TUCA PUC 1977
EU QUASE QUE NADA SEI. MAS DESCONFIO DE MUITA COISA. GUIMARÃES ROSA.

domingo, 31 de maio de 2009

Conta outra, Sir Ney!

SenATOR Sarney: - não vi que tinha R$3.800,oo na minha conta!Arte: da Maria Helena Santini. veja aqui

A única oposição que existe é aquela contra o povo!

Do Acir Vidal
No interior de SP, grupo de servidores vaia Serra.

A propósito:

- Oposição? A briga só existe porque eles afirmam que nós estamos contra eles, quando ninguém desconhece que eles é que estão contra nós. *

(*) Millôr Fernandes.

Desormônios

Do Solda
Segundo a ciência, chega uma hora na vida – aquela hora em que a gente começa a usar essa expressão – que o metabolismo começa a racionar os combustíveis vitais. As glândulas recebem telefonemas das farmácias dizendo que podem resolver as tarefas por elas, e elas se aposentam aqui e ali no organismo. O que a ciência omite é que, a partir de uma idade, o próprio corpo, para se adaptar à ordem natural das coisas (vulgo degeneração), passa a processar outras substâncias desumanas.
Vamos ao delivery interno: primeiro, se é tomado por irritagina e implicancina, que afetam a sociabilidade. Ainda há chance de reagir, se não aparecer o desconfiogon. Aí é melhor evitar as multidões. Para produzir a apatia, o desmotivol e a conformina entram a mil na corrente sanguínea, paralisando pernas e braços, que vão agir em combinação com adiasina, e você deixa tudo pra depois. É uma situação propícia para acumulação de altos teores de comodismônio e sofatrona, que fixam o sujeito da porta pra dentro.
Com o tempo, o cérebro cede e de lá jorram fluidos amargurogênicos, com efeitos azedumetróficos. Então, assim condicionados, dos testículos e dos ovários brota a desinteresexona, com níveis mais elevados ao anoitecer e picos justamente na posição horizontal. Já sem compensações, o corpo sucumbe e é inevitável uma overdose de morticidrina. Quer dizer, a endocrinologia está devendo um comentário sobre esse quadro.

Uau!


Nofa!


Ribas Carli e sua cestinha básica: eita, país de mauricinhos!


Perguntar não ofende


Braziu: entre as farras e a fome


Garapa, o retrato polêmico de uma triste realidade
Filme de Padilha mostra como sobrevivem famílias 'sob risco alimentar', segundo a classificação dada pela ONU
Luiz Zanin Oricchio, de O Estado de S. Paulo


SÃO PAULO - Garapa é o novo filme polêmico de José Padilha. Não, não se trata do registro trepidante de um sequestro como em Ônibus 174, ou a discutível maneira de enfrentar o crime apresentada em Tropa de Elite. Aqui, o que pode chocar é outra coisa: a miséria que sabemos atingir ainda uma grande parte da população brasileira.

Veja também: Assista ao trailer de GarapaNo filme, inteiramente captado em preto e branco, Padilha registra o cotidiano de três famílias que vivem em condições de subnutrição. Alguns indivíduos escolhidos entre os 12 milhões de brasileiros que, segundo dados da ONU, vivem sob "risco nutricional". O que isso quer dizer? Em língua de gente, que elas não morrem de fome, mas nutrem-se de maneira tão inadequada que é como se de fato não tivessem o que comer. O título vem do hábito das mães de família de preparar uma infusão de água com açúcar para enganar a fome das crianças, e também dos adultos.
O filme nos toca pelo que tem de doloroso e exasperante. Não se trata apenas de registrar essa condição penosa de existência, mas vê-la no cotidiano, repetida e reiterada até a exaustão. É um filme que procede primeiro pelo choque e, em seguida, pela saturação. Vemos então a saga (porque de saga se trata) dessas três famílias cearenses em busca de alimento. No dia a dia, a cada vez que o sol se levanta, o desafio delas e, em especial das mulheres, é encontrar alguma coisa para nutrir os seus ao longo daquela jornada. Até que o sol se ponha e, no dia seguinte, tudo recomece.
Se alguém pensou no Mito de Sísifo, sobre o eterno recomeço, acertou. É assim que vive boa parte da população brasileira. Da mão para a boca, como se diz no interior. Mesmo que, como algumas delas, sobrevivam pelo apoio da Bolsa-Família. Cujo dinheiro dá para parte do mês e depois se acaba. O resto do tempo, as crianças voltam a comer açúcar.No plano formal, Padilha optou pelo despojamento mais radical. Preto e branco, como já se disse, com muitas sequências granuladas. Como se, ao filmar o pobre, tivesse optado por uma "estética" igualmente pobre.
Tudo falta. Não há música, a câmera não executa grandes movimentos, pelo contrário, prefere os planos fixos. Quando a cena é desagradável, ela não se afasta ou recua. Por exemplo, vemos com muitos detalhes um bebê coberto de feridas, coçando-se compulsivamente, uma cena que produz mal-estar. O mesmo mal-estar que a situação em que vive produz nele próprio e na mãe que o observa, impotente.Para aumentar a penúria, as situações familiares também não parecem muito estáveis. Muitas vezes são agravadas pelo alcoolismo dos maridos, ou pela falta de qualquer projeto viável para sair daquela situação. Ou seja, além da fome crônica, é todo um entorno carente que é registrado - da habitação à saúde e educação.
Nada parece suficiente para arrancar esses indivíduos de seu déficit básico - nem o programa governamental, por muitos tachado de populista, nem a assistência pública, às vezes presente mas, na maior parte, também ela carente de meios.Garapa é, assim, um filme de denúncia. De uma situação que a maior parte dos brasileiros conhece, a não ser que seja completamente avoada. Acontece que o cinema dispõe dessa arma afiada, que é o poder de amplificação da percepção através das imagens. Podemos saber, em abstrato, que existem famílias que passam fome, e que elas são muito numerosas, muito mais do que o nosso espírito de justiça deveria tolerar. Outra coisa é ver algumas dessas famílias, individualizadas, na tela grande de um cinema, quer dizer, uma arte acessível a brasileiros de classe média para cima. Gente que tem suas necessidades básicas asseguradas e não levanta pela manhã preocupada com o almoço e o jantar.
É uma obra de fundo social, que visa a provocar uma espécie de despertar. Desse modo, Garapa, caso venha a furar o cerco de indiferença que caracteriza o nosso tempo, poderá produzir algumas discussões. A primeira delas, com certeza, refere-se à maneira como usa a forma para discutir seu conteúdo. Talvez valha a pena lembrar que um filme como Cidade de Deus provocou um enorme e inócuo debate sobre sua forma expressiva ao retratar o tráfico de drogas numa favela carioca. Trata-se, então, de voltar ao tema da representação da pobreza. Como devemos tratar essas imagens na tela grande? Como permitimos que entrem em nossa casa, no caso da televisão, ou em nossas consciências quando vamos ao encontro delas numa sala de cinema?São questões, e que remontam aos tempos do Cinema Novo, quando se pensava que essas imagens deveriam agredir para que se tornassem efetivas. Ferir para despertar, romper para modificar pontos de vista estagnados. Tudo isso poderia ser discutido hoje em dia? Ou essa simples proposta cai em silêncio sob o peso do conformismo, que é o sentimento mais partilhado da nossa modernidade? Outro ponto que pode chamar a atenção são as referências à Bolsa-Família, nada propagandísticas, diga-se. Padilha afirma que simplesmente registra a presença do programa entre as pessoas que foi entrevistar no Ceará. E não existe nenhuma menção de que viria desse programa a solução para o drama da fome. Ele apenas permite que as pessoas continuem sobrevivendo, o que, nessas condições, também não é nada negligenciável. Mas, se existe o parti pris de que o programa é eleitoreiro, a má vontade para com o filme já estará instalada. E pode ser aí um ponto de partida para discuti-lo.
Serviço
Garapa (Brasil/2008, 110 min.) - Documentário. Dir. José Padilha. Cotação: Bom
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COMENTÁRIO:
RECOMENDADO PARA VEREADORES QUE GASTAM EM CARGOS DE CONFIANÇA, prefeitos que subsidiam festas de bois de botas, empresas semi-falidas, governadores, deputados que fazem farras com auxílios moradias, aviões etc, senATORES, tucanos, demos, petistas, pepistas, pedetistas, blá blá blá....

...


Kassab veta nomeação em cargos de confiança
Medida, publicada no Diário Oficial da Cidade tem por objetivo a contenção de despesas
Roberto Fonseca
Menos de uma semana depois de remanejar R$ 45,1 milhões de outras áreas da administração para gastos em propaganda de governo, Gilberto Kassab (DEM) decidiu vetar a nomeação de cargos de confiança (sem concurso) vagos na Prefeitura e empresas e autarquias municipais. Segundo a assessoria do prefeito, trata-se de medida para contenção de despesas. LER MAIS EM: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090529/not_imp378813,0.php
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COMENTÁRIO: A notícia serve para o prefeito e vereadores da Má-ringa. Até o Kassab veta. Por que não aqui?

Professores, para quê?

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090531/not_imp379707,0.php

Menos jovens se formam em cursos de licenciatura e Pedagogia no País
Dados do MEC apontam queda no n.º de formandos; perfil dos que buscam a profissão também mudou
Márcia Vieira ESTADO DE SÃO PAULO
Cada vez menos alunos têm se interessado pela carreira de professor no Brasil, o que vem resultando em uma queda no número de formandos em cursos de licenciatura. Essa redução vai na contramão do crescente número de estudantes cursando graduação no País - hoje em cerca de 5 milhões.

Conheça o perfil do professor brasileiro
Em 2007, último dado disponível no Ministério da Educação (MEC), 70.507 brasileiros se formaram em cursos de licenciatura, o que representa 4,5% menos do que no ano anterior. De 2005 a 2006, a redução foi de 9,3%. E a situação é mais complicada em áreas como Letras (queda de 10%), Geografia (menos 9%) e Química (menos 7%).
Em alguns Estados, faltam professores de Física, Matemática, Química e Biologia. A essa diminuição na procura pela profissão, soma-se o fato de 30% dos docentes não terem curso superior completo, segundo o censo do professor, divulgado na última semana (mais informações nesta página). Apesar de o rendimento médio da categoria ser de R$ 1.335 mensais, pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2007, não é somente uma questão de baixos salários. "É fundamental tornar a carreira de professor mais atrativa", defende Carlos Bielschowsky, secretário de Educação a Distância do MEC.
A partir de 2010, entra em vigor o piso salarial nacional da categoria. Em todo o País, as universidades públicas e particulares assistem a uma mudança do perfil do aluno que escolhe o magistério. Os filhos da classe média se desinteressaram pela carreira e estão dando lugar aos de famílias das classes C e D. Na Universidade Estadual do Rio, por exemplo, os candidatos a uma vaga em Pedagogia apresentaram a menor renda familiar entre todos os cursos. Dos 300 alunos aprovados em Pedagogia no vestibular do ano passado, 107 têm renda mensal de até R$ 1.200. Apenas um deles tem renda acima de R$ 12 mil. Em Direito, o quadro é exatamente o inverso. Três aprovados têm renda familiar de até R$ 1.200 e 29 vivem em família com renda acima de R$ 12 mil."Ninguém quer ser professor hoje em dia", resume Augusto Sampaio, vice-reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio. Sampaio fala especificamente do público alvo da instituição: jovens de classe média cujos pais podem pagar mensalidades de R$ 1.500 para seus filhos se tornarem advogados, médicos, engenheiros. Os cursos de licenciatura na PUC são deficitários. Só não fecharam porque a universidade adotou há 13 anos um sistema para acolher alunos provenientes de cursos pré-vestibulares da periferia carioca. Não é um sistema de cotas. "Eles fazem o vestibular normalmente e, se forem classificados, ganham bolsas de estudo", diz Sampaio.
grande maioria vai para Serviço Social, Pedagogia e Licenciaturas, cursos onde sobram vagas. "A maioria dos alunos de Pedagogia tem bolsa." Não é meramente uma questão financeira. "Existe um desprestígio muito grande da profissão", diz Maria Tereza Goulart Tavares, diretora de faculdade de formação de professores.
Marcel Baran, de 19 anos, foi o contrário. Filho de comerciante e professora de educação física, ele escolheu cursar licenciatura em história, mas enfrentou resistência. Os amigos foram mais radicais. "Cara, tá maluco? Tinha tudo para se dar bem numa profissão bacana e vai ser professor?!", relata ele. "Meus amigos não entendem a minha escolha porque para eles o que importa é a realização financeira. Eu não quero isso", explica Marcel. "De todas as profissões que eu poderia escolher, a que eu dou mais valor é o magistério."
REDE PÚBLICA
Os baixos salários podem afugentar as classes A e B, mas a garantia de emprego, principalmente em escolas da rede pública, atrai as classes populares. A mudança de perfil do aluno de licenciatura mexeu com a própria estrutura dos cursos. Grande parte dos candidatos a professor vem do ensino público, que no último Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) teve 47 de nota média, contra 60,3 das escolas particulares.O MEC admite que os alunos têm chegado à faculdade com deficiências de aprendizado. "Precisamos fazer um colchão de acomodação para não criar na universidade pública uma exclusão social", defende Bielschowsky. Uma dessas deficiências foi constatada entre alunos do curso de licenciatura em matemática, que apresentavam dificuldades elementares. Criou-se, então, uma disciplina de pré-cálculo. Não resolveu. "Fizemos então o cálculo menos um para recuperar o conteúdo ensinado do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e o do ensino médio. Alguns alunos ficaram pelo caminho. Outros conseguiram se formar", diz Bielschowsky. Quem não atinge o nível desejado de conhecimento é reprovado. "Em hipótese alguma podemos deixar cair a qualidade da licenciatura. Ao contrário. Ela tem que melhorar", defende Bielschowsky.
Para tentar avançar na qualidade dos cursos de Pedagogia, o governo federal anunciou na quinta-feira que pretende apertar o processo de fiscalização dessa área. A partir de agora, o documento de fiscalização que será usado para autorizar novos cursos e manter antigos vai exigir laboratórios de informática e ensino, além de contato com alunos desde o 1º ano da graduação."Não podemos colocar o aluno que tem dificuldade numa posição inferior. Fazemos um trabalho que supera isso", diz Helena Amaral da Fontoura, coordenadora do mestrado em Educação da Uerj, em São Gonçalo. "Nós não pensamos em formação de professor pobre para aluno pobre. Nosso aluno vai a congressos, até mesmo fora do País, apresentar seus trabalhos com tudo pago pela universidade", defende Ana Cléa Moreira Ayres, coordenadora de graduação da Uerj. Nem todas as universidades conseguem fazer esse resgate de conteúdo.
A Secretaria da Educação do Rio abriu concurso para formar um cadastro com 15 mil professores. Apareceram 76.833 candidatos, mas só 12.312 foram aprovados. As 2.688 vagas não foram preenchidas porque a secretaria aumentou o nível de exigência. Os candidatos teriam que acertar, na prova de língua portuguesa e interpretação de texto, 15 das 25 questões, o que equivale a nota 6. Em conhecimentos pedagógicos e nos específicos de cada disciplina deveriam acertar a metade. "Não se pode culpar as universidades sérias por esse quadro", diz Sueli Camargo Ferreira, subcoordenadora de apoio à prática pedagógica da Universidade Federal Fluminense. Em São Paulo, a região do Campo Limpo, na zona sul, é a que mais perde professores todos os anos e também onde é mais difícil repô-los. Entre os motivos apontados por especialistas, além do estigma da violência, está a falta de faculdades de Pedagogia e licenciatura em comparação com outros bairros.
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COMENTÁRIO: UM DOS PROBLEMAS DAS LICENCIATURAS começa nas próprias universidades. Há cursos de licenciaturas que não se distinguem em nada dos bacharelados. Não são tratados com a competência que o curso exige. Há um afastamento dos cursos de licenciatura da educação. Incrível, não?

Tucanos no país das maravilhas



Para voltar ao poder, PSDB aposta até na neurociência
Análises de psique eleitoral estão ajudando legenda a calibrar discurso
Julia Duailibi do ESTADO DE SÃO PAULO http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090531/not_imp379697,0.php
Na busca por uma agenda que neutralize a propaganda governista em 2010 e evite a terceira derrota consecutiva em eleição presidencial, o PSDB começou a calibrar seu discurso, baseado em análises de especialistas em "psique" eleitoral e em célebres estrategistas estrangeiros que defendem a emoção como fator determinante na política. A ideia é engavetar o lema da "gerência", usado na campanha de 2006, e focar na defesa de projetos e iniciativas sociais.Há cerca de três meses, os tucanos contrataram o cientista político Alberto Carlos Almeida, autor de A Cabeça do Brasileiro e Por que Lula?, para fazer pesquisas que deem um diagnóstico sobre o que o eleitor deseja na próxima disputa.
Almeida já produziu duas análises para o PSDB, que foram submetidas à direção do partido e a seus parlamentares. Essas informações têm servido de ponto de partida para a formatação de um discurso que atinja grande parte do eleitor que aprova o governo Luiz Inácio Lula da Silva.O partido também começou a flertar com as ideias do neurocientista americano Drew Westen, da Emory University, em Atlanta. Suas teses influenciaram a campanha democrata de Barack Obama em 2008. Autor do best-seller The Political Brain, ele foi convidado pelo Instituto Teotônio Vilela, ligado aos tucanos, para dar palestra, em março, que deixou deslumbrados os políticos do partido.
EMOÇÃO
Para Westen, os democratas americanos mais perderam eleições do que ganharam nos últimos 30 anos porque apelaram muito à razão. Com base em pesquisas que mapearam o cérebro, ele questiona o racionalismo extremo, surgido com o Iluminismo no século 18. O seu principal estudo, divulgado em 2006, conclui que o eleitor responde de forma emocional quando provocado. Westen confrontou eleitores democratas e republicanos com declarações contraditórias dos seus candidatos. Ao defendê-los, áreas do cérebro relacionadas à razão não respondiam. Já as envolvidas com a emoção apresentavam grande atividade.
Eduardo Graeff, cientista político e secretário-geral da Presidência no governo Fernando Henrique Cardoso, em artigo publicado no Estado antes das eleições municipais de 2008, chamou a atenção dos tucanos para as teses de Westen. "Não basta ter valores. É preciso pregá-los sem medo de ser repetitivo e traduzi-los em declarações de princípio que mostrem ao eleitor que o candidato conhece seus problemas", afirmou.
Assim como Westen, o marqueteiro americano Dick Morris, que trabalhou com o ex-presidente americano Bill Clinton a partir de sua posse em 1993, também tem sido "revisitado" na corrida pela formulação do novo discurso. É dele a estratégia usada por Clinton de se apropriar de parte do discurso dos republicanos e mixá-lo com tradicionais bandeiras democratas para ganhar popularidade.
EFICIÊNCIA
Essas propostas têm encontrado eco entre os tucanos. Para vencer, o PSDB terá de lapidar o discurso para atrair boa parte do eleitorado que recebe o Bolsa-Família e tende a votar no candidato do governo. Mesmo com a avaliação corrente de que grotões do Nordeste vão mesmo ficar com o candidato de Lula e que o partido deve tirar a desvantagem no Sul e Sudeste."O discurso da eficiência para o eleitorado pouco escolarizado empolga muito pouco. O PT tem uma melhor capacidade de falar com esse eleitor. É mais eficiente nisso", afirmou o cientista político Rubens Figueiredo, diretor do Centro de Pesquisa e Comunicação (Cepac).
As pesquisas em mãos dos tucanos mostram que o Bolsa-Família - que atinge 11 milhões de famílias e é a principal marca social do governo Lula - não pode ser atacado, mas, sim, ampliado. Essa estratégia já apareceu em encontro do PSDB, no mês passado, na Paraíba, quando até foram defendidas conquistas sociais do governo Lula.
A avaliação de especialistas é que Lula começou a ganhar a eleição depois que parou de demonizar o Plano Real e passou a defender o controle da inflação, o que acabou explicitado na Carta ao Povo Brasileiro, assinada por ele em 2002. A mesma lógica, dizem, serviria para a defesa do Bolsa-Família por parte dos políticos tucanos."Tanto José Serra (governador de São Paulo e presidenciável do partido) quanto Aécio (Neves, governador de Minas e outro presidenciável) deixaram de criticar Lula pelo lado social. Falam de política monetária, mas não da social. Bater em Lula pode fazer com que percam votos. E eles precisam chegar a um eleitorado que está contente com Lula", afirmou o cientista político, Marco Antonio Teixeira, professor da FGV-SP.
Para Figueiredo, a tentativa de vender o Bolsa-Família como uma iniciativa originada no Bolsa-Escola, implantado no governo FHC, não tem reflexos práticos no eleitorado. "A paternidade já é do Lula. Para fazer frente a isso, teria de colocar em pauta algo como o Bolsa-Família. Hoje eu não vejo o que poderia ser", declarou.
Em algumas pesquisas, as pessoas chegam a mencionar as iniciativas feitas por Serra na época em que era ministro da Saúde do governo FHC, como os mutirões contra cataratas e os genéricos. "O genérico é um bom programa. Mas mais consumo e mais crédito é melhor", completou Figueiredo.A formatação do discurso, no entanto, pode empobrecer o debate eleitoral. "Quando se foca a discussão, questões importantes deixam de ser debatidas, como as reformas da Previdência e a tributária. E o que o eleitor tradicional do PSDB espera é justamente discutir isso. Pode até acabar frustrando o eleitorado", disse Teixeira.
TUCANOS PETISTAS
De acordo com as sondagens, 45% do eleitorado, ou seja, cerca de 58 milhões de pessoas, votariam tanto no PT como no PSDB. Esse eleitor diz acreditar na importância da ajuda do governo para melhorar de vida. O desafio, portanto, é elaborar o discurso. A maior parte dele (57%) está na classe C e ascendeu economicamente graças ao crédito e ao acesso a mais bens de consumo nos últimos anos. As pesquisas também mostram que não adianta apostar, mais uma vez, no lema da estabilidade econômica, bandeira dos tucanos - o Real foi implementado em 1993, quando Fernando Henrique era ministro da Fazenda. O eleitor associa o fim da inflação a uma conquista irreversível, mas que ficou lá atrás. Além disso, a maioria acha que a moeda estável foi conquista de Lula. Em 2007, pesquisa Estado/Ipsos mostrou que, para 67% dos brasileiros, Lula é o maior responsável pela estabilidade.
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COMENTÁRIO: Não é preciso muito conhecimento de neurociência para perceber que tucanos privatizaram quase tudo no Brasil, só as universidades escaparam do furor do Paulo Renato. Também andaram de aviões na farra, são narcisistas demais (vide FHC, Paulo Renato etc), não estão nem aí para as escolas, seus professores e alunos. e blá blá. Se querem ganhar as eleições têm que virar um Lula: dar bolsas, créditos e acariciar o povão com discursos populistas. Conseguirão?

sábado, 30 de maio de 2009

Nas escolas em São Paulo


Farra dos auxílios moradias....


bicos


Também queremos auxílio moradia


Vaias!


Professores vaiaram o José Serra ontem em Presidente Prudente? Que bom!

Ajuda de custo? Todos queremos!

Do Blog do Noblat
Senadores recebiam auxílio-moradia sem necessidade
Dos 42 senadores que recebiam até mês passado o auxílio-moradia de R$ 3.800 mensais, pelo menos dez admitiram ter imóvel próprio - a maioria casas no Lago Sul, bairro nobre da capital - ou se hospedam na casa de familiares quando estão em Brasília.
E alguns ainda reclamam que a ajuda é insuficiente. O pagamento não é considerado ilegal pelo Senado, que convalidou essa interpretação na quinta-feira.
Entre os que moram em imóveis próprios e recebem o benefício estão Adelmir Santana (DEM-DF), Gerson Camata (PMDB-ES), Gilvam Borges (PMDB-AP), Heráclito Fortes (DEM-PI), José Agripino (DEM-RN), José Sarney (DEM-AP) e Roseana Sarney (PMDB-MA). Desses, pelo menos dois não receberão mais a verba.
Sarney pediu a suspensão alegando que nunca o havia solicitado; e Roseana, que renunciou ao mandato para assumir o governo do Maranhão. Outros três moram com parentes: Romero Jucá (PMDB-RR), Romeu Tuma (PTB-SP) e Valdir Raupp (PMDB-RO).
Leia mais em: Pelo menos 10 dos 42 senadores que recebiam auxílio-moradia até mês passado têm casa própria na capital

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COMENTÁRIO: como comem nosso dinheiro esses barões!

Deputado se rende, mas...

O deputado estadual paranaense, filho de prefeito, Ribas Carli renunciou ao cargo. Mas aposta na "lerdeza" da justiça comum. Com certeza. Olhem a pinta do mauricinho na foto, cap-tirada do Blog do Fabio Campana, de Curitiba.

Simpósio Educação e filosofia


III SIEF (150 anos do nascimento de John Dewey - http://3sief.blogspot.com)

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Vitalício


Bagrão!


Nofa! como debocham da gente!


E os senATORES.....

Cap-tirado do Blog do Roberto Romano

Na Má-ringa a crise passa longe! É a farra dos assessores! ôps, cabos eleitorais!


Do RIGON, na Má-ringa

Qual o significado da expressão cabo eleitoral?
Na Câmara de Maringá pode ser chefe de Gabinete, assessor de Biblioteca, atendente social, depois muda para assessor de Apoio Interdisciplinar, assessor para Assuntos Institucionais; assessor parlamentar da Mesa, assessor de Relações Públicas, etc. Agora na nova versão mudou de novo. Está óbvio que são cargos desnecessários, tanto que eles ficam mudando de nome, para tentar adaptar-se ao previsto na Constituição. Uma vergonha.

Akino Maringá, colaboradorContinue lendo

Os ‘assessores’ de Evandro
Quem seriam os competentes assessores que Evandro Junior não quer perder? Como ficou demonstrado no Relatório Técnico, ele, como 2º secretário tem direito a 3 cargos injustificados que seriam cortados na reforma. São os seguintes os nomeados: Gustavo de Freitas Ferraz de Oliveira, chefe de Gabinete, CC-3 (R$ 5.302.08); Lara Daiana Garcia Resende, assessor de Gabinete, CC-4 (R$ 2.695,12); e Daniel Emerson de Matos-, assistente de Gabinete, CC-5 (R$ 1.797,26). Não os conheço. Não sei da formação e capacidade de cada um, mas gostaria de saber que tipo de contribuição deram nestes primeiro 5 meses do ano para que o vereador aprimorasse o seu desempenho no mandato. Será que justificaram os salários que nós lhes pagamos? Tenho certeza que nada fizeram nas funções administrativas da casa, pois são cargos desnecessários, se produziram alguma coisa foi em desvio de funções. Querer acomodá-los em outros cargos é... Não sei o que dizer.

Akino Maringá, colaborador

Evandro confessa a ‘malandragem’
Quem assistiu ao Paraná TV 2ª Edição pode constatar que o vereador Evandro Junior confessou que o aumento da verba de gabinete é para acomodar comissionados. que em cargos injustificados, seriam cortados. Disse que gostaria de levar o seu chefe de Gabinete e é isso que vai acontecer com ele e com todos os vereadores da Mesa que têm cargos. É a confirmação daquilo que estamos informando faz tempo. Malandragem pura com o dinheiro público. Tirar um ‘sarro’ na cara do contribuinte maringaense. Isto não pode ficar assim. Somos homens e mulheres ou ‘saco de batatas’, com se diz de maneira quase chula? Esses caras estão abusando. Vamos ficar reféns? Mário Hossokawa não pode envergonhar a colônia japonesa. Akino Maringá, colaborador
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COMENTÁRIO: Não tem onda, Akino. Nós somos palhaços para estes vereadores. Os moços não estudam, não trabalham; eles e seus cabos vivem como carrapatos em nossos dorsos. É bão viver do sangue dos outros, não é mesmo?

Tem gente digna! O Bacelar, é claro!

Do Blog do RIGON, na Má-ringa
Confira aqui a reportagem do Paraná TV 2ª Edição (TV Cultura/RPC/Globo), exibida ontem à noite, em que o professor João Bacelar "mata" vereadores como o cara nova Evandro Junior (PSDB), que defende o apadrinhamento político, ao afirmar que o poder público é o administrador e não o "dono" do dinheiro público. Olhando daqui, percebe-se claramente que o novo - no sentido do cuidado do que é público, de todos - é o senhor à direita e não o garoto à esquerda.
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COMENTÁRIO: Parabéns, professor Bacelar. Continuas na ativa, felizmente! É curioso o rapazinho do PSDB. Jovem e já com hábitos centenários.

Óleo de peroba para eles!

do Acir Vidal
Para os senadores que recebem auxílio irregularmente R$3.800 de auxílio-moradia por mês.

A farra dos livros didáticos


deu em o globo do Blog do Noblat
'Estupre', diz poema para alunos da 3 série
Governo Serra manda recolher mais livros
O governo José Serra (PSDB) foi obrigado a recolher das escolas mais um livro distribuído na rede estadal. A obra, escolhida como material de apoio para alunos do 3 ano do ensino fundamental, tem poemas inadequados à série, escritos pelo poeta mato-grossense Joca Reiners Terron. Na poesia "Manual de autoajuda para supervilões", há, num tom irônico, frases como "Nunca ame ninguém. Estupre".
O mesmo poema diz: "Tome drogas, pois é sempre aconselhável ver o panorama do alto" e "Seja um pouco efeminado. Isso sempre funciona com estilistas". O livro foi selecionado por professores do programa Ler e Escrever, do governo de São Paulo. O secretário estadual de Educação, Paulo Renato de Souza, admitiu que o livro pode causar problemas ao desenvolvimento das crianças e prometeu punir os culpados.
Segundo Paulo Renato, a material é destinado a adolescentes e não a crianças de 9 anos. Ele determinou o recolhimento de todos os exemplares que tinham chegado às escolas da rede pública, 15 dias atrás. O secretário disse que outros dois ou três livros podem ser retirados do programa por serem considerados inadequados.
Esse é o terceiro caso de problemas com material escolar registrado nas escolas estaduais de São Paulo este ano. Em março, alunos da 6 série do ensino fundamental receberam livros de geografia com informação errada, em que o Paraguai figurava duas vezes no mapa, e o Equador sequer aparecia. Leia mais em O Globo

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COMENTÁRIO: Paulo Renato e o governador estão se lixando para as escolas.

SIR NEY: eu não sabia!


SIR NEY

(Frase cap-tirada do Noblat; imagem: criação do Acir Vidal)
Eu nunca requeri isso e tinha a impressão de que não estava recebendo.”

José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, sobre o auxílio-moradia que recebeu apesar de ser dono de uma casa em Brasília
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COMENTÁRIO: Os humus politicus recebem tanta grana que não PERCEBEM que têm dinheiro a mais nas suas contas. PODE? Imagine se um de nós, acorda numa bela manhã, vai ao banco pagar a conta da luz e tem R$5 mil reais lá. A gente desmaia!

Mentirosos!


PSB não encontrou o deputado Ribas Carli. Só não foi a São Paulo

Do Blog do Fabio Campana
O diretório do PSB não vai abrir o processo de expulsão do deputado Fernando Ribas Carli Filho (foto) sem que ele apresente sua defesa. Pois bem. Para isso, é preciso notificá-lo. O que não aconteceu até agora porque o partido estaria com dificuldades para encontrá-lo.
O PSB mandou a notificação para a cidade de Ribas Carli, Guarapuava, e para o gabinete da Assembleia, e não o encontrou. O problema é que todos sabem que Ribas Carli está no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e, no PSB, parece que ninguém teve a brilhante ideia de notificá-lo lá, onde o deputado se encontra de fato.
O prazo de vinte dias para a apresentação da defesa expirou e o presidente do partido no Paraná, Severino Araújo, explica que a sigla fez tentativas de localizá-lo nos endereços oficiais, como manda o protocolo.” Pelo endereço da capital o cartório certificou que não o encontrou, então se a gente se precipitar e não esperar que o cartório nos informe oficialmente que não o encontrou também em Guarapuava, não estaremos agindo corretamente”, justificou Severino em entrevista à CBN.
“Só agora, que tenho o endereço do hospital, sei onde ele se encontra, mas antes tenho que fazer uma avaliação técnica deste endereço”, disse de forma atrapalhada o presidente do PSB.
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COMENTÁRIO: os cretinos ainda mentem. São crianças brincando de esconde-esconde. Serial-killers.

Salve, Sponholz!




quinta-feira, 28 de maio de 2009

Sublime


Hoje é Dia do Millôr

Cap-tirado do Solda
Millôr Fernandes nasceu em 27 de maio de 1924
"Acreditar que não acreditamo sem nada é crer na crença do descrer".

"Millôr Fernandes nasceu. Todo o seu aprendizado, desde a mais remota infância. Só aos 13 anos de idade, partindo de onde estava. E também mais tarde, já homem formado. No jornalismo e nas artes gráficas, especialmente. Sempre, porém, recusou-se, ou como se diz por aí. Contudo, no campo teatral, tanto então quanto agora. Sem a menor sombra de dúvida. Em todos seus livros publicados vê-se a mesma tendência. Nunca, porém diante de reprimidos. De 78 a 89, janeiro a fevereiro. De frente ou de perfil, como percebeu assim que terminou seu curso secundário. Quando o conheceu em Lisboa, o ditador Salazar, o que não significa absolutamente nada. Um dia, depois de um longo programa de televisão, foi exatamente o contrário. Amigos e mesmo pessoas remotamente interessadas - sem temor nenhum. Onde e como, mas talvez, talvez — Millôr, porém, nunca. Isso para não falar em termos públicos. Mas, ao ser premiado, disse logo bem alto - e realmente não falou em vão. Entre todos os tradutores brasileiros. Como ninguém ignora. De resto, sempre, até o Dia a Dia”.

("Currículo" publicado por Millôr quando de sua estréia no jornal "O Dia", Rio (RJ).

Fora, xô...



Do Solda

Não reeleja NETOS, esposas, a turma do amém, as turmas das farras....

Aposentado


Sublime



Biblioteca Trinity College Dublin, uma das mais antigas da Europa Ocidental. Fotografia de Ahmet Ertug. Do Blog do Roberto Romano

E pensar no Brasil, na Má-ringa....

Algo tem que mudar para que tudo fique na mesma

Do Blog do Rigon, Na Má-ringa
Um comportamento estranho
Sinto um comportamento estranho de setores da imprensa em relação à ‘reforma administrativa da Câmara’. O Diário trouxe um pequena matéria, sem chamada de capa. a CBN não tem dado a mesma ênfase ao assunto. Ronaldo Nezo, Gilson Aguir e Milton Ravagnanni, críticos contundentes da situação da Câmara, parecem ter arrefecido os ânimos. Tudo aconteceu depois que Evandro Junior assumiu a frente de propostas. Seria influência do avô? O Observatório Social também está calado. Até o prefeito Silvio Barros defendeu a proposta de Evandro. Aquela manifestação das 41 entidades sugerindo a devolução do projeto e não o veto, também não ficou muito clara. Influência de Ricardo Barros, grande interessado em que tudo fique como está? Será que não ninguém percebe que quase nada será cortado? Que muda-se o foco e teoricamente se corta na mesa, mas aumenta-se nos Gabinetes? Estranho, muito estranho. A hora é agora.

Akino Maringá, colaborador

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COMENTÁRIO: Pode ser influência do avô, sim. O homem é poderoso. Quem não tem medo dele?

A COMILANÇA


Ricardo Noblat -
deu na folha de s.paulo
Senadores recebem auxílio irregularmente
Mesmo ocupando apartamentos funcionais, 3 congressistas recebem R$ 3.800 de auxílio-moradia por mês
De Adriano Ceolin e Andreza Matais:
Três senadores receberam auxílio-moradia de R$ 3.800 mesmo morando em apartamentos funcionais do Senado.
O presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), que mora em seu próprio imóvel, também recebeu o auxílio, mesmo tendo à disposição a residência oficial e fazendo uso dela.
A Folha teve acesso a uma lista sigilosa de senadores que ganham o auxílio-moradia. João Pedro (PT-AM), Cícero Lucena (PSDB-PB) e Gilberto Gollner (DEM-MT) receberam o benefício apesar de morarem em apartamentos funcionais cedidos pelo Senado, o que não é permitido pela legislação.
Depois de procurados pela reportagem, todos pediram o cancelamento do auxílio.
Anteontem, a Folha revelou que o Senado paga ilegalmente auxílio-moradia para 42 senadores. O ato que regulamentava o benefício foi revogado em dezembro de 2002.
Ainda que o instrumento legal valesse, os quatro senadores estariam em situação irregular, pois somente os congressistas sem imóvel funcional podem receber o benefício.
O ato revogado, e que deve ser reeditado, definia que o auxílio só seria pago aos "senadores que não dispuserem de apartamento funcional". Já a lei 8.112 diz que o benefício será pago se "não existir imóvel funcional disponível".
Na terça-feira, Sarney respondeu que "nunca" recebeu auxílio-moradia, benefício pago mensalmente juntamente com o salário do senador.
Mesmo depois de ter sido informado pela Folha de que seu nome constava na lista dos beneficiários, o senador insistiu nessa versão. Seus assessores afirmaram que a lista era falsa.
Somente ontem a assessoria de Sarney confirmou que ele recebe o benefício desde maio de 2007, e admitiu que, mesmo após ele assumir a presidência, o pagamento foi mantido. A assessoria disse que Sarney não tinha conhecimento disso e pediu a suspensão do benefício. Assinante do jornal leia mais em: Senadores recebem auxílio irregularmente

Na Cruel-ritiba (como diz o Solda)

Foto: não tenho os créditos. São os rapazes que foram assassinados pelo deputado Ribas
Do Blog de Fabio Campana, Cruel-ritiba
Família Yared promete uma nova denúncia no caso Ribas Carli



A família de Gilmar Yared, um dos jovens mortos no acidente provocado pelo deputado Fernando Ribas Carli Filho, promete para os próximos dias uma nova denúncia sobre a pressão que vem sofrendo depois da morte do filho.
Já há boatos de que novas testemunhas estariam surgindo para declarar que Ribas Carli teria tomado apenas uma taça de vinho no restaurante, horas antes do acidente.
Hoje, Gilmar Yared (foto) percorreu os gabinetes dos deputados na Assembleia, acompanhado de seu advogado, Elias Mattar Assad. Eles foram pedir a presença dos parlamentares na audiência pública que vai acontecer no sábado, dia 30, às 10h, na Boca Maldita, em Curitiba. A família quer reunir líderes políticos, representantes sindicais e toda a população para pressionar os deputados a cassarem o mandato de Ribas Carli.

Rebelemo-nos!

Do Blog da Maria Helena Santini.

Repitam comigo:

O DESCONTENTAMENTO É O PRIMEIRO PASSO NO PROGRESSO DO HOMEM OU DA NAÇÃO! Oscar Wilde

Obaaaaaa!


Estão se lixando para os aposentados

Do Blog do Acir Vidal
O novo acordo estabelecido entre Sarney e Temer de adiar para o dia 08/06 a votação da emenda do senador Paim (PT-RS), através da qual se busca garantir que os benefícios da Previdência Social sejam reajustados pelos mesmos índices determinados para o reajuste do salário mínimo, não passa de mais uma manobra do Congresso para empurrar com a barriga o que se tornou um problemão.
A pressão dos aposentados é muita, mas a base governista vai fazer o possível para impedir a aprovação desta emenda, alegando falta de verbas, justo num momento em que se noticiam aplicações irresponsáveis de recursos por órgãos do governo, e até pela própria Petrobras. A sensação que me fica é a do completo desrespeito e desprezo com que os aposentados são tratados por muitos políticos e principalmente por Lulla - que vetou a emenda de Paim . Parece até que o melhor que fariam estes insistentes aposentados seria morrerem de vez para não criar mais caso! * (*) Mara Montezuma Assaf - São Paulo (SP)

Uma opinião

Luiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo. No Blog do Pavazine
Grace
CADA VEZ mais penso que o temperamento determina o pensamento, e não o contrário. Explico-me: quando lemos um autor ou um livro, ou ouvimos uma ideia que nos parece verdadeira, não é nosso intelecto que responde ao estímulo, concordando ou discordando, mas nosso temperamento é quem julga e aceita ou recusa. Em outras palavras: confio mais no coração e no fígado do que no cérebro.
Muitas vezes dizemos que defendemos uma determinada ideia porque ela nos parece mais justa ou porque uma santa revolta nos guia em nossa atitude. Eu, cá com meus botões, acho que a causa primeira de nossa defesa desta ou daquela ideia é da mesma ordem do gosto ou da mania, como acordar cedo ou tarde, apreciar ou não comida baiana, gostar ou não de festas, ter ou não medo de avião, sei lá.
A contínua indisposição física ou psíquica, parodiando o grande poeta português Fernando Pessoa (século 20), faz de nós metafísicos, e não o contrário. Às vezes, pra mim, um sorriso de uma mulher bonita numa manhã qualquer determina minha aceitação do mundo, enquanto que uma alma azeda me torna um cético contumaz. Minhas ideias são como que escravas de um gesto doce ou de um corpo belo. Por temperamento sou um descrente, por sorte não sou um niilista: o mundo sempre me salva de mim mesmo. A fé (em qualquer coisa) não é uma experiência comum em minha vida. Muitas pessoas julgam a vida impossível sem a fé. Acho que elas se enganam: a coragem e a gratidão são muito mais importantes do que a fé.Tenho um entendimento peculiar de Deus: para mim, Ele pede mais coragem e gratidão do que fé. Mesmo nas narrativas do chamado Velho Testamento, como diz o crítico Erich Auerbach (século 20) em seus "Mímesis", não me parece que a fé seja uma questão essencial na relação entre o Deus de Israel e seus heróis, mas sim a capacidade de suportar o dia-a-dia, com seus ventos e sua poeira, de ser dobrado e amassado, e ainda assim, comer e beber com gosto, estar com a mulher amada, compartilhar as alegrias efêmeras.
O problema com a fé, pelo menos em grande parte, é que ela se abre para críticas como a de Nietzsche (século 19): como diz, mais ou menos, o nosso filósofo do martelo, a fé desenha um mundo invisível e perfeito no além, como numa espécie de surto de metafísica para pobres, em troca de uma recusa da vida na sua nudez dilacerada, na sua elegante ferocidade.
A beleza que nos cabe, penso (seguindo o filósofo do martelo), é a que caminha sobre ossos.Outra coisa que me aborrece na fé é sua inveterada vocação para a busca de retribuição final: sendo bom, mereço receber a felicidade em troca. A lógica da retribuição atrapalha a psicologia da gratidão porque faz de nós uns interesseiros. A possibilidade de vermos a gratidão só existe se soubermos de antemão que não fizemos nada (ou pouco fizemos) por merecer o bem que recebemos. Isso em nada anula nosso pequeno valor, apenas nos poupa da mesquinhez, nos devolve a visão daqueles que tornam nossa alegria um fato.
O cineasta Lars Von Trier trabalhou esta questão da gratidão, e nossa inaptidão para ela, de forma brilhante em seu filme "Dogville".Lembremos da questão de abertura do drama: o "filósofo" Thomas Edison Jr. (filho do inventor da luz elétrica?) organiza uma discussão filosófica com os moradores da pequena Dogville. Sua intenção é compreender a razão dos moradores daquela cidade serem incapazes de receber presentes e dádivas. Enquanto isso, uma jovem, bela e carinhosa mulher (Nicole Kidman) chega à cidade. Seu nome é Grace (Graça).
A forma canalha com a qual ela será tratada, inclusive pelo jovem filósofo (eles fazem dela uma escrava), merecerá o castigo vindo pelas mãos do pai da bela Grace.
Estava eu voltando de um desses congressos, de saco cheio devido aos irritantes atrasos dos voos, quando, de repente, ao entrar no avião, ouço o "bom dia" de uma bela comissária. "Tomara que o voo esteja vazio, assim você terá mais espaço", diz ela sorrindo. Acostumado com a simpatia vazia desses funcionários da aviação, logo me espantei diante daquele rosto."O que você veio fazer em Curitiba?" Respondo seco: congresso. "Professor? Eu estudei história, mas abandonei e agora estou fazendo um curso de história à distância." Três filhos: 18, 12 e 1 ano. Dez horas de voo por dia. Dei sorte: entre uma Pepsi Cola miserável e um biscoito sem gosto, fui visitado pela beleza em um voo de 40 minutos.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

No Paraná...


Chega desses políticos!


Ao povo, as batatas!


Do messias Mendes, na Má-ringa

Conta outra!
Os servidores municipais acreditaram mesmo que o prefeito da "cidadania" iria resolver o problemão da trimestralidade que o irmão dele provocou? Quanta ingenuidade, meu Deus!.
Os catadores de recicláveis imaginaram, em algum momento, que conseguiriam sensibilizar SB II para o drama social que vivem? Judiação!. (ENQUANTO ISSO OS ASSESSORES DOS VEREADORES BROTAM)
Alguém acha mesmo que o meio-ambiente (vide caso Parque do Ingá) consta da escala de prioridades da atual gestão? Macacos me mordam!. (MESSIAS, NÃO QUEIRE SER MORDIDO!)
Que a saúde pública, em estado de caos permanente, iria receber alguma atenção especial do alcaide? Conta outra!. (AH, MAS NOS POSTINHOS TEM A FOTO DO SÃO PREFEITO ABENÇOANDO AS PESSOAS).
Incentivo ao esporte e cuidados com as praças esportivas de uso popular? Corta essa!
Roderlei, um dos maiores beques que vi jogar, tem razão quando pergunta pra que serve a Vila Olímpica e o Estádio Willie Davids? entre nós, não são só o Estádio Willie Davids e a Vila Olímpica que foram deixados no abandono, não. Alguns centros esportivos estão às traças. O do Borba Gato, que por ironia do destino leva o nome da Secretária de Esportes, Edith Dias, está um lixo." Que planejamento extraordinário! O ginásio e o estádio estão enfermos. Mas, quando ficarem prontos, vão servir pra quê?", indaga o ex-quarto zagueiro do Grêmio Esportivo Maringá e do Coritiba.

Akino Má-ringa ou Meu Deus como têm cabos eleitorais esses moços!


Nofa! Li agora o Akino Maringá, colaborador do Blog do Rigon, na Má-ringa. Akino: não me assusta essa gastança; essa farra como o nosso dinheiro. Afinal, é tradição dos políticos no Braziu. O que aborrece é que TODOS dizem que estamos em crise. Aborrece ver salários de professores municipais, lixeiros e as escolas às moscas. Cada centavo a mais para os cabos eleitorais, eufemisticamente chamados de assessores, é um dinheiro que some da boca das crianças, das salas de aula de nossos jovens. EITA, farra em nome da mortandade dos pobres. Homens que homens? Crise, que crise? Na Má-ringa a gastança continua. Em nome do povo.

Abaixo, as "equipes" (eufemismo de cabo eleitoral)

As equipes de Evandro e Soni
Evandro indicou como assessores parlamentares 1 AP5, 2 AP7 e 1 AP10, respectivamente R$ 1.0968,83, R$ 1.648,24, R$ 2,747,80. Total: R$ 7.141,11. Já o 2º secretário possui uma estrutura de 1 chefe de Gabinete (R$ 5.302,00), 1 assessor e 1 assistente. Total de salários: R$ 9.794,46. O mesmo serve para Soni, como 3º secretário. Soni, quanto aos AP, indicou 2 AP5, 1 AP8 e 1 AP10 - total: 4 assessores, salários de R$ 7.143,13. Desnecessário dizer que os cargos são injustificados.

Akino Maringá, colaborador

As equipes de Zebrão
O vereador indicou os assessores: 1 AP 4, Aparecido de Oliveira (R$ 961,45), 1 AP10 ,Andrea Mendonça Silva (R$ 2.747,80) e 1 AP 11, Reginaldo Perdomo (R$ 3.433,34). Total: R$ 7.142,59. Como percebemos, Zebrão prefere trabalhar com poucos e remunerar melhor os assessores. Já o 1º vice-presidente, o próprio Zebrão, tem 1 chefe de Gabinete, Wagner Junior Vinci; 2 Assessores e 1 Assistente (R$ 5302,08, R$ 2.695,12, 2.695,12 e R$ 1.797,26, respectivamente) cujos salários somados chegam a R$ 12.489,58. Dizem que ele tem outros cargos. Sabem qual o trabalho do 1º vice-presidente? Substituir o presidente nas suas ausências e nas votações de projetos de sua autoria, dizendo algumas frase. Se o presidente se ausentar, administrativamente, tem toda a sua estrutura de Gabinete, portanto não precisa desse absurdo. Akino Maringa, colaborador

A equipe de sabóia

O vereador Carlos Sabóia tem como assessores parlamentares: 2 AP3 (salários de R$ 824,11 cada um); 1 AP5 (R$ 1.098,83); e 1 AP10 (Chico Coutinho), com salário de R$ 2.747,80; 1 AP7, com salário de R$ 1.648,24. Total: 5 assessores parlamentares, R$ 7.143,09.Já o 2º vice-presidente - cuja única função é substituir o presidente nas sessões, nas ausências deste e do 1º vice, ou seja, quase nunca -, tem 1 chefe de Gabinete CC3, R$ 5.302,00; 1 assessor CC-4 e 1 assistente CC-5 (R$2.695,12 e R$ 1.797.26), totalizando R$ 9.794,24. Todos esses valores sem encargos sociais. Justifica? Falar em aumento de verba, que precisa de um bom chefe de Gabinete? Brincadeira.

Akino Maringá, colaborador

No Paraná: Deputado Waldir Rossoni se lixa para a opinião pública


Ouvi pela manhã a CBN local, da Má-ringa. Notícia dos rapazes que correm em alta velocidade em Curitiba e arredores. Não, não são bandidos correndo da polícia ou menininhos mimados da alta burguesia. São deputados estaduais. Todos discursando a sua "mea culpa", menos Waldir Rossoni. Nem isso esse deputado, ex-tropa de choque do Lerner (e atirou uma cadeira em um professor da Universidade Estadual de Maringá, na assembléia legislativa, época de greve das universidades em 200302) faz. Homem colérico, ex-garçom, ex-frentista de posto de gasolina, hoje deputado, também se lixa para o povo. Disse o deputado: "estou cansado de me justificar para o povo. Se eles quiserem eles votam em mim, se não quiserem...". Cansados estamos nós. Cansados de injustiça, cansados de cadeiradas, cansados de farras e impunidade.

Braziu!

Braziu!

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