, emborcada—, torram-se R$ 11.545,04 por minuto para bancar as atividades dos 81 senadores e dos 513 deputados. Um gasto 12 vezes maior do que o realizado, por exemplo, pelo Parlamento da Espanha.
O custo médio de cada congressista brasileiro é de estratosféricos R$ 10 milhões por ano. Nos legislativos da Europa e do Canadá, o custo médio por parlamentar é de cerca de R$ 2,4 milhões por ano.
O signatário do blog reitera a sua convicção de que os críticos do Congresso, esses sujeitos que insistem em insuflar a opinião pública contra os seus representantes, deveriam ser processadas judicialmente. O problema é que, normalmente, os detratores do Legislativo desfrutam de imunidade parlamentar.
Escrito por Josias de Souza às 03h03
COMENTÁRIO: e ainda têm a coragem de votar aquele mísero salário mínimo de R$380,00!

Na província de Maringá alguns empresários são mais cidadãos que o povo

Brasil: o único apagão real é o apagão dos pobres!

Do BLOG do RIGON:
Destino traçado
Moradores da Vila Operária reuniram-se ontem à noite com o prefeito Silvio Barros II, a vereadora Márcia Socreppa (PSDB) - olhaí os dois! - e o presidente da associação, Carlão. Este, em seu blog, explicou que aquela comunidade é contra a cessão do antigo Brinco da Vila ao empresário Marcos Falleiro, para uma escolinha de futebol da Adap, e também não admite a transformação do prédio em local de recuperação de jovens e adolescentes dependentes de drogas. Não se chegou a um acordo.Os moradores da Vila Operária não sabem, mas o destino do Brinco da Vila está mais que traçado: será um centro de recuperação de adolescentes dependentes. Já foram realizadas duas licitações para mobiliar o prédio, mas foram desertas; a terceira e última licitação já está marcada.

MAIS uma notícia: A Associação de Moradores de Bairro do Jardim Alvorada III e Chácaras do Jardim Alvorada encaminhou ofício ao promotor do Meio Ambiente, Ilecyr Heckert, em março último, protestando contra os ataques permitidos à área verde na cidade e denunciando o corte indiscriminado de árvores, principalmente para liberar fachadas de empresas. Apesar de fazer 90 dias, é interessante reproduzir o texto, onde o presidente Jorge Gonçalves de Oliveira, que diz em determinado trecho: "Situações como esta estão se repetindo em Maringá, já testemunhamos outras, principalmente na avenida Brasil, o que parece ser uma tendência de alguns comerciantes (...) esperamos não entrar para o lema “Corte uma árvore, preserve as fachadas”.

COMENTÁRIO: Em Maringá o amigo empresário chama e a prefeitura atende. Isso chama-se cidadania com preferência, mas é uma cidadania predatória, pois estes amigos do mal, acabam com a principal beleza da cidade de Maringá, seu patrimônio cultural, as árvores. Conheço um dono de uma imobiliária no centro da cidade que chamou o engenheiro ambiental da Secretária do meio Ambiente para podar as árvores por causa dos cocôs dos pombos que lá dormem. A PHODA maluca foi feita... e o pessoal se arrependeu porque agora nos galhos que sobraram ficam todos os pombOs e a merda das aves se concentra em um único ponto. Taí, um engenheiro não pensa nos animais e na árvore, mas no amigo. E quem me contou isso foi o filho do dono. Provas, tenho-as! MAIS: a prefeitura precisa parar de se subordinar aos empresários. Aqui todos pagam seus impostos.... OU NÃO?

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Senado? o que é?


Do BLOG DE ROBERTO ROMANO

SENADO: O ESCRITOR MAIS ATUAL, PARA O BRASIL: CAMUS. O SUICIDIO COMO PROBLEMA METAFISICO.
Existe um povo que a bandeira empresta pára cobrir tanta infâmia e cobardia!... E deixa-a transformar-se nessa festaEm manto impuro de bacante fria!..
Comentário:A instituição senatorial é herança do Império Romano, herança encontrada em bom número de Estados modernos. Na inglaterra, o Parlamento foi dividido entre o campo dos "senhores" (os homens bons do Império romano, os "boni", ou seja, os que tinham bens, eram cavaleiros, lideravam a guerra) e os "comuns" (a plebe). Os senhores eram os "pares", os iguais. Com a revolução inglêsa e depois a francêsa, a marca de ser "igual" foi transferida dos nobres para a plebe, "the people", "le peuple", ou na escrita irônica de Lutero, quando criticava no século 16 as veleidades democráticas, "Herr Omnes" (Senhor Todo Mundo). A República, na Revolução inglêsa e também na francêsa, tentou impôr a soberania dos "comuns", da plebe. Entre as duas revoluções, dado o fracasso conjuntural da Revolução inglêsa com a ditadura de Cromwell, os revolucionários norte-americanos idearam um sistema político de compensações na balança do poder (Montesquieu foi relevante em seu pensamento) com os representantes dos comuns e os que representariam os Estados. No Brasil, os comuns sempre tiveram dificuldades para se afirmar diante do Chefe de Estado. Quando Pedro 2 fechou a Assembléia, os deputados ao sair do prédio cercado de militares, inclinaram-se diante dos canhões : "Saúdo Vossa Majestade!". Simbólicamente, o gesto diz muito, ainda em nossos dias. O Senado? Era composto pelos "homens bons", que serviam como seminário de políticos subservientes para o Imperador. Plus ça change, et plus c´est la même chose.Roberto RomanoPS: é interessante que a vergonha do Senado venha ao mesmo tempo com a grande aprovação do Príncipe petista. "Com a subida de Calígula, uma turba irrompeu na curia e forçou os senadores a anular uma cláusula do Testamento de Tibério. a qual instituía como co-herdeiro seu segundo neto adolescente, para governar com Calígula, . O povo exigiu que fosse dado poder absoluto a Calígula, poder absoluto e sem limites (ius arbitriumque omnium rerum illi permissum) [Suetonio, Vida de Calígula, 16]. O resultado desta manifestação suscitou grande alegria na cidade. Nos meses seguintes, 120 sacrifícios foram oferecidos para celebrar o acontecimento" (Zvi Yavetz : La Plèbe et le Prince, foule et vie politique sous le haut-empire romains, Paris, Ed. La Découverte, 1984, p.56).Que tal um jogo de futebol realizado na mesma hora, em todos os estádios brasileiros, com muitas festas, fogos, churrascos e cocadas, pinga e forró, para celebrar a "absolvição" do Presidente do Senado? Panis et circensis...O mesmo presidente do Senado diz ser vítima de um "esquadrão da morte moral". Só quem não viveu o terror daquela organização pode ser tão leve a ponto de transferir aquela realidade para um assunto digno da pior "dirty politics". RR

Imagem linda!

Reintegração dos servidores municipais demitidos em Maringá. Do BLOG do Messias

Não sou da paz de cemitérios

Imagem: Banski
Do BLOG do Messias Mendes, meu querido amigo: Um anônimo comentando nota desse blog :" Messias, o que você tem contra a família Barros? Então me empreste, porque contra eles eu só tenho um estilingue". Aproveito o mote para deixar claro o seguinte: eu não tenho nada contra ninguém. Minhas críticas não são dirigidas a pessoas, mas a concepções que considero incorretas, a comportamentos políticos que julgo danosos, a visões de mundo que imagino distorcidas. Falo dos Barros, como falo dos Maluf, dos Bornhausen, dos Onaireve, dos ACM. Faço referência a pessoas representativas de uma determinada cultura política, apenas para evitar a inconsistência da impessoalidade. Mas sou da paz. Só não sou da paz dos cemitérios.

Messias, gostei dessa resposta ao anônimo. detesto bajuladores dos reis pela cultura política de ficar sempre puxando o saco do andar de cima. Meu desgosto também vai para os que jogam com pessoas e não com política. Eu odeio o Lula, mas o seu símbolo de política. A sua cultura política, a sua farsa que é igual à farsa dos Barros nessa cidade. Fazemos enfrentamento de idéias e as ações delas decorrentes. Em Maringá vejo essa cultura de quem falou de quem, como se não existesse partidos, obras demasiadamente caridosas (com a TCCC, por exemplo), doação de uniformes de times de futebol ... essas calhordices feitas com o seu, o meu, o nosso dinheiro...

Paz do cemitério só na morte mesmo! Abraços!

Desmoralização da desonestidade


A idéia é de Millôr. No Brasil estão desmoralizando a desonestidade. Sibá sai do cenário. Aparentemente, Renan fica feliz. Tuma providência, senador Tuma, o senhor é delegado. Jeferrson Peres está lúcido, mas sózinho. Roriz compra bezerro com cheque amigo e devolve o troco em 4 fatias com amigos do Constantino. Rede mafiosa? Tudo indica. Um deputado evangélico é acusado por outro por tentativa de assassinato. Uma mérdia geral. Os desonestos não precisam parecer desonestos, têm que cometer mais desonestidades. o BRASIl afoga-se na lama. Lula poderia conquistar um terceiro mandato. Taí, FHC deve estar morrendo de inveja e nós morrendo às minguas!

Renan: daqui não saio...


... daqui ninguém me tira!
Charge: captei do Blog do Orlando Tambosi

Amizade real


É curiosa a amizade entre os senadores e entre estes e os empresários. O senaATOR Roriz quer comprar um bezerro. É, um bezerro. Desses bichinhos que viram boi na fase adulta. Pois é, então Roriz pede nada mais, nada menos que R$300 mil reais ao Nenê Constantino, pai do dono da empresa GOL (e dono da empresa de ônibus urbano de Maringá, a única que a cidade tem sem concorrência e protegida de vereadores locais). O Nenê como é AMIGO REAL do senator, dá-lhe um cheque de R$ 2 milhões de reais. Só uma AMIZADE sem fim, amor mesmo, amor fraterno, belo....
Você que me lê tem um amigo deste? Você precisa de uma casa, ela custa bem menos, digamos R$100 mil reais (claro, não é no bairro dos nobres) e seu amigo lhe empresta R$1 milhão de reais para você devolver o troco. Das duas uma: ou rico é um sujeito DESPOJADO ou tem roubo nesssa latrina. O que vc acha?

Professoras malvadas


Quem me conhece sabe que não aprecio os métodos das professoras. Meus alunos já conhecem minhas críticas ao blá, blá, blá professoral. Odeio livros didáticos. É a partitura (muito ruim) dos professores; se tirar ninguém dá aula. As editoras amam; o MEC também. Com o livro didático as escolas podem ter aulas tipo maracanã: cheias de crianças e jovens. Com o livro didático, o professor não precisa estudar e pode dar 60 horas aula por semana. Tem sua bengala didática. E o governo ama. Paga menos por mais aulas. Uma aluna de um faculdade ligou para mim, para me entrevistar. Queria saber se eu apreciava as apostilas como "método"(sic) didático. Disse não! Estou até agora esperando-a argumentar. MAS, o que eu quero falar é do menino aqui nesse benedeto estado do Paraná, de uma escola pública estadual, que apanhou da professora. Apanhou? Não, ela quebrou seu braço e seu queixo. DEPOIS, o sr Ministro da Educação diz que os professores fazem da escola "espaço de convivência". Só se for de convivência com professoras bandidas. Minha amiga Valéria, também professora da Universidade, matriculou sua filha em uma escola municipal de Maringá este ano. E não é que lá a professora batia nas crianças???

Evangélicos também matam...


O deputado Oliveira, evangélico da Igreja Quadrangular (o que é isso? geometria divina?), ao que tudo indica, mas tudo mesmo, pagou assassinos de plantão para matar outro deputado. Ó, MEU BRASIU! Não seria melhor os dois se suicidarem?

terça-feira, 26 de junho de 2007

Enrolation (enroleichon)

Embromação, enrolação... o aprendiz da Idely Salvati, a senatriz Calheiras, Senador (sic) Sibá dá mais um tempo aos Calhordas de plantão. Pede demissão da tal Comissão de Ética (sic), com sua carinha de fuinha safada (peço perdão às fuinhas de verdade) saiu saltitante do senado. Faltou culhões ao Sibá? Perdão, caro leitor, no "noço pais", o "Brasiu", a coisa está um esculacho, esculhambação, um deboche. Tô achando que teremos que assaltar Brasília. Fazer uma limpeza social: trocar esses senadores na marra. Quero ver se o Renan sai ou não sai. Leva o Roriz de quebra, aliás, são os dois do PMDB: partido da maracutaia dentro do Brasil (claro, aliados do PT, PSB, PC do B...)

O lado BOM do Renan....


Pobre apanha, classe média bate e chora


Um nojo, uma prisão de ventre mental a atitude dos 5 trombadinhas de classe média que surraram uma empregada doméstica no Rio de Janeiro. Surraram, pois acharam que ela era uma prostituta. ORAS, que trombadinhas sacanas! Querem ler um texto inteligente (não os dos senadores, é claro!) sobre os 5 delinquentes? Dirijam-se ao BLOG de Roberto Romano

Dicionário brasileiro...


Mimar (verbo) = mamar nas tetas do Estado (com checão voador de RS2 milhões de reais do senador (sic) RORIZ.
Não sei, não vi = sei, faço de conta que não e não vou dizer nada (LULA)
querem me assassinar (do senador Renan) = querem saber a verdade, mas não permito
precisamos de provas = vamos dar um tempo para apagar as patas dos bois do Renan (Idely Salvaty e Eduardo Suplicy)
nenhum senador quer fazer o relato da corrupção dos bois do Renan = é meu aliado, vamos esquecer isso
Estado democrático = estado da lambança ou estado do DEMO... nio
dinheiro = é meu! peguei primeiro!
senador = gente senil brincando de "pega pega"
Imagem do burro (sic) no senado e no congresso: do Blog O apolítico

Juiz "pret" a porteira


Um amigo, o Mauro, deu uma idéia ao juiz de Cascável, estado do Paraná, "Brasiu": fazer um "closet" na ante sala do juiz. Artigos de luxo como bolsa de avestruz, sapatos de pelica, ternos de Rs 5 mil reais, com maquiador e tudo. Bem, ao estilo do salário dos juízes. Algo que um desempregado só ganharia nos péssimos programas do Luciano Hulqui e outros deste país infame com os pobres.

Creche da terceira idade


O senado brasileiro é uma creche da terceira idade. Brincam, brincam com bois, vacas, cheques de milhões, telefonemas.... Até mesmo (e, infelizmente) o senador Eduardo Suplicy e Pedro Simon estão brincando: declaram ser éticos, mas não agem. É o deboche instítuido na país do Lula, aquele que nada sabe, não viu nada e continua numa boa. Vamos doar mais brinquedos para eles: revólveres? lustres em forma de pênis como o do deputado vil, clodo (vulgo Clodovil)? mais bois? telefones grampeados? Uma tesoura para o Wellington cortar seus longos cabelos? Um personnal trainner para os bebês tirarem suas vastas barrigas? E o Sibá, o mais novinho da creche? Que fazer com sua traquinice? dar umas boas palmadas? O "brasiu", país do deboche... Oh, brutus, até quando?

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Bois, bois, bois e bois....bois noite para vcs!












Brasilianas


Recebo, toda semana, por e-mail, o Brasilianas. É de alguém de Brasília. Mais perto do poder e dos donos de bois, boiada....

Brasilianas lembrou o Marcos Valério. Lembram-se o que ele dissse na época do mensalão? - "Reconheço que já fiz vultosas movimentações financeiras no Banco Rural". "Tenho fazendas, compro animais". "Lido com gado". "Há fazendeiros que simplesmente não aceitam cheque". Marcos Valério, em Veja, 29/2/2005.
Nada como um dia atrás do outro... que o vulgo chama de história.
Renan, há trinta anos atrás. Um ex-querda do PCdoB.
Há trinta anos, quando disputou a primeira eleição para deputado, pelo velho MDB, embora seu coração fosse pelo clandestino PCdoB, Renan tinha um Fusca. - Eu me alinhava com o PCdoB, mas não era um militante orgânico, relembra Renan. O grande líder albanês Henver Hoxa ainda vivia e o partido não havia aderido ao neoliberalismo explícito, a ponto de ter sido encarregado de privatizar as reservas de petróleo. Hoje, o presidente do Congresso é dono de uma fortuna conhecida de 10 milhões de reais. O constituinte Mendonça Neto, no jornal Extra, de Maceió, diz que as botijas de ouro de Renan passam dos 50 milhões.

Já a esposa de Renan diz:
Tenho base, tenho história política, tenho tradição de esquerda, atuei no PC do B (*). Casei aos 17 anos com o homem que amava e entre nós existe amor e companheirismo.Verônica Calheiros é uma mulher de 43 anos. Fala com um timbre de voz infantil e prefere frases longas. Fez faculdade de Artes Plásticas, é evangélica e gosta de cuidar de suas mais de mil matrizes de orquídeas.

Demitidos, servidores públicos municipais voltam ao trabalho


Do BLOG do Paulo Vidigal

Hoje por volta das 9 horas da manhã, fui reintegrado via decisão judicial. Um mês depois, tirei o jaleco branco do guarda-roupa. Um ato simbólico foi realizado em frente ao paço. Lá estavam os já conhecidos “arapongas” fotografando e filmando tudo. Cada um dos demitidos recebeu uma cópia da certidão expedida pela Prefeitura que suspende as demissões e nomina os servidores reintegrados. O documento foi assinado pelo secretário de administração e pelo diretor de recursos humanos. O procurador jurídico do município que comandou o processo de exoneração dos 28 servidores é o mesmo que foi denunciado pela justiça por falsificação de documento público*. Hoje ele não apareceu... Com a certidão em mãos subimos ao Recursos Humanos e ali cantamos o Hino Nacional. Legal mesmo foi ver a cara de alguns súditos bem próximos do rei. Estavam engolindo aquilo à seco...


* Laércio Fondazzi cuja notícia sobre sua falsificação está em um post abaixo. É o Procurador do prefeito de Maringá, da família Barros, pepistas.

O país e os bois

O país e os bois por Fernando Gabeira (do Blog Panorama)
"Existem , no mínimo, dois problemas entrelaçados: o gigantismo e ineficácia da máquina do estado e a decadência dos políticos. Eles se alimentam e interagem de várias maneiras. Para colocar a máquina do estado a serviço do país é preciso derrotar a visão dominante na política. Para reduzir a corrupção, idem. A grande luta está em curso. Muitos vêem os escândalos como fato isolados. Não se consegue estabelecer um vínculo entre eles. São gemidos de um mesmo prolongado parto". LEIA O TEXTO COMPLETO Fonte: Gabeira.com

Rapidinhas...


O senador (SIC) Renan quer adiar seu julgamento para agosto. QUE BOM! Em agosto iniciam-se as jornadas de protesto em Brasília. Os senadores só têm medo do povo quando ele este se movimenta e age...


Roriz: êta velho sem vergonha. Somente na velhice foi pego. Nem ficou vermelho de vergonha: dividindo milhões com cheque de um banco e descontado no outro. Alguém pode me explicar como se faz isso?


O presidente Lula não sabe falar senão gritando. Nossa, ele pensa que ainda é metalúrgico no ABC. Chato, chato, chato.


O senado é um senado ou clube de fazendeiros????

Notícas da província


Notícias da província

Hoje, em Maringá, ocorre a reintegração ao serviço público da prefeitura os 28 funcionários demitidos pelo prefeito, ex-PP, irmão do deputado federal do PP. Os 28 servidores foram demitidos após uma greve por reajuste (prometida no programa de candidato, que uma vez eleito não cumpriu, como é de praxe no em “noço” país).
Mais uma notícia boa: nasceu o filho do Bianco, Lênin, um dos funcionários municipais demitidos. Parabéns ao Bianco esposa e ao pimpolho. Lênin nasceu no “Brasiu”. Não se escolhe o país.

Notícias esdrúxulas: surrupiei do Blog do Rigon. Do senador Wilson de Matos Silva, maringaense, dono de um Centro de Ensino Superior (eleito sem votos, suplente do Álvaro Dias que fica com essa mancha política), da tribuna, no último dia 11/6/07. A primeira notícia:No último Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, o contingente de inscritos superou a marca de 3,7 milhões de jovens, dos quais apenas 1,5 milhão conseguiu ter acesso ao nível superior em 2007. Nesse universo, aproximadamente 300 mil vagas foram preenchidas em instituições públicas, e 1,25 milhões em instituições privadas. Estamos diante da seguinte realidade: somente no início do ano letivo de 2007, mais de 2,4 milhões de jovens não tiveram acesso ao ensino superior em face certamente da falta de condições financeiras de bancar seu próprio estudo. É a hora e a vez do financiamento restituível para o estudante do ensino superior, em larga escala, e também do direito de uso do FGTS para pagamento de anuidade.O Brasil possui os recursos, considerando que o BNDES dispõe de mais de R$ 100 bilhões do FAT, que rendem, somente de juros, R$ 7 bilhões por ano, que poderiam também compor um fundo para o financiamento ao estudante que não tem posses para ter acesso ao ensino superior.

Comentário: O senador está se referindo ao dinheiro público para investimento privado; transferência de recursos de trabalhadores para o crescimento do lucro e não para vagas públicas na saúde e educação. No PAC do Lula e do PT, os salários dos servidores públicos ficarão congelados por 10 anos para pagar esses investimentos privados e a dívida externa e interna. Paga-se o “fast food” universitário . Na verdade, não são 30 mil vagas de todas as públicas; são R$1.600 milhão (federais, estaduais, municipais públicas) para 3 milhões de privadas. O problema não é somente a oferta de vagas, é a qualidade de vagas. QUE PROJETO DE UNIVERSIDADE o governo petista quer? Quer Uniesquinas com aulas Maracanã? O dinheiro do FAT para pagar as bolsas? Ora, dá-se dinheiro do FAT (verba do BNDES) para essas Uniesquinas (que não fazem pesquisa e têm salas cheias com 80 a 100 alunos). O estudante que não tem posses esse fundo paga duas vezes: com o dinheiro do FAT e com o seu, e compra qualidade de segunda. Muitas vezes, desiste do curso, fica sem diploma, mas o dono fica com o dinheiro do FAT. Êta, tunga de dinheiro público!

A segunda notícia:
O procurador-geral do município de Maringá, Laércio Fondazzi, que comandou o processo que culminou na exoneração de 28 servidores públicos municipais e, mais recentemente, atuava no processo pelo tombamento da antiga estação rodoviária municipal, foi denunciado à Justiça pelo crime de falsificação de documento público. A promotora Fernanda Lacerda Trevisan Silvério, da comarca de Jandaia do Sul, denunciou Fondazzi e outras quatro pessoas, com base no artigo 297 do Código Penal, que estabelece como pena reclusão de 2 a 6 anos e multa.Foram denunciados pela Promotoria o cartorário Mauro Broeitti, de Kaloré, seus auxiliares Antonio Gomes e Neusa Aparecida Rodrigues, o acadêmico de Direito Romário Fernandes Silva Júnior e Laércio Fondazzi.
Não vou comentar: me dá um saquinho de vômito.

domingo, 24 de junho de 2007

Mais um dono de BOIS: Joaquim Roriz







Renan e seus colegas..AGORA mais um senador na confusão dos BOIS voadores: Joaquim Roriz. É muita fazenda para pouca gente.

Braziu!

Braziu!

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